<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503</id><updated>2012-01-27T04:43:25.064-02:00</updated><category term='Minha História'/><category term='Carreira'/><category term='tecnologia'/><category term='Coaching'/><category term='Comportamento'/><category term='Liderança'/><title type='text'>Ser Executivo</title><subtitle type='html'>Artigos sobre carreira, liderança, ética e gestão de empresas e pessoas</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>124</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7893126391227505436</id><published>2011-10-30T21:05:00.001-02:00</published><updated>2011-10-30T21:05:45.911-02:00</updated><title type='text'>Liderança e Motivação</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedido de um amigo gostaria de falar sobre os temas Liderança e Motivação. Afinal, que tipo de estratégia deve utilizar um líder em sua missão de manter as pessoas motivadas a perseguir um objetivo comum?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Wikipedia, Motivação é a condição do organismo que influencia a direção do comportamento. Em outras palavras, é o impulso interno que gera a ação. Liderança, por outro lado, é definida como o processo de conduzir um grupo de pessoas em determinada direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união destes dos conceitos nos leva a uma definição de liderança da qual gosto muito. Liderança significa criar condições para que as pessoas tenham motivação &amp;nbsp;para se mover em determinada direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que faz as pessoas se sentirem motivadas? Seguem algumas dicas que podem ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) As pessoas se motivam a seguir um líder que tenha uma Visão clara e convincente, que aponte para elas um caminho de realização pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) As pessoas se motivam a seguir um líder que compartilha as dificuldades e os desafios da jornada com seus liderados. Alguém que vibra e sofre ao lado de cada membro de sua equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) As pessoas gostam de desafios e se motivam a seguir líderes desafiadores, que as permitam crescer e sentirem-se vencedoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) As pessoas sentem-se inseguras muitas vezes. Por esse motivo, preferem seguir líderes que as suportam sempre que necessário. Líderes que desafiam mas não desamparam e que estão sempre disponíveis para ajudar aos que passam por dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) As pessoas precisam de reconhecimento e preferem seguir os líderes que sabem apreciar o esforço legítimo e que consideram a justiça um valor muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) As pessoas precisam confiar no seu líder. Seja qual for seu estilo de liderança, um líder precisa antes de mais nada inspirar uma confiança inabalável. Se tivermos que escolher o atributo mais importante de um líder, a confiança bateria todos os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para liderar pessoas em determinada direção é preciso primeiro acreditar estar na direção correta, o que se consegue com uma visão clara e muita convicção. É preciso demonstrar de forma inquestionável que você estará ao lado de sua equipe por toda a jornada, para o bem ou para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a jornada será preciso desafiar os que demonstrarem insegurança, provando que eles são capazes e dando ajuda quando necessário. Aos que demonstrarem capacidade de reação deve ser dado reconhecimento devido. Aos que fraquejarem, deve ser dada atenção e toda a ajuda que for possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom líder é justo e confiável. Ele é firme em suas decisões e procura utilizar um conjunto claro e restrito de valores para justificar cada uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom líder reconhece que só é forte se amparado por sua equipe e é solidário com cada um de seus elementos. Ele compartilha as vitórias com a equipe, faz questão de ter sua parte da responsabilidade nas derrotas e é um parceiro extremamente leal em todas as batalhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor maneira de fazer com que as pessoas se motivem e atuar como um verdadeiro líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil ser um bom líder todo o tempo, mas é possível treinar e melhorar a cada dia. Trata-se de uma jornada com uma direção bem definida, mas que se estenderá por toda sua carreira sem que seja possível chegar ao destino final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários ou dúvidas sobre este e outros temas, envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br. Terei o maior prazer em ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7893126391227505436?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7893126391227505436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/lideranca-e-motivacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7893126391227505436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7893126391227505436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/lideranca-e-motivacao.html' title='Liderança e Motivação'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7264757780193332046</id><published>2011-10-22T10:23:00.000-02:00</published><updated>2011-10-22T10:23:02.342-02:00</updated><title type='text'>Reflexões de um Blogueiro...</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meados de 2007, escrevi meu primeiro artigo neste blog. Na época, acreditava que o número de leitores seria muito maior e que, talvez, esse pudesse se tornar um hobby lucrativo.&amp;nbsp;Não foi bem assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando e minha energia para escrever foi reduzindo, passando de uma produção quase diária de artigos para algo em torno de um por mês. Pensei que o blog morreria e que o volume de leitores iria cair a zero. Novamente não foi dessa maneira que as coisas se deram ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano após ano, o volume de leitores de meus artigos continuou crescendo, mesmo com a pequena produção que vinha gerando. Comecei a escrever um pouco mais, com a esperança que eles pudessem atrair ainda mais leitores. Uma vez mais, minhas expectativas foram frustradas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus artigos mais lidos são os mais antigos. Esse que escrevo agora pode levar alguns meses para que seja lido pela primeira vez. Apesar disso, me sinto na obrigação de continuar escrevendo. É como se escrevesse para mim mesmo, na esperança de que surjam respostas a algumas perguntas essenciais que carrego comigo. Uma maneira solitária de pensar sobre coisas importantes da vida, de conversar consigo mesmo, de refletir sobre a razão de ser e de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando minha solidão é quebrada por um e-mail. É o aviso de que alguém leu um de meus artigos e foi tocado o suficiente para interagir. Me sinto lisonjeado e feliz e corro para ler e responder o comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é sempre que recebo comentários, mas cada um deles vale muito. Por isso peço tanto que as pessoas comentem meus artigos e me passem suas críticas e sugestões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quatro anos escrevendo, mais de 120 artigos publicados e modestas 23.000 visitas em meu blog não posso dizer que estou realizado, mas continuo acreditando no valor deste tipo de trabalho e prometo que continuarei a compartilhar com vocês meus pensamentos e reflexões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente não tenho muitas esperanças de que minha audiência cresça muito ou mesmo que os comentários passem a vir em profusão, mas quem sabe não serei surpreendido uma vez mais pelo destino. Quem sabe se as coisas novamente não acontecerão como estou imaginando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver algum comentário sobre este ou outro artigo deste blog envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br. Terei muito prazer em respondê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7264757780193332046?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7264757780193332046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/reflexoes-de-um-blogueiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7264757780193332046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7264757780193332046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/reflexoes-de-um-blogueiro.html' title='Reflexões de um Blogueiro...'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5919602769193882254</id><published>2011-10-06T19:59:00.000-03:00</published><updated>2011-10-06T19:59:11.286-03:00</updated><title type='text'>Uma Homenagem a Steve Jobs</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje gostaria de homenagear um dos mais admirados e brilhantes líderes do mundo dos negócios, que encerrou sua participação no show da vida durante o dia de ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steve Jobs, uma história de vida no mínimo curiosa, um visionário admirável, um exemplo de sucesso empresarial simplesmente inquestionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha singela homenagem se resume em publicar seu próprio discurso, feito para uma turma de formandos da Universidade de Stanford, em 2005. Suas palavras demonstram a grandeza desse líder, tão humano e frágil quanto cada um de nós, mas ao mesmo tempo capaz de transformar o mundo como poucos foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com vocês, o discurso de Steve Jobs:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias. A primeira história é sobre ligar os pontos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer.Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usadas para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir as matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Minha segunda história é sobre amor e perda.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação – o Macintosh – e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Minha terceira história é sobre morte.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Obrigado.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 1.8em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Steve Jobs”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5919602769193882254?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5919602769193882254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/uma-homenagem-steve-jobs.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5919602769193882254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5919602769193882254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/10/uma-homenagem-steve-jobs.html' title='Uma Homenagem a Steve Jobs'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7765327048694722347</id><published>2011-09-12T22:02:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T22:02:09.191-03:00</updated><title type='text'>Coragem para Mudar ...</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz alguns meses escrevi sobre o número cada vez maior de profissionais que resolvem mudar suas vidas depois de alcançar o sucesso em suas carreiras como executivos. Pessoas que, como eu, resolveram abandonar uma posição de destaque em grandes empresas para se dedicarem a seus próprios empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje gostaria de falar um pouco do número ainda maior de profissionais que continuam em seus empregos após anos e anos de sofrimento pessoal, fazendo coisas das quais não gostam nem um pouco ou suportando ambientes nada agradáveis para garantir estabilidade financeira ou sustentar estilos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto muita pena dessas pessoas, pois tenho certeza de que a maioria delas poderia ser muito mais feliz e provavelmente mais bem sucedidas se tomassem a decisão de mudar. Elas não entendem que a produtividade e a criatividade são amigas íntimas da liberdade e da satisfação, que o sucesso financeiro não deve ser objetivo, mas apenas consequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso ter coragem para mudar, &amp;nbsp;para abandonar o velho e sair em busca do novo. Coragem para acreditar nos seus próprios sonhos e para investir tempo e energia em busca de novos caminhos e desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é breve e passa muito mais rapidamente do que gostaríamos. Perder metade dela ou mais trabalhando em um emprego que não traz realização e felicidade é um desperdício tremendo, que deve ser evitado.&amp;nbsp;Se você sente que está marcando passo ou que trabalha apenas por obrigação ou por dinheiro, reflita um pouco e veja se não é hora de buscar algo diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que é fácil dizer e difícil de fazer, pois já senti o frio na barriga que é deixar para trás um bom emprego e um bom salário para arriscar um novo caminho. Mas posso garantir que o medo passa e que a felicidade de se sentir realizando suplanta qualquer dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou propondo aventuras. Ao contrário, recomendo que os movimentos sejam planejados e cautelosos, sem grandes ousadias ou mudanças drásticas. Mas que sejam firmes e decididos, e que levem à direção pretendida, sem se preocupar demais com os riscos e as perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos podemos mudar, é só querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7765327048694722347?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7765327048694722347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/09/coragem-para-mudar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7765327048694722347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7765327048694722347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/09/coragem-para-mudar.html' title='Coragem para Mudar ...'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-6117098876093339540</id><published>2011-09-11T23:14:00.000-03:00</published><updated>2011-09-11T23:14:23.108-03:00</updated><title type='text'>Mobilização contra a Corrupção</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje quero falar um pouco sobre o embrião de mobilização da sociedade que assistimos esta semana. Depois de alguns anos de quase total apatia, presenciamos um sete de Setembro dominado por protestos populares contra um tema tão antigo e tão familiar de todos os brasileiros: a corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico na torcida para que estes ainda tímidos protestos tomem corpo e se transformem em real indignação. Já passou da hora de deixarmos de lado a fama de povo complacente com comportamentos mais do que inaceitáveis. Precisamos nos redimir da triste fama de sermos um país onde tudo tem um jeitinho e onde com dinheiro e poder se consegue qualquer coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivesse que escolher um único ponto para resolver em nosso País, eu escolheria a corrupção sem qualquer dúvida. É ela que alimenta o tráfico de drogas; que deprecia o patrimônio público; que dá chances a quem não merece e tira de quem mais precisa; que enriquece homens e mulheres de pouco caráter e exclui aqueles que possuem real valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrupção intimida os honestos com ameaças e truculência. No estágio em que se encontra em várias instituições brasileiras é tão forte que faz pessoas de bem se limitarem a serem apenas omissas, sem coragem para denunciar ou mesmo lutar contra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrupção existe em todos os níveis e em todos os graus. Negociar 10% de um contrato milionário do governo, sem dúvida é um caso de corrupção. Receber uma mala de dinheiro para facilitar a vida de um presidiário perigoso, também é inegável ato de corrupção. Mas o que dizer de ter que pagar para ser aprovado num exame de direção, ou dar uma cerveja para o guarda de trânsito, ou de dar um trocado para o garçom da festa para ser melhor atendido, ou para o porteiro da boate para entrar sem pagar? Todos são atos de corrupção e precisamos fazer algo para que eles não se repitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protestar me parece um bom começo pois nos ajuda a pensar a respeito. Mas com certeza não é suficiente. É preciso evitar sermos agentes da corrupção, por menor que seja ela. É preciso denunciar os casos que chegamos a conhecer. É preciso lutar para que os casos conhecidos sejam punidos, tratados com rigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser corrupto é deprimente e deveria despertar sentimentos horríveis a quem é corrompido, mas corromper é tão ruim quanto. Seria pior se não soubéssemos que no estágio de corrupção em que muitas instituições se encontram, a ordem natural da corrupção, em que o corruptor incentiva o corrupto a cometer um crime, se inverte totalmente. Infelizmente vemos muitos casos onde o corrupto intimida e ameaça até convencer cidadãos de bem a cometerem o crime de corromper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dê um basta na corrupção que ronda sua vida!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dê gorjetas a guardas de trânsito; não pague taxas extras para conseguir serviços públicos; não aceite descontos dados ilicitamente por maus funcionários; não abra mão de seus valores e princípios por coisas tão pequenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você souber de casos de corrupção, não fique quieto, denuncie. As empresas possuem ouvidorias; os órgãos públicos possuem estruturas de fiscalização; a imprensa pode ajudar; sempre existe um jeito de fazer com que a corrupção seja desmascarada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteste sempre que possível. Escreva sobre este assunto. Fale com seus amigos e parentes. Discuta com energia com aqueles que dizem que não há nada a fazer. É claro que existe muito a fazer e a melhor hora de começar é agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos os que participaram dos protestos de sete de Setembro, quero dar meus parabéns. Vocês merecem a admiração de todos nós, merecem que todos iniciemos um processo maior de mobilização e de indignação contra a corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos dar um basta a corrupção !!!!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-6117098876093339540?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/6117098876093339540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/09/mobilizacao-contra-corrupcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6117098876093339540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6117098876093339540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/09/mobilizacao-contra-corrupcao.html' title='Mobilização contra a Corrupção'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3620155615160741871</id><published>2011-05-27T09:32:00.000-03:00</published><updated>2011-11-08T08:37:00.887-02:00</updated><title type='text'>Dicas para Lidar com o Estresse</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estresse, a ansiedade e a depressão se apresentam com cada vez mais força na sociedade moderna e de forma ainda mais acentuada na comunidade de executivos. São por muitos consideradas as doenças do século XXI, desbancando as doenças coronarianas, grandes vilãs do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agitação das cidades, o excesso de compromissos, as contrariedades no trabalho e nos relacionamentos nos levam a níveis cada vez mais altos de estresse e de ansiedade. Ao longo do dia somos acelerados muito além do recomendável, gerando uma sobrecarga imensa em nossos sistemas vitais. É como se colocássemos uma frágil bicicleta para transitar a mais de 100Km/h em uma auto-estrada. Por algum tempo, talvez ela consiga se manter nesta velocidade, mas é praticamente certo que ocorrerá um grave acidente em pouquíssimo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar o quadro, o excesso de carga e velocidade que vivemos é acompanhado por hábitos nada saudáveis e por ausência de outros extremamente importantes à saúde. Comemos mal, dormimos mal, nos exercitamos pouco, damos pouca atenção aos nossos relacionamentos, em resumo, nos comportamos como verdadeiros suicidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reduzir a velocidade da sociedade é possível e tem sido a estratégia adotada por algumas comunidades, principalmente na Europa. Mas trata-se de um processo longo e que não será aplicável em curto prazo na maioria das comunidades em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar reduzir o volume de coisas com as quais lidamos no dia a dia e buscar um ritmo mais lento e menos estressante pode ajudar, mas é preciso entender que o curso das coisas não vai mudar somente por que queremos. Além disso, reduzir o ritmo&amp;nbsp;muitas vezes significa&amp;nbsp;menos promoções, menos dinheiro e menos regalias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo do nível de estresse já instalado, pode ser necessário buscar tratamento médico, principalmente se o mesmo já se apresenta acompanhado por sintomas de forte ansiedade e depressão. Neste caso, consultar um psiquiatra ou iniciar uma terapia se faz necessário. Infelizmente, a associação indevida dessas profissões com rótulos como loucura e fraqueza tem evitado que muitas pessoas procurem a ajuda necessária e continuem a correr acima de 100Km/h com suas bicicletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso entender que as doenças do cérebro são tão humanas e cotidianas quanto as do coração, do pulmão, do fígado ou do estômago e que os especialistas dessa área são os psiquiatras e os psicólogos. Consultar-se com um psiquiatra NÃO significa que se está ficando louco, ao contrário, demonstra uma lucidez que infelizmente poucos possuem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da busca por ajuda médica, existe um outro caminho que poder ajudar muito e que está totalmente sob nosso controle. É o caminho da busca do equilíbrio de nossos organismos, da instalação de hábitos saudáveis e da eliminação de hábitos negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuar sobre nossos hábitos,&amp;nbsp;instalando os positivos e eliminando os negativos é com certeza a maneira mais fácil de lidar com o estresse, a ansiedade e a depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem vou tomar o tempo de vocês para falar dos hábitos ruins, dos quais vocês devem se livrar. Vou apenas citar alguns hábitos novos que podem fazer grande diferença em suas vidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Faça exercícios regularmente - Não importa o tipo de exercício nem a intensidade, mas sim a regularidade. Procure se exercitar pelo menos três vezes por semana por pelo menos 20 minutos a cada vez. Escolha o exercício que lhe dê mais prazer de fazer e não se preocupe demais com a intensidade. Estudos mostram que a intensidade é menos importante do que a regularidade. Além disso, a regularidade vai fazer com que naturalmente você seja capaz de se exercitar por mais tempo e com mais intensidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Dedique mais horas ao sono - Dormir é fundamental para o ser humano. É durante o sono que nos recuperamos da jornada diária e isso toma tempo. Jornadas de sono de 4 a 6 horas, típicas de muitas pessoas que conhecemos, representam verdadeiras bombas relógio. É preciso dedicar mais tempo ao sono. De&amp;nbsp;8 a 9 horas por dia é considerado ideal para a maioria das pessoas, mas o mais importante é sentir que o sono foi suficiente para reduzir a velocidade do organismo e recuperar suas energias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Faça exercícios respiratórios diariamente - Principalmente à noite, quando chegar em casa, dedique alguns minutos de seu tempo para desacelerar seu espírito. Exercícios simples de respiração podem ajudar muito. Sente-se confortavelmente em algum lugar tranquilo e procure respirar devagar e profundamente por alguns minutos. De preferência, feche os olhos e pense em algo que lhe transmita paz e segurança. Note como existe uma tensão no ar e como ela se dissipa conforme a respiração entra no ritmo mais lento. Ao longo do dia, quando notar que seu acelerador foi apertado mais do que devia, faça o mesmo exercício e note como ele lhe ajuda a recuperar o equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Exercite a compaixão e o amor - Entregue-se ao prazer de admirar uma criança sorrindo, um cachorrinho brincando ou uma árvore florindo. Conecte-se mais com seu parceiro/parceira, com seus filhos,&amp;nbsp; seus pais e amigos.&amp;nbsp;Procure perdoar mais e se perdoe mais.&amp;nbsp;Não se trata de um conselho piegas, o amor é cientificamente comprovado como um grande redutor do estresse. Use e abuse desse remédio milagroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Alimente-se&amp;nbsp;melhor - Não sou especialista em alimentação, nem você provavelmente é, mas o bom senso seria suficiente na maioria das vezes quando o tema é alimentação. Estamos cansados de saber que devemos comer menos carne, menos gorduras e mais vegetais e frutas. Sabemos que comer demais é ruim para a saúde e que a melhor maneira de se alimentar é em poucas porções em pelo menos 5 refeições diárias (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar). Não vou listar o que devemos ou não comer, você já sabe e se não sabe tem como saber. Apenas reforço que devemos nos alimentar melhor, ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite. Se você conseguir seguir os 5 conselhos acima existe grande probabilidade de que seus sintomas de estresse e ansiedade desapareçam para nunca mais voltar. Tente, vale a pena!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3620155615160741871?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3620155615160741871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/05/dicas-para-lidar-com-o-estresse.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3620155615160741871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3620155615160741871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/05/dicas-para-lidar-com-o-estresse.html' title='Dicas para Lidar com o Estresse'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3443313498661966456</id><published>2011-04-19T08:53:00.000-03:00</published><updated>2011-04-19T08:53:16.854-03:00</updated><title type='text'>Crescer ou Não Crescer, Eis a Questão...</title><content type='html'>Olá,&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje gostaria de me dirigir aos empreendedores que possuem negócios pequenos e saudáveis e que sentem o legítimo receio de crescer seu negócio e perder o controle da situação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É aparentemente confortável ter um negócio lucrativo e pequeno, com todas as virtudes que a escala reduzida trás para uma organização. Fica mais fácil saber tudo o que se passa na empresa, agir quando se nota algum desvio, manter a qualidade dos serviços/ produtos e gerenciar os altos e baixos do negócio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sem dúvida o pequeno negócio tem uma série de vantagens que podem e devem ser usufruídas pelo empreendedor, pelo menos por um tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o pequeno negócio possui um calcanhar de Aquiles que é suficiente para destruir anos de dedicação e investimento: a falta de escala.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todo mundo lembra das farmácias e dos mercadinhos do bairro, certo? Pois é, em alguns lugares eles desapareceram totalmente.&amp;nbsp;E os armarinhos? Será que você ainda conhece algum que esteja funcionando perto de sua casa? Isso sem falar nos alfaiates, nos sapateiros, nas oficinas de eletrodomésticos, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certos negócios estão simplesmente desaparecendo e dando lugar a formatos totalmente diferentes, que privilegiam a escala e que acabam tirando do mapa os que não tiveram coragem de crescer ou o desprendimento de repassar seu negócio para um concorrente maior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que toda regra tem exceção e neste caso também vamos encontrar exceções à regra. Existem pequenos negócios que se sustentam por dezenas de anos e mantém o sucesso e a rentabilidade. Esses empresários merecem nosso respeito e admiração e devem servir de referência aos que desejarem manter seus negócios pequenos e atraentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para ser pequeno e lucrativo é preciso ser diferente e raro. É preciso ter algo que os grandes não possuem e não pretendem possuir, mas que alguns clientes desejam muito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ser pequeno é ser especial e diferente. É ter uma clientela seleta e fidelizada. É ter um relacionamento íntimo e personalizado com os seus clientes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você quer alguns exemplos de pequenos negócios de sucesso? Pense no seu médico de confiança para certas especialidades ou, em alguns casos, no advogado com quem se aconselha quando tem problemas. Eles são bons exemplos de pequenos negócios lucrativos e duradouros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas para a grande maioria manter-se pequeno é bastante perigoso. A menor escala reduz sua capacidade de competir no preço em um mundo onde os volumes das grandes empresas só fazem crescer.&amp;nbsp;Como competir fabricando sapatos artesanalmente quando o concorrente produz milhões de unidades por mês em um País como a China?&amp;nbsp;Como manter a farmácia do bairro competindo com cadeias de drogarias com centenas ou milhares de lojas espalhadas pelo País.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A resposta poderia ser o produto diferenciado ou a qualidade de atendimento, mas sejamos práticos. Até que ponto esses diferenciais são reais e quanto nossos clientes estão dispostos a pagar por eles?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dilema entre crescer ou não é complexo e não possui resposta definitiva.&amp;nbsp;Existem formas de se manter pequeno e ainda assim ter sucesso e rentabilidade, mas é preciso ter muita criatividade e excelência de execução. Por outro lado, é relativamente fácil crescer em uma economia dinamizada como a que vivemos hoje no Brasil, mas é preciso ter disciplina e ousadia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O importante é que a estratégia de crescer ou não seja ponto focal das reflexões dos empreendedores e que seja qual for o caminho escolhido ele seja fruto de uma decisão pensada, de uma estratégia de longo prazo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se você possui comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para paulo.pinho@uol.com.br. Terei o maior prazer em responder sua mensagem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abraços,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Paulo Pinho&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3443313498661966456?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3443313498661966456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/04/crescer-ou-nao-crescer-eis-questao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3443313498661966456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3443313498661966456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/04/crescer-ou-nao-crescer-eis-questao.html' title='Crescer ou Não Crescer, Eis a Questão...'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1678375271635680298</id><published>2011-04-14T08:31:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T08:31:38.271-03:00</updated><title type='text'>Minhas Experiências com Coaching</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais ou menos dois anos iniciei minhas atividades como Coach de executivos e gostaria de compartilhar com vocês algumas percepções obtidas durante esse período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Por menos intuitivo que seja, as pessoas realmente podem transformar seus comportamentos em curtíssimo espaço de tempo. As mudanças que presenciei em alguns casos são impressionantes e me fazem acreditar cada dia mais nessa metodologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - O ser humano é o que ele pensa ser, consciente ou inconscientemente. Em outras palavras, a transformação do comportamento é sempre fruto de mudanças na forma de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - O primeiro passo para o sucesso no trabalho de coaching é querer reamente descobrir o que precisa ser mudado. Esse costuma ser o maior desafio do trabalho, pois as pessoas em geral possuem avaliações de si próprias e daqueles com quem se relacionam muito impregnadas&amp;nbsp;de mágoas e preconceitos cristalizados ao longo de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 -&amp;nbsp;Um grande desafio&amp;nbsp;para o coachee é convencer a todos&amp;nbsp;de que as mudanças são verdadeiras e duradouras.&amp;nbsp;Como as pessoas não acreditam na possibilidade de mudanças profundas na fase adulta, elas tendem a achar que&amp;nbsp;os comportamentos irão voltar ao padrão antigo em pouco tempo.&amp;nbsp;Vencer o período de descrença&amp;nbsp;é um dos grandes desafios de quem se propõe a mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Confiança, Compreensão e Acolhimento são características fundamentais em um profissional de Coaching.&amp;nbsp;Saber fazer as perguntas certas, aquelas que irão mudar o foco de análise do Coachee e&amp;nbsp;transformar sua maneira de&amp;nbsp;encarar os fatos do dia a dia, é o segredo do sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Mudar é sempre possível, desde que a pessoa realmente deseje isso. É trabalho do Coach, incentivar o Coachee a querer mudar verdadeiramente pois na maioria das vezes não é exatamente o desejo inicial do mesmo. O que mais encontrei até aqui foram pessoas desejosas que as coisas mudassem para melhor mas cujo diagnóstico dos problemas estava fora do seu próprio ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Trabalhar como Coach é uma delícia. Oportunidade única de se desenvolver ajudando os outros a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1678375271635680298?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1678375271635680298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/04/minhas-experiencias-com-coaching.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1678375271635680298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1678375271635680298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/04/minhas-experiencias-com-coaching.html' title='Minhas Experiências com Coaching'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8749568970179061918</id><published>2011-02-27T10:50:00.000-03:00</published><updated>2011-03-09T21:35:23.617-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Recordar Para Viver Melhor</title><content type='html'>Olá Pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava pensando agora há pouco sobre o tempo e as marcas que ele deixa e apaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um filho que acaba de ser aprovado no vestibular e que está vivendo a euforia de se sentir conquistando seu próprio espaço pela primeira vez. É gratificante ver o brilho dos seus olhos e a maneira como ele está encantado e motivado com a oportunidade de cursar uma das melhores universidades do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admirando sua empolgação, acabei recordando alguns momentos de minha história na universidade. Os grande amigos, que apesar de quase não ter contato, guardo com carinho no coração. Os bons e maus professores com os quais pude conviver. A sensação de poder mudar o mundo. A vontade de ser o melhor e de conquistar os maiores desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São sentimentos que deixaram marcas ao longo de minha vida. Marcas que o tempo tratou de esculpir e que me fazem ser o que sou, mas ao mesmo tempo marcas que o próprio tempo fez ficarem mais amenas, como se fossem erodidas pelo vento de vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passar do tempo nos disponibiliza a oportunidade de experimentar a vida e todas as possibilidades que ela traz. Muitas dessas experiências são absorvidas de maneira diferenciada e nos fazem ser o que somos. A lembrança de cada uma dessas experiências vai moldando nossa personalidade e definindo nosso comportamento. O tempo nos constrói a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo tempo que constrói o que somos, tem o poder de ir apagando nossos traços anteriores. Afastando nossas lembranças mais deliciosas e também as mais amargas. De certa forma, o tempo nos ajuda a aprender e a esquecer, desaprendendo muitas das coisas que já havíamos aprendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordar o passado ajuda a resgatar parte do que aprendemos e aos poucos fomos deixando de lado. Neste sentido, observar nossos filhos e depois nossos netos nos dá uma oportunidade de ouro de resgatar valores e sentimentos que foram abandonados pelo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero dizer que devamos voltar ao passado e viver de maneira nostálgica o que ainda temos pela frente, longe disso. Meu comentário é mais no sentido de enriquecer nossa vida presente com as experiências do passado que tanto nos foram úteis naquele tempo e que provavelmente poderão nos ajudar em algum grau no presente e no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passa e transforma nossas vidas, mas a decisão de abandonar ou não as lembranças do que vivemos é mais nossa do que dele. Recordar vez por outra de nosso passado pode enriquecer em muito nossa maneira de viver de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhar para o passado com carinho e respeito é uma arte que acompanha as pessoas que vivem de maneira mais sábia. Elas aproveitam as experiências vividas várias vezes e a cada revisitação, aprendem coisas novas. Para elas, as experiências vividas têm um poder multiplicador e o aprendizado é maior e mais duradouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que nunca refletem sobre o passado tendem a esquecer lições importantes aprendidas ao longo da vida. Repetem seus erros sem se dar conta disso e vivem buscando experiências novas que muitas vezes já tiveram a oportunidade de vivenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria consciência é uma forma de recordação. Ela nos traz informações sobre coisas que acabaram de acontecer, é verdade, mas que com certeza já estão no passado. Você pode optar por uma consciência de curtíssimo prazo ou por uma consciência mais duradoura e rica. Só depende de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para termos uma consciência com alcance maior precisamos baixar um pouco o ritmo e nos dar um pouco mais de tempo para pensar e refletir sobre o que vivemos. Esse exercício muitas vezes parece ir contra as regras da sociedade moderna, extremamente agitada e veloz, mas é mandatória se queremos nos desenvolver de maneira mais completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém cunhou o termo Recordar é Viver. Eu proponho uma revisão para Recordar é Viver Melhor !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br. Terei o maior prazer de responder sua mensagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8749568970179061918?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8749568970179061918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/02/recordar-para-viver-melhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8749568970179061918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8749568970179061918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/02/recordar-para-viver-melhor.html' title='Recordar Para Viver Melhor'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-2279556694255563129</id><published>2011-02-13T07:58:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T21:24:20.551-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>As Pessoas São Capazes de Mudar?</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho quase 30 anos de estrada no mundo corporativo e uma das coisas que mais ouço de colegas e amigos é que as pessoas não são capazes de mudar. Uma vez definidas suas personalidades, atitudes e comportamentos se cristalizam e não é mais possível modifica-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A simples observação da linha do tempo de um Ser Humano derruba essa teoria. São inúmeros os casos de pessoas que se transformam totalmente quando se casam, ou quando têm filhos, ou quando mudam de emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que estamos em transformação o tempo todo. Nosso eu de hoje é ligeiramente diferente de nosso eu de ontem e será distinto do de amanhã. Ele será mais velho sem dúvida nenhuma, mas também poderá ser mais dócil ou agressivo, otimista ou pessimista, empreendedor ou apático, egoísta ou altruísta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças em nosso ser são causadas por vários fatores, mas existem dois que mais nos interessam nesse momento: as experiências pelas quais passamos; e a forma como vivemos essas experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas pessoas que passam pelas mesmas experiências podem se transformar em Seres Humanos totalmente diferentes, depende apenas da forma como elas pensam e percebem as experiências pelas quais estão passando.&amp;nbsp;O grande agente de transformação de uma pessoa é o seu pensamento. Com ele você pode ir do céu ao inferno e vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que pensa positivo, encontra o lado bom de qualquer situação que lhe ocorra. Seu foco está sempre na busca de soluções e de oportunidades, o que vai ajuda-la a ser mais otimista, empreendedora e feliz. Por outro lado, a pessoa que está sempre pensando de forma negativa mantém seu foco nos problemas e nas dificuldades, geralmente tornando-se mais depressiva e reativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós temos um modo de pensar dominante, que foi programado em nossas mentes ao longo de nossas vidas e é esse domínio que nos dá a impressão de que as pessoas não podem mudar, mas isso não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, eventos extraordinários são capazes de mudar totalmente a forma de uma pessoa pensar, levando-a a transformações incríveis. É o caso, por exemplo, do sedentário e viciado em trabalho que após um infarto passa a ser um assíduo frequentador de academias e um pai amoroso e dedicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estranho disso tudo é que o mesmo evento pode transformar a vida de uma pessoa totalmente ou passar quase desapercebido para outra pessoa. Afinal, quantas pessoas sedentárias e viciadas em trabalho têm infartos seguidos até acabarem na mesa de um velório, sem nunca chegarem a tentar uma mudança de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diferencia um caso do outro é forma como a pessoa percebe suas experiências, a forma como ela PENSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você quer melhorar de vida, policie seus pensamentos. Dê força aos pensamentos positivos e construtivos, deixando-os fluir livremente. Por outro lado, fuja dos pensamentos negativos e destrutivos sempre que notar que eles estão em ação. Com o tempo, essa forma de atuar vai reforçar a maneira positiva de pensar e enfraquecer o lado negativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando positivamente você irá abrir sua mente para as possibilidades e oportunidades, ao mesmo tempo se protegendo do medo paralizante e da apatia da tristeza. O resto, será simplesmente consequência de sua mudança na forma de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários ou testemunhos sobre esse ou qualquer outro artigo desse blog, envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br. Terei muito prazer em ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-2279556694255563129?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/2279556694255563129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/02/as-pessoas-sao-capazes-de-mudar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2279556694255563129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2279556694255563129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/02/as-pessoas-sao-capazes-de-mudar.html' title='As Pessoas São Capazes de Mudar?'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7239154535223203072</id><published>2011-01-30T10:13:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T21:23:48.315-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Complementando a Formação Superior</title><content type='html'>Olá Pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos leitores me perguntam como complementar sua formação acadêmica superior de forma a maximizar suas chances de crescimento profissional. Meu conselho se resume nos seguintes pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) No início de sua carreira profissional, dê prioridade aos cursos de curta duração, mais focados em questões técnicas diretamente relacionadas com o seu trabalho. Essa abordagem irá ajudá-lo a desempenhar melhor suas funções do dia a dia e aumentará suas chances de conquistar novos desafios na organização em que trabalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Após alguns anos de formado, quando já tiver alguma experiência em sua área profissional, você estará pronto para cursar um MBA, cujo foco é prepará-lo para assumir funções mais executivas ou para dominar melhor o ambiente no caso de já ter assumido esse tipo de função. Esse é um curso que deve preferencialmente ser feito por quem já possui um cargo de supervisão ou gerência, caso contrário a maior parte dos conceitos nele aprendidos ficarão sem uso por um bom tempo, reduzindo seu valor para a carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Não faça cursos para acumular diplomas. Sou responsável pela contratação de profissionais há mais de 20 anos e posso garantir que o valor que dou a um diploma é muito menor do que a experiência comprovada pelo candidato. O maior objetivo de um curso é o aprendizado, portanto, busque bons cursos em boas instituições e procure aproveitar o seu conteúdo da melhor maneira possível. O diploma é só um pedaço de papel que vai se amarelando em alguma pasta de documentos de sua casa. O valor real dos cursos que você fizer estará no conhecimento adquirido e, de preferência, utilizado no dia a dia de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Se você deseja dar aulas ou investir na área científica ou acadêmica, pense na opção de um mestrado. Para dar aulas em cursos reconhecidos de nível superior é preciso ter no mínimo um mestrado. Por outro lado, avalie bem esse tipo de opção caso você não tenha objetivos acadêmicos pois tratam-se de cursos bastante longos (+ de 2 anos) e cujo foco está na produção científica em áreas bem específicas do conhecimento. Tenho visto muita gente investir em mestrado e depois se arrepender pois notam que não era exatamente o que esperavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Em qualquer curso ou treinamento em que participe, lembre-se que seu principal objetivo é aprender. Mantenha a mente aberta e procure absorver novos conhecimentos em vez de ficar duelando com os professores na tentativa de mostrar sua sabedoria. Os verdadeiros sábios são os que reconhecem que sempre há algo de nova para aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Os cursos e treinamentos são ótimas oportunidades de treinamento e de crescimento profissional, mas não existe substituto para um coisa chamada experiência profissional. Fico triste quando vejo jovens engatando cursos e cursos em seguida na tentativa de mudar de área profissional, enquanto continuam trabalhando em empresas e cargos que nada têm a ver com suas ambições e sonhos. Muitas vezes deixam de mudar de área por que essa escolha significaria ter uma redução de salário e a necessidade de iniciar do zero novamente. Se iludem com a fantasia de que acumulando cursos irão pular para um cargo maior na tão sonhada área de atuação e sem querer vão tornando a mudança cada vez mais inviável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem menos de 30 anos e quer assumir uma nova profissão, comece buscando uma oportunidade de trabalho nessa nova área, seja qual for a oportunidade. É melhor dar um passo ou dois para trás e recomeçar do que fantasiar que um dia irá mudar de profissão por conta de cursos ou treinamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outros artigos, envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br. Terei muito prazer em ler e responder seu e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7239154535223203072?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7239154535223203072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/01/complementando-formacao-superior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7239154535223203072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7239154535223203072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/01/complementando-formacao-superior.html' title='Complementando a Formação Superior'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5663978758021659730</id><published>2011-01-04T08:19:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T21:24:47.913-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Call Center de Serviços - Uma Vergonha Universal</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje quero desabafar um pouco falando sobre um dos piores serviços que as empresas prestam a sociedade. O maldito atendimento telefônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos 5 dias tenho lutado contra a incompetência e o descaso de um desses serviços de atendimento, precisamente o da Unimed Paulistana, na tentativa até agora frustrada de conseguir autorização para os exames de meu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por se tratar de um paciente em trânsito, pois a Unimed de origem de meu pai é a de Araruama, estou no meio de um exemplo ridículo de falta de comunicação entre duas empresas irmãs, que unidas vendem um suposto plano de saúde com atendimento nacional. Ou pelo menos deveria ser....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ligo para a Unimed Paulistana sou informado que eles aguardam autorização da unidade de origem. Por outro lado, sou informado pela Unimed Araruama que todos os exames já foram autorizados e que devo reforçar isso com a Unimed Paulistana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz 5 dias que estou nessa saga e não sei se ainda terei o desprazer de ficar mais alguns dias. O fato é que qualquer coisa que saia do padrão previsto pelas empresas é simplesmente desconsiderado, como se o cliente que estivesse nessa situação fosse um renegado da sociedade que ousou desafiar os procedimentos padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vale uma ressalva. Como a Unimed Araruama é menor, pelo menos tenho o conforto de falar com as mesmas pessoas sempre que ligo. Além disso, elas parecem ser mais preparadas para lidar com o problema e pelo menos não me agradecem pela ligação ao final de 30 minutos de uma discussão estressante. É impressionante como os serviços de atendimento telefônico têm o poder de transformar seres humanos, supostamente inteligentes, em máquinas burras de repetir scripts de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o problema não é só da Unimed. Já tive problemas com a Telefonica, com a Net e com outras empresas que possuem esse tipo de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia estava no shopping e presenciei um pobre estrangeiro com seu cartão VISA. Pelo que pude entender, ele estava as voltas com o mesmo tipo de problema. Seu cartão internacional bloqueava a cada transação que fazia e o obrigava a ligar para o Call Center da VISA e solicitar a autorização, uma a uma. Quando o encontrei, ele já estava na 12a chamada telefônica de um torturante dia de compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a toa que os serviços de atendimento telefônico estão no topo das listas de reclamações. Eles são realmente lamentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom... Já são quase 8:30H e está na hora de tentar novamente a autorização dos exames de meu pai. Dessa vez, peço a vocês que me desejem sorte. Com certeza irei precisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5663978758021659730?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5663978758021659730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/01/call-center-de-servicos-uma-vergonha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5663978758021659730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5663978758021659730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2011/01/call-center-de-servicos-uma-vergonha.html' title='Call Center de Serviços - Uma Vergonha Universal'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8194690947488894093</id><published>2010-12-26T11:07:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T21:24:38.378-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Como ser um Executivo</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre recebo e-mail de pessoas perguntando o que fazer para ser um executivo e decidi escrever um pouco sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição de executivo não é exatamente uma carreira. Ela é resultado de sucessivos passos em qualquer carreira técnica onde o profissional assume responsabilidades sobre outras pessoas ou sobre questões mais estratégicas na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é necessário ter formação acadêmica de administração para ser um executivo. Na verdade a maioria dos executivos do mercado se especializaram nos temas de administração vários anos depois de se formarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser um executivo de valor para a organização é necessário dominar o ambiente político e técnico da mesma. Um executivo que não conhece como as coisas funcionam tecnicamente terá dificuldades em gerenciar os processos. Ao mesmo tempo, um excelente técnico que não saiba administrar o ambiente político terá muitas dificuldades para levar adiante suas ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor caminho para quem está começando é na área técnica. Afinal, são os técnicos que fazem as coisas acontecerem no dia a dia da empresa. Um hospital, por exemplo, precisa de bons médicos e enfermeiros. Uma agência de propaganda precisa de bons criadores e diagramadores. Uma empresa de vendas, precisa de grandes vendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, os técnicos evoluem em suas carreiras e assumem novas funções. Essas funções podem ser cada vez mais técnicas e especializadas ou podem migrar para a área de administração. No primeiro caso vão se formando os especialistas, profissionais de alto valor de mercado por dominarem determinado assunto com profundidade e destreza. No segundo caso, vão se formando os executivos da organização, profissionais que dominam tecnicamente os processos mas que vão aos poucos assumindo funções mais ligadas a aspectos administrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns especialistas também assumem funções administrativas e, portanto, podem ser considerados executivos. Outros preferem manter sua carreira puramente técnica, sem assumir funções administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo, portanto, vai sendo&amp;nbsp;formado ao longo dos anos. É um erro achar que se pode formar um executivo nas salas de aula. É&amp;nbsp;recomendável alguns&amp;nbsp;anos de experiência&amp;nbsp;antes de&amp;nbsp;assumir funções mais estratégicas e gerenciais em uma organização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pretende ser um bom executivo, antes de tudo escolha uma carreira técnica a seguir e se dedique com empenho na área escolhida. Em seguida, procure um emprego que permita você continuar seu aprendizado e adquirir experiência. Procure aproveitar ao máximo as oportunidades de aprendizado na empresa e não se furte dos desafios. Os profissionais mais disponíveis para encarar desafios e assumir responsabilidades são os que em geral se transformam em executivos mais rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que suas responsabilidades estiverem sendo direcionadas para a área mais administrativa, recomendo que você faça um curso de especialização em administração. Existem vários cursos de MBA no mercado que atendem essa necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas me perguntam se devem fazer o MBA logo após a conclusão do curso de graduação. Sinceramente não recomendo esse caminho pois a maioria das coisas que você irá aprender não serão utilizadas no seu dia a dia imediatamente. Isso provavelmente vai ocorrer mais para frente em sua carreira, é esse será o melhor momento de fazer um curso de MBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como alternativa ao MBA, para aqueles que desejarem continuar seus estudos logo após a formação acadêmica, recomendo cursos de especialização mais técnicos, de preferência ligados ao trabalho que estão realizando. É uma forma de desenvolver habilidades mais específicas, que com certeza ajudarão no crescimento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, fica um conselho importante. Para ser um executivo de sucesso é preciso ter perseverança, equilíbrio e força de vontade. As empresas sempre valorizam os que melhor desempenham suas atividades, os que são mais esforçados e os que se integram melhor na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei o maior prazer em respondê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8194690947488894093?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8194690947488894093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/12/como-ser-um-executivo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8194690947488894093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8194690947488894093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/12/como-ser-um-executivo.html' title='Como ser um Executivo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1562842738982878441</id><published>2010-07-31T12:03:00.000-03:00</published><updated>2011-02-13T21:24:20.552-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Importância de Alinhar Expectativas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia participei de uma reunião cujo objetivo era ajustar a expectativa de um projeto de avaliação organizacional que acabara de fechar em determinada empresa.&amp;nbsp;Éramos 4 participantes, todos executivos de carreira e com pelo menos 30 anos de experiência de mercado e minha expectativa&amp;nbsp;era de&amp;nbsp;que a reunião fosse rápida, quase uma formalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início da reunião ficou claro que não seria tão simples assim. Cada participante tinha uma expectativa radicalmente diferente sobre os objetivos do projeto e a medida que as opiniões eram compartilhadas, discussões longas e acaloradas se desenrolaram durante cerca de 3 horas. O que era para ser uma reunião curta, de 30 minutos, para cumprir uma formalidade de início de projeto acabou se transformando em um debate tenso e profundo, que redefiniu de forma dramática os objetivos do projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de situação é mais comum do que se possa imaginar. Apesar de parecer frustrante ter que rever os objetivos de um projeto da primeira reunião, é muito melhor do que descobrir isso depois de já ter realizado o projeto completa ou parcialmente. Por esse motivo, sempre faço questão de iniciar os projetos com uma reunião de alinhamento de expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Alinhamento de Expectativas é para mim a tarefa mais importante de um projeto, seja ele de curto ou de longo prazo. Não vale a pena fazer qualquer esforço em um projeto antes que todos tenham a certeza do que pode ou não ser feito; dos possíveis resultados que podem ser obtidos; e dos efeitos colaterais que as ações e decisões tomadas durante o projeto poderão gerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Alinhamento de Expectativas seja efetivo é necessário que alguém faça o papel de Viabilizador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Viabilizador precisa ser muito hábil e sua atuação exige flexiblidade, rapidez de raciocínio e muita sensibilidade e a sequência do processo de Alinhamento demonstra essa necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, o viabilizador precisa trazer à tona os desalinhamentos existentes. Ele precisa destampar a panela de pressão que insiste em se apresentar como se não estivesse sofrendo tensão alguma. É preciso ter sensibilidade para perceber pequenos sinais de desconforto e habilidade para fazer com que esses pequenos sinais se&amp;nbsp;transformem em um discurso claro e objetivo, capaz de representar de forma precisa os motivos do desconforto e do desalinhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez destampada a panela de pressão, o viabilizador precisa lidar com o ruído e com a descompressão causada pelo ato de trazer à tona os desconfortos e desalinhamentos. Nesse momento, o viabilizador atua como um tradutor entre as diversas partes. Ele precisa legitimar o desconforto declarado e fazer com que os outros participantes entendam a importância de lidar com aquele problema. Ao mesmo tempo, ele tem que minimizar o impacto que as declarações de desconforto e desalinhamento costumam causar naqueles que até o momento desconheciam a existência dos mesmos. É comum que pessoas fiquem ofendidas quando desalinhamentos e desconfortos são declarados e evitar que esse tipo de sentimento invalide o trabalho de alinhamento é papel do viabilizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que os desconfortos e desalinhamentos se tornem explícitos e sejam compreendidos e legitimados por todos, eliminando qualquer tipo de ressentimento, é hora de buscar um novo alinhamento. O viabilizador passa a atuar como um facilitador do consenso, possibilitando que todos sejam capazes de dar suas opiniões e sugestões,&amp;nbsp;auxiliando&amp;nbsp;na comunicação&amp;nbsp;entre as partes, e mantendo o foco no objetivo de obter um consenso/alinhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alinhar expectativas e objetivos de um projeto é fundamental para o sucesso de um projeto. Sem esse tipo de trabalho prévio, o risco de fracasso é enorme e mesmo quando o sucesso é atingido ele o é de maneira parcial. O próprio desalinhamento inicial se encarrega de fazer com que as avaliações dos participantes sobre os resultados do projeto sejam heterogêneas sendo comum alguns participantes avaliarem o projeto como um grande sucesso e outros considerarem o mesmo projeto como um fracasso estrondoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um teste. Avalie os projetos dos quais você participou nos últimos meses ou anos. Quais deles foram considerados grandes sucessos, quais triveram seus resultados defendidos por alguns e questionados por outros ou foram considerados verdadeiros fracassos? Como era o alinhamento das pessoas em torno desses projetos? Algum projeto de sucesso possuia problemas sérios de alinhamento? Algum projeto fracassado possuía alinhamento completo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondendo a essas perguntas você com certeza verá que os projetos de maior sucesso são aqueles onde existe grande alinhamento de expectativas e objetivos das partes envolvidas. Esse alinhamento pode ocorrer no início ou ao longo do projeto, mas ele é realmente mandatório. Se ocorrer no início, muito melhor. Se não tiver ocorrido ainda, melhor que seja AGORA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei o maior prazer de ler e respondê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1562842738982878441?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1562842738982878441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/07/importancia-de-alinhar-expectativas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1562842738982878441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1562842738982878441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/07/importancia-de-alinhar-expectativas.html' title='A Importância de Alinhar Expectativas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-374775620092455533</id><published>2010-07-25T12:41:00.000-03:00</published><updated>2011-02-13T21:24:20.552-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Uma Mensagem para Felipe Massa</title><content type='html'>Olá Pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é um dia muito triste para todos que gostam de esporte. Presenciamos mais uma demonstração clara de que na Fórmula 1 as regras existem para serem burladas e que a ética passa longe das prioridades de dirigentes e pilotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem cifrada recebida por Felipe Massa no "grande" prêmio da Alemanha para que o mesmo cedesse sua posição ao parceiro da escuderia, Fernando Alonso, deixa a todos os acompanham o esporte a sensação de que a Fórmula 1 não vale a pena ser acompanhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste ver que as cenas se repetem e nada é feito para mudar. Mais triste ainda é ver pilotos brasileiros envolvidos com esse tipo de jogo sujo ano após ano. Será que a escolha de pilotos brasileiros para escuderias como Ferrari e Benetton têm relacionamento com a expectativa de que somos mais fáceis de sermos corrompidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o dinheiro fala alto, muito alto. Também entendo que o desejo de continuar participando do círculo da Fórmula 1, ainda mais em uma escuderia de ponta, pressiona qualquer piloto a fazer o possível e o impossível para manter-se bem com os dirigentes. Mas será que tudo isso vale mais do que os princípios e os valores de uma pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Felipe Massa gostaria de deixar uma mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for realmente verdade que você recebeu uma ordem para deixar o Fernando Alonso passar, deixe a cabeça&amp;nbsp;esfriar e depois denuncie toda essa farsa. Com certeza haverá um custo para você e sua carreira, mas será a única maneira de ajudar o esporte que você tanto ama. Além disso, vai lhe tornar um ídolo de fato, que merece ser admirado não somente pelo talento no esporte, mas também pela força de caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, não deixe que pessoas inescrupulosas usem você nesse jogo sujo.&amp;nbsp;Ao contrário, reaja a toda essa podridão com&amp;nbsp;a energia e a honestidade que você&amp;nbsp;demonstra ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vale a pena trocar nossos valores e princípios por fama, dinheiro ou poder. Tenha certeza disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-374775620092455533?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/374775620092455533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/07/uma-mensagem-para-felipe-massa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/374775620092455533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/374775620092455533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/07/uma-mensagem-para-felipe-massa.html' title='Uma Mensagem para Felipe Massa'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7797305352807317104</id><published>2010-05-29T19:43:00.000-03:00</published><updated>2011-02-13T21:24:20.553-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Risco de Violar Políticas Corporativas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante&amp;nbsp;minha vida profissional&amp;nbsp;presenciei inúmeras situações onde as políticas corporativas foram descumpridas. As violações variavam das mais ingênuas até alguns casos bastante graves e na maioria desses casos nada acontecia com as pessoas que transgrediam as regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei de ver pessoas que pouco respeitavam as políticas e regras de conduta seguirem carreira de sucesso sem nunca serem ao menos repreendidas. No mesmo período fui testemunha de um punhado de casos onde pretensas violações de políticas ou regras de conduta levaram bons profissionais a serem punidos exemplarmente, perdendo inclusive seus empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que diferencia o primeiro grupo do segundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha conclusão foi que o primeiro grupo é formado por profissionais da violação. Pessoas que constroem seu caminho através de transgressões constantes, que pouco se importam com a ética dos negócios e cujos objetivos são sempre obter resultados, custe o que custar. Em geral são profissionais de relacionamento fácil, que encantam seus superiores com resultados inesperados, mas que são temidos por colegas e subordinados pela forma pouco confiável como se relacionam com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o segundo grupo é formado por profissionais de boa índole, que procuram fazer o melhor para a organização, e que muitas vezes se sentem amarrados pelas limitações impostas pelas políticas. Depois de sofrerem várias vezes por seguirem regras, muitas vezes incoerentes e improdutivas, resolvem transgredir para facilitar ou viabilizar seu trabalho e pagam caro por fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é que os profissionais das trangressões se mantém firmes em suas posições apesar de toda a torcida interna da organização para que eles sejam punidos. Já os profissionais sérios que cometem deslizes são sumariamente punidos e quase nunca chegam a ser defendidos por seus colegas e subordinados, seja por medo, seja por falta de oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violar políticas corporativas e regras de conduta é sempre um erro, seja qual for a intenção da pessoa. Não se pode dizer que as empresas que punem seus profissionais por violarem políticas estejam erradas por isso. Ao contrário, seu erro reside no fato de permitirem um grande número de profissionais inescrupulosos vilarem regras embaixo dos seus narizes e não fazer nada, na maioria das vezes por pura incompetência de seus superiores e pelo medo que colegas e subordinados têm de denunciar esses indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca viole uma política. O risco é muito alto para um profissional sério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha cuidado com a proximidade excessiva com aqueles que violam políticas. Como profissionais inescrupulosos que são, existe um grande risco de que num momento de aperto eles tentem passar toda a responsabilidade para você. E acredite, eles farão isso sem qualquer remorso e de forma tão convincente que você irá parecer o verdadeiro bandido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalie a possibilidade de lutar contra os que violam políticas e quebram regras de conduta com frequência. Lembre-se da frase que diz que o mal vence quando os bons se acomodam. Ela é a mais pura verdade. Pode ser que sua reação tenha consequências negativas em sua carreira na empresa atual, mas vai valer a pena no longo prazo. Acredite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo desse blog, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei o maior prazer de ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçcos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7797305352807317104?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7797305352807317104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/05/o-risco-de-violar-politicas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7797305352807317104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7797305352807317104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/05/o-risco-de-violar-politicas.html' title='O Risco de Violar Políticas Corporativas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3575008054843495293</id><published>2010-05-23T14:58:00.003-03:00</published><updated>2011-02-13T21:23:48.316-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>O Sucesso e a Capacidade de Aprender</title><content type='html'>&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Olá,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Que a vida é um processo de aprendizado contínuo, ninguém duvida. Afinal, quando nascemos não somos capazes de fazer absolutamente nada a não ser chorar, mamar e eliminar os &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;dejetos&lt;/span&gt; de nossa alimentação. Dependemos totalmente de nossas mães e com elas iniciamos um processo longo e complexo de aprendizado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Em poucos&amp;nbsp;anos passamos de seres totalmente dependentes a &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;criaturinhas&lt;/span&gt; &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;ativas&lt;/span&gt; e cheias de mobilidade e curiosidade. No curto espaço de tempo de 2 a 3 anos aprendemos a nos alimentar, a andar, a falar e e até a identificar as primeiras palavras escritas. Um exemplo maravilhoso da capacidade de aprendizado do ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;A vida continua e entramos na fase escolar. O processo de aprendizado continua acelerado e passamos a dominar conceitos complexos como as estruturas do idioma escrito e a linguagem matemática.&amp;nbsp;Nossa habilidade&amp;nbsp;motora se aprimora a cada dia e&amp;nbsp;é nessa fase que costumam ser formar os grandes atletas do futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Se por um lado&amp;nbsp;temos uma evolução fantástica de aprendizado durante a&amp;nbsp;fase escolar, também&amp;nbsp;é nessa&amp;nbsp;etapa que surgem os primeiros sintomas de um grande mal que vai &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;solapar&lt;/span&gt; o sucesso de muita gente no futuro. É mais ou menos nessa época que começamos a acreditar que já sabemos o suficiente e de que&amp;nbsp;todo o novo aprendizado que nos é fornecido não passa de uma tortura cruel a qual nossos pais e professores nos submetem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Uma &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;característica&lt;/span&gt; da vida escolar neutraliza&amp;nbsp;em parte&amp;nbsp;comportamento inadequado de se achar sabedor&amp;nbsp;de tudo. Ao final de cada&amp;nbsp;mês ou bimestre o processo de avaliação de resultados coloca em cheque aqueles que &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;negligenciam&lt;/span&gt; a necessidade de buscar o aprendizado, fazendo-os vez por outra enfrentar a realidade de ser necessário&amp;nbsp;estudar e aprender coisas novas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;De qualquer forma, muitos&amp;nbsp;jovens se limitam ao esforço mínimo para passarem de ano e esse comportamento vai aos poucos se&amp;nbsp;tornando a maneira padrão&amp;nbsp;de funcionarem frente a oportunidades novas de aprendizado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;O descaso com o aprendizado escolar é um péssimo sinal para o futuro sucesso de um &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;profissional&lt;/span&gt; mas ainda pode ser revertido caso esse jovem desperte o real interesse por alguma área do conhecimento fora do ambiente escolar. Pode ser a música, um &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;hobby&lt;/span&gt; ou mesmo algum &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;esporte&lt;/span&gt;. Algo que o faça recuperar a vontade de aprender e de se aprimorar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Infelizmente nos dias &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;atuais&lt;/span&gt; vemos muitos jovens passando por suas &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;adolescências&lt;/span&gt; e início da vida adulta sem qualquer área de interesse maior. Em vez disso, vivem uma vida consumista, sem ideais e sem significado, onde&amp;nbsp;a importância do aprendizado é quase que totalmente esquecida e os que desejam aprender são taxados de &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;CDFs&lt;/span&gt;, &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;NERDS&lt;/span&gt; ou outros &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;esteriótipos&lt;/span&gt; piores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Como o acesso ao nível superior e cada vez menos &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;seletivo&lt;/span&gt;, esses jovens continuam a se enganar. Eles continuam acreditando que a lei do menor esforço compensa e que o importante é obter o diploma, pouco se importando com o verdadeiro aprendizado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;O resultado desse processo é desastroso. Aos poucos o jovem vai matando sua capacidade de aprender e definindo para si mesmo um futuro medíocre e sem chances de sucesso. O pior de tudo é que ele não nota que perdeu a capacidade de aprendizado e tende a acusar o sistema por suas mazelas e dificuldades de crescimento &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;profissional&lt;/span&gt;. Em vez de recuperar o tempo perdido, ele prefere criticar o modo como as coisas funcionam e assumir a arrogante posição de estar sempre certo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;O sucesso duradouro está intimamente ligado a capacidade de aprendizado do indivíduo. Não existe outro caminho e isso precisa ser entendido por todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Durante nossas vidas &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;profissionais&lt;/span&gt; novos desafios aparecerão a cada dia, exigindo que nos reciclemos e que dominemos novos conhecimentos e metodologias. A cada falha nossa, e elas serão muitas, teremos que entender seus motivos e aprender maneiras de evitar suas repetições. Nosso conhecimento será testado a todo momento e se mostrará insuficiente na maioria das novas situações. A única saída para manter o sucesso será aprender mais de tudo e sobre tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Se você quer realmente ter sucesso abra sua mente para a necessidade de aprender sempre. Posso lhe garantir que é a única maneira de chegar onde você deseja.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Abraços,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;Paulo Pinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3575008054843495293?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3575008054843495293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/05/o-sucesso-e-capacidade-de-aprender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3575008054843495293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3575008054843495293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/05/o-sucesso-e-capacidade-de-aprender.html' title='O Sucesso e a Capacidade de Aprender'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7054309847124903191</id><published>2010-04-01T09:15:00.000-03:00</published><updated>2011-02-13T21:24:38.380-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>A Importância do Olhar Externo</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui muito reativo&amp;nbsp;à contratação de empresas de consultoria. Minha percepção era de que pessoas de fora não teriam condições de entender melhor o ambiente interno das empresas do que as pessoas que lá estavam há vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar dos anos aprendi que minha percepção estava mais relacionada com a incompetência dos consultores com os quais havia trabalhado do que com a função em si e que a convicção que tinha nessa percepção vinha do grande volume de profissionais pilantras com ar de gurus e de estagiários de terno e gravata fingindo serem especialistas que existem nesse mercado de consultoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira experiência positiva com o segmento de consultoria foi com uma empresa pequena, formada por um pequeno grupo de ex-executivos de grandes empresas e que atuava&amp;nbsp;com programas de desenvolvimento organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela ocasião era&amp;nbsp;diretor de uma empresa multinacional na área de tecnologia e lembro de ter me sentido incomodado de ser convidado para mais um processo de avaliação 360 graus. Afinal, já havia participado de pelo menos três desses processos e os resultados para a organização tinham sido mínimos, algumas vezes até negativos, com chefes mal preparados descontando sua raiva de serem mal avaliados naqueles que tiveram coragem de dizer a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez foi bem diferente. O trabalho foi feito de maneira mais cautelosa e individual e a maneira como o processo foi conduzido levou aos diretores e gerentes a uma reflexão profunda e duradoura antes mesmo que os resultados das avaliações fossem conhecidos. Era como se fôssemos preparados para o choque que viria a seguir.&amp;nbsp;O resultado é que&amp;nbsp;pela primeira vez&amp;nbsp;me vi realmente orientado&amp;nbsp;a fazer uma reflexão profunda e verdadeira sobre como funcionava e como as pessoas me&amp;nbsp;observavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante era que os formulários e o mecanismo utilizado eram muito parecidos com os aplicados pelas outras empresas de consultoria. A grande diferença estava na preparação prévia feita pelos consultores e pela qualidade e experiência inegáveis que eles tinham. Sob certo ponto de vista, todo o trabalho funcionou como um grande treinamento para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde tive a oportunidade de conhecer mais consultores de qualidade em minha vida profissional e passei a admirar esse tipo de profissional e a história de vida que a grande maioria deles possui cujas principais características por mim percebidas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Foram executivos de sucesso e com atuação em diferentes áreas de diversas organizações.&lt;br /&gt;2) São estudiosos e curiosos. Adoram ouvir o que você tem a dizer.&lt;br /&gt;3) Possuem uma grande habilidade em apresentar suas idéias e adoram compartilhar seus conhecimentos.&lt;br /&gt;4) Normalmente deixaram suas carreiras por vontade própria em busca de maior realização pessoal.&lt;br /&gt;5) Possuem uma energia interna muito grande e trasmitem essa energia por onde passam.&lt;br /&gt;6) Se apresentam como verdadeiros parceiros de quem os contratam e participam ativamente dos projetos.&lt;br /&gt;7) Possuem auto-confiança elevada mas poderam o tempo inteiro sobre os riscos e as dificuldades.&lt;br /&gt;8) Normalmente são empresas pequenas e altamente especializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe algo que é comum a todos os consultores, sejam eles competentes ou não, e que realmente traz valor a quem os contrata: &lt;strong&gt;ele possuem uma visão externa dos problemas, sem estarem impregnados pelos problemas&amp;nbsp;e as angústias de quem está sob a pressão dos fatos&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade de nos aconselharmos com alguém que está mais distante e que pode avaliar os problemas de forma neutra e sem pressão faz toda a diferença. Se esse profissional for de alta qualidade e comprometido então, aí os ganhos podem ser enormes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como executivo tive a oportunidade de ver grandes transformações ocorrerem viabilizadas pela ajuda de consultores externos. Mais recentemente, atuando pessoalmente como consultor, tenho me realizado muito em ver os efeitos que sou capaz de criar nas organizações onde faço meus trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está se sentindo perdido em determinada situação ou tem sérias dúvidas de como guiar sua organização em determinada direção, avalie a possibilidade de contratar um consultor para ajudá-lo. O olhar externo desse profissional, aliado com a experiência de vida que ele possa trazer, tem grandes chances de fazer a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lembre-se que você está procurando algo muito especial. Alguém que tenha habilidade de entender o problema que você está enfrentando, que tenha&amp;nbsp;recursos suficientes para ajudá-lo a&amp;nbsp;econtrar os melhores caminhos de saída e que esteja disposto a ir mais além do que simplesmente dar palpites e aplicar metodologias enlatadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tomar a decisão de contratar um consultor, lembre-se que você está contratando um profissional e não uma empresa e faça questão de conhecer quem irá fazer o trabalho. Você somente será capaz de ouvir conselhos de alguém que lhe passe segurança e em quem você confia, mesmo que ainda não conheça muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um consultor é uma pessoa mais experiente e com mais conhecimento. Não é uma grande empresa cheia de gente em treinamento e com um&amp;nbsp;monte de formulários e de planilhas que transformam dados em recomendações pré-formatadas. Ao contrário, a consultoria é por definição uma atividade artesanal onde processos e métodos automatizados servem apenas para facilitar o processo de coleta de informações ou de análise das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um último recado. Nunca contrate um consultor para confirmar suas idéias ou apenas para justificar suas decisões pois é pura perda de tempo. Antes de contratar um profissional para fazer um diagnóstico e/ou aconselhá-lo tenha certeza de que você está preparado e aberto para ouvir o que ele tenha a dizer, caso contrário estará jogando dinheiro pela janela e ainda correrá o risco de azedar seu fígado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários a respeito desse e de outros artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei o maior prazer em responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7054309847124903191?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7054309847124903191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/04/importancia-do-olhar-externo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7054309847124903191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7054309847124903191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/04/importancia-do-olhar-externo.html' title='A Importância do Olhar Externo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-2067326438037279037</id><published>2010-03-24T09:53:00.000-03:00</published><updated>2011-02-13T21:24:20.553-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Nossos Diálogos Internos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você provavelmente já se pegou vivenciando um diálogo intenso com alguém somente na imaginação. Você fala, ouve a outra pessoa falando, mas na verdade tudo não passa de uma criação de sua própria mente. Uma criação tão verdadeira que faz com que se tenha a sensação de estar realmente vivendo aquele momento de interação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sobre esses momentos, tão frequentes em nosso dia a dia, que gostaria de conversar um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diálogos internos que praticamos todos os dias possuem grande influência na maneira como reagimos aos estímulos externos. Eles muitas vezes servem de ensaio para as situações que ainda vamos viver e nos permitem de maneira segura testar alternativas de reação a essas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um advogado que se prepara para um julgamento importante repassa centenas de vezes em sua mente trechos do julgamento que ainda não ocorreu. Ele imagina as possíveis linhas de argumentação da defesa e ensaia a forma de reagir a cada uma delas.&amp;nbsp;Ensaia a&amp;nbsp;maneira como se dirigir ao juiz e aos jurados, as palavras que deve usar. Ele repete cada cena várias vezes, como se estivesse treinando em uma academia de ginástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo interno também serve como ferramenta de materialização de um desejo. Pode parecer estranho ou até meio místico, mas existe fundamento científico para essa afirmação. O ato de viver internamente uma determinada cena de maneira repetitiva faz com que nosso subconsciente trabalhe de forma a realizar essa cena em algum momento no futuro e muitas pessoas se utilizam desse artifício como apoio em suas realizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginar a cena de aplausos após uma apresentação bem sucedida, ajuda a um apresentador iniciante a se sentir mais seguro e a se preparar para uma apresentação em público. Imaginar a cena de estar subindo no pódium ou de estar ultrapassando os oponentes, ajuda um piloto a se concentrar para uma prova de automobilismo. Imaginar um parto tranquilo ajuda a gestante a ser preparar para a chegada do novo filho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existem alguns pontos sobre os diálogos internos para os quais devemos estar alertas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) Um diálogo interno tanto pode ajudar a realizar uma cena boa quanto uma ruim.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensamos de forma repetida em possíveis desfechos negativos acabamos nos direcionando para fatos desagrádaveis. Nossa forma de pensar se torna negativa e defensiva e nosso foco sai da direção da solução e se concentra nos aspectos negativos e nos problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, evite vivenciar cenas negativas a não ser que parecam tão inevitáveis que seja mais positivo se preparar para elas do que buscar outras alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Não se esqueça que nos diálogos internos todas as falas saem de sua própria mente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando exercitamos diálogos internos com outras pessoas, é importante ressaltar que as falas da outra pessoa estão sendo criadas por você mesmo. Isso significa que as reações dessa pessoa são apenas uma criação sua a partir da avaliação que você faz dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada garante que as reações da pessoa com quem você está interagindo internamente serão as mesmas que você cria naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exercício para neutralizar esse efeito é o de imaginar o mesmo diálogo tentando rever sua avaliação sobre a pessoa com quem você está "dialogando". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente imaginar um diálogo com alguém que você acha explosivo tentando considerá-lo com uma pessoa ponderada. Você pode se surpreender com a sensação que terá a respeito do diálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas situações, simular o diálogo com outras pessoas tentando rever sua avaliação sobre essas pessoas pode ajudar a resolver conflitos e encontrar soluções realmente criativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Fuja dos diálogos internos viciados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem momento em que nossa mente insiste em fixar sua atenção em diálogos negativos e viciados. O resultado é uma sensação desagrável, que drena nossa energia o nos desvia de objetivos. Nessas situações procure desviar sua atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais dificil na tentativa de se livrar de diálogos viciados e tomar consciência de que eles nos fazem mal.&amp;nbsp;É preciso estar alerta a nossos sentimentos e sensações a todo momento para que possamos correlacionar o diálogo negativo com o mal estar que sentimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma&amp;nbsp;maneira eficiente&amp;nbsp;de se afastar de um diálogo interno viciado, desde que você seja capaz de notar que está sendo capturado por ele, é o de buscar novos focos de atenção. Mude de atividade. Procure algo novo para fazer.&amp;nbsp;Se dê um pouco de prazer inofensivo (no sentido de que não seja um prazer que aprisiona como drogas, bebidas ou coisa parecida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A não ser pelos pontos de atenção citados, use e abuse dos seus diálogos internos. Eles são uma maravilhosa ferramenta de reflexão e&amp;nbsp;uma maneira simples e eficiente de criar o futuro que desejamos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segredo é usá-los sempre de maneira positiva, criando cenas que nos trazem boas sensações momentâneas e que nos ajudam a forma um futuro mais ameno e prazeiroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe de enviar mensagens sobre esse e outros artigos. É partir da interação com vocês que dou continuidade ao trabalho desse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abs,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-2067326438037279037?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/2067326438037279037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/03/nossos-dialogos-internos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2067326438037279037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2067326438037279037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/03/nossos-dialogos-internos.html' title='Nossos Diálogos Internos'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1963363583822121243</id><published>2010-01-25T11:52:00.000-02:00</published><updated>2010-01-30T09:17:00.229-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Há Males que vêm para o Bem</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza você já passou por situações desagradáveis que preferia ter evitado.&amp;nbsp;A perda de um emprego, a decepção com um amigo, a derrota para um concorrente importante são exemplos de situações que dificilmente podem ser vistas como positivas, pelo menos imediatamente após sua ocorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pare e pense um pouco sobre cada uma das situações listadas. Será que elas são realmente tão ruins assim ou podem representar algo de bom, se vistas sob diferente ponto de vista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos tomar o exemplo de alguém que perde seu emprego numa empresa onde trabalhou por vários anos, que lhe permitiu adquirir boa experiência e acumular significativa quantia em dinheiro. Se essa pessoa aproveita o momento para abrir seu próprio negócio em uma área que tenha relacionamento com a experiência adquirida ao longo dos anos pode ser que venha a ter muito mais sucesso e realização nos anos que se seguem. Nesse caso, aquilo que se inicia como um grande problema pode se transformar apenas em um empurrãozinho necessário para que a pessoa se mova em direção a um futuro mais promissor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a perder para um concorrente? Qual o possível valor desse tipo de situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora... Quando perdemos temos a oportunidade de rever nossas estrratégias e de avaliar a maneira como fazemos as coisas, o que raramente fazemos quando estamos sempre ganhando. Perder um negócio pode representar a oportunidade de buscar novas maneiras de competir no mercado e de reagir às mudanças que ainda não tinham sido notadas ou recebido o valor devido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e o caso da decepção com um amigo, o que dizer dessa situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decepção com uma pessoa está sempre associada&amp;nbsp;à descoberta de uma característica ou comportamento que não acreditávamos ser possível&amp;nbsp;nesta pessoa. É uma questão de revisão de expectativas, normalmente causada por um evento que desvenda&amp;nbsp;essa característica ou comportamento. Assim sendo, a decepção&amp;nbsp;é apenas uma reação ao&amp;nbsp;descobrimento de algo que não era sabido, o que em si não é bom nem mal.&amp;nbsp;Na verdade, conhecer melhor os comportamentos e características de uma pessoa nos traz a oportunidade de termos um relacionamento mais produtivo e seguro com a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... Você deve estar se perguntando se as coisas funcionam realmente da maneira como apresentei nos parágrafos anteriores. Posso lhe garantir que sempre há uma maneira positiva de encarar as adversidades que você enfrenta em sua vida profissional e pessoal, assim como existem diversas maneiras negativas de avaliar os mesmos eventos. A escolha de qual visão adotar depende somente de você mesmo e será fundamental para definir suas ações perante os fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pensar que as coisas "ruins" que acontecem são uma injustiça para com a sua pessoa provavelmente irá seguir um caminho de lamentação e vitimização. Dificilmente terá uma atitude positiva e que explore as oportunidades e o resultado será provavelmente o recebimento de mais notícias ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pensar que há Males que&amp;nbsp;vem para o Bem, irá iniciar um processo de exploração das oportunidades que surgem de cada evento,&amp;nbsp;mesmo que ao princípio ele pareça "ruim". Ao explorar as oportunidades, suas ações serão na busca de soluções em torno do ocorrido e, provavelmente, essa atitude o levará a ter notícias boas em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que as notícas boas não venham rapidamente, o que às vezes acontece,&amp;nbsp;uma atitude positiva perante adversidades nos faz diminiur o foco nos problemas e nos concentrarmos mais naquilo que deve ser feito para atingir nossos objetivos. Ficamos mais protegidos contra as mazelas da vida e mais preparados para&amp;nbsp;aproveitar as oportunidades que surjam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que você&amp;nbsp;se encontrar&amp;nbsp;em uma situação que pareça ruim, pense na frase que entitula esse artido.&amp;nbsp;Se preferir, dê um&amp;nbsp;passo adiante e reforme a frase para&amp;nbsp;"Todos os males vêm para o bem.".&amp;nbsp;Você vai perceber que as coisas vão parecer melhores e evoluir de forma muito mais agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para o e-mail &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1963363583822121243?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1963363583822121243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/01/ha-males-que-vem-para-o-bem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1963363583822121243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1963363583822121243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2010/01/ha-males-que-vem-para-o-bem.html' title='Há Males que vêm para o Bem'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-9024697814692973690</id><published>2009-12-27T10:47:00.000-02:00</published><updated>2010-01-30T09:17:00.230-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>A Importância de Persistir</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz mais de um mês que não escrevo e isso me fez pensar nos projetos que abandonamos durante a vida simplesmente por desviarmos nossa atenção para outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, passei por um período um pouco mais agitado (bastante trabalho), seguido de uma viagem de mais de 20 dias ao exterior. Sinceramente, nada que impedisse minha dedicação de alguns minutos para escrever sobre algo que me parecesse interessante, mas o suficiente para fazer com que meu blog ficasse mais de um mês sem atualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje decidi retomar o processo de construção do blog e espero manter o foco nos próximos meses, mas a verdade é que abandonar um projeto é mais fácil do que se imagina, tenha ele a importância que tiver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos temos&amp;nbsp;exemplos de&amp;nbsp;projetos que julgávamos importantes em algum momento e que abandonamos sem ao menos notarmos, de forma silenciosa e displicente. Acontece com todo mundo e nem sempre representa um problema em si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes a mudança de foco é mais ou menos consciente, fruto do amadurecimento e do processo de acumulação de experiências. É o caso do menino que sonhava em ser jornaleiro por adorar ler gibis e se transforma em um escritor ou advogado ou o caso da menina que sonhava em ser médica como a mãe mas ao longo do tempo descobre sua vocação para marketing. Esses são exemplos de abandonos mais ou menos naturais, que não representam exemplos de displicência ou falta de perseverância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que dizer de planos mais importantes como fazer um curso de pós-graduação em sua área de atuação,&amp;nbsp; visitar os pais pelo menos uma vez ao ano, dedicar pelo menos algumas horas de atenção aos filhos, ou perder aqueles quilinhos que acumulou ao longo dos vinte últimos anos? Qual será o motivo para abandonarmos planos tão essenciais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos planos importantes exigem manutenção contínua ou um esforço maior concentrado por um período de tempo relativamente longo. Um curso de pós-graduação exige um período de sacrifício, onde temos que dividir nosso tempo já escasso com mais uma atividade pesada. Visitar os pais ao menos uma vez ao ano exige planejamento e disciplina e, algumas vezes, abrir mão de outros prazeres ou planos menos importantes. Dedicar ao menos algumas horas de atenção aos filhos exige disciplina e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os casos citados, persistir é ponto chave para manter o rumo. Sem persistência, o risco de nos desviarmos de nossos objetivos e, em última análise, de nossos projetos mais importantes é muito grande. Aos poucos nossos verdadeiros sonhos&amp;nbsp;são substituídos por pequenos&amp;nbsp;projetos&amp;nbsp;improvisados e nossos objetivos maiores dão lugar aos desejos mais imediatos, que nos trazem prazer no curto-prazo mas que nos afastam de nossas reais necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter o foco e persistir em seus objetivos é essencial. Refletir sobre nossas reais necessidades, priorizar nossas ações&amp;nbsp;e ajustar nossos planos conforme as coisas mudam é uma das formas mais eficientes de manter o foco e persistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se queremos algo realmente é preciso pensar sobre como chegar lá, planejar os próximos passos e analisar cada passo dado. Ações que nos afastam de nossos objetivos devem ser&amp;nbsp;reavaliadas e, sempre que possível, eliminadas. Ações que nos aproximam de nossos objetivos devem ser reforçadas e&amp;nbsp;repetidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não espere que tudo aconteça conforme seus planos. Esteja preparado para errar mais do que acertar e para muitas vezes ver seus sonhos se afastarem em vez de se aproximarem.&amp;nbsp;Não temos&amp;nbsp;controle sobre a maioria das variáveis que agem sobre nosso destino&amp;nbsp;e, por isso, temos que aceitar que nossas jornadas não serão fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditar que é possível chegar lá apesar das dificuldades e&amp;nbsp;persistir em seus objetivos é fundamental para ter sucesso. Sem persistência ficamos sem rumo, buscando sempre o caminho mais curto e menos doloroso. O resultado, a não ser por uma obra do acaso, é desviar-se do caminho&amp;nbsp;traçado e ser levado para qualquer parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você deseja defnir seu caminho e ser dono de seu destino, aprenda a persistir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-9024697814692973690?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/9024697814692973690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/12/importancia-de-persistir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/9024697814692973690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/9024697814692973690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/12/importancia-de-persistir.html' title='A Importância de Persistir'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3591604067824750177</id><published>2009-11-01T09:02:00.000-02:00</published><updated>2010-01-30T09:17:00.230-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>A Carreira de Executivo</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho recebido vários e-mails pedindo orientação sobre como seguir a carreira de executivo e resolvi esclarecer alguns pontos sobre esse tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser executivo não trata-se propriamente de uma carreira, mas sim de uma etapa da vida profissional que se caracteriza pela responsabilidade por funções gerenciais. Existem executivos em todas as carreiras e não é preciso fazer um determinado curso superior para ser um executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim,&amp;nbsp;a melhor maneira de ser um executivo de sucesso é&amp;nbsp;ser um profssional dedicado e eficiente em sua área de atuação. Além disso, é importante se interessar pelo funcionamento como um todo da organização e desenvolver habilidades pessoais e interpessoais que facilitem seu relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades típicas de um executivo&amp;nbsp;se aproximam muito das&amp;nbsp;formações acadêmicas&amp;nbsp;do tipo Administração de Empresas, mas&amp;nbsp;esse não é o único caminho para ser um executivo. Ao contrário, a maioria dos executivos de sucesso possuem formações mais técnicas relacionadas com o mercado onde atuam.&amp;nbsp;Em grandes Hospitais&amp;nbsp;vemos vários executivos&amp;nbsp;com formação&amp;nbsp;de médico; em empresas de tecnologia é comum enocntrar importantes executivos com formação em engenharia; em instituições financeiras encontramos advogados, engenheiros, médicos e outras formações nada comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente acredito que uma formação técnica em alguma&amp;nbsp;área do conhecimento é&amp;nbsp;muito importante&amp;nbsp;para&amp;nbsp;um grande executivo.&amp;nbsp;Ela pode ser adquirida durante o curso superior (desejável) mas também pode ser adquirida durante o exercício de suas funções profissionais. É isso que explica econtrarmos&amp;nbsp;engenheiros dirigindo instituições financeiras, médicos dirigindo empresas de varejo, advogados dirigindo empresas de tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, o conhecimento mais profundo do negócio é fundamental. Se você pretende ser diretor de sucesso de um grande Hospital é fundamental que saiba como o hospital funciona; quais são as maiores dificuldades e desafios dos médicos, enfermeiros e outras posições da organização; quais são as questões mais importantes que caracterizam um bom atendimento aos pacientes; entre outras particularidades. É muito mais&amp;nbsp;fácil encontrar um(a) médico(a) ou enfermeira(o) que tenha&amp;nbsp;essa visão do que um administrador de empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas conhecer&amp;nbsp;a parte&amp;nbsp;técnica do negócio não&amp;nbsp;é suficiente.&amp;nbsp;Para ser um grande executivo é preciso gostar de liderar pessoas e de tomar decisões difíceis. Além disso, é importante adquirir conhecimentos&amp;nbsp;sobre o processo de gestão de empresas, tanto do ponto de vista da&amp;nbsp;estratégia, quanto do ponto de vista administrativo/financeiro. Um excelente médico pode ser um péssimo diretor de hospital se não dominar esses assuntos de forma&amp;nbsp;satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para complementar a formação de profissionais&amp;nbsp;de área técnicas, existem cursos de pós-graduação na&amp;nbsp;área&amp;nbsp;administrativa. Eles podem ser mais ou menos especializados e é importante saber&amp;nbsp;o que realmente se deseja aprender. Existem cursos mais orientados aos processos de gestão da empresa, outros mais relacionados com a gestão de pessoas, outros ainda mais focados nas questões de administração financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um boa opção de&amp;nbsp;curso são os conhecidos como MBA (Master Business Administration). Eles costumam ser cursos de 2 anos de duração, que possuem&amp;nbsp;programa mais abrangente, abordando praticamente todos os temas relacionados com a gestão&amp;nbsp;estratégica, administrativa e financeira das organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não recomendo fazer um curso de pós-graduação logo depois da conclusão do nível superior. Acho mais importante gastar um tempo se dedicando somente ao trabalho, aprendendo o máximo possível sobre aquele segmento de mercado. Acho que essa abordagem leva a um crescimento mais acelerado&amp;nbsp;da carreira e permite confirmar o caminho que se pretende seguir na carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha recomendação é de que um curso de MBA ou equivalente deve ser feito de dois a cinco anos depois de formado. Isso vai&amp;nbsp;permitir&amp;nbsp;melhor escolha do curso a ser feito,&amp;nbsp;maior absorção da informação que será&amp;nbsp;fornecida durante o curso; e utilização mais imediata dos conhecimentos adquiridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que essas dicas possam ajudar alguns de vocês. Se tiverem dúvidas, por favor enviem um e-mail diretamente para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;. Terei muito prazer em respondê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3591604067824750177?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3591604067824750177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/11/carreira-de-executivo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3591604067824750177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3591604067824750177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/11/carreira-de-executivo.html' title='A Carreira de Executivo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8244277057220980403</id><published>2009-10-16T19:27:00.000-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:55.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Reflexões sobre o Risco</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco é parte integrante da vida de todos nós. Nos arriscamos quando atravessamos a rua, quando dirigimos nosso carro, ou até mesmo enquanto dormimos. Estamos sempre sob algum grau de risco, apesar de muitas vezes nem nos darmos conta disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como seres vivos, o maior risco ao qual estamos sujeitos é o de morrer. Ele representa a impossibilidade de uma nova chance (pelo menos nessa vida) e deixa a maioria de nós em estado de sobressalto. Mesmo assim, são inúmeros os casos de pessoas que enfrentam esse risco de maneira rotineira, o que me faz refletir sobre o que as leva a esse tipo de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a todo risco conscientemente tomado está associada uma oportunidade relevante&amp;nbsp;identificada pelo tomador do risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a sensação de liberdade e prazer que faz um paraquedista se arriscar em saltos cada vez mais altos. É o prazer de vencer que faz o piloto de corrida se arriscar a 300 Km/h em um carro de Fórmula 1. É a sensação de poder e realização que faz um executivo se arriscar na tomada de decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a oportunidade percebida não vale o risco, ou quando&amp;nbsp;a possibilidade de realização do&amp;nbsp;risco é muito alta, nossa atitude é recuar. Por mais desejoso de aventura que seja um paraquedista, a grande maioria deles jamais pularia em um dia de tempestade. Nem tampouco um piloto de Fórmula 1 mantem a velocidade quando nota que seu carro está sem freios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tomar riscos significa abrir mão de oportunidades. Pessoas que não tomam riscos são pessoas que dificilmente terão sucesso em suas vidas profissionais e pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar riscos em demasia em geral leva a grandes ganhos de curto prazo e a grandes fracassos no médio e longo prazo. Pessoas que tomam riscos em demasia costumam ter algum sucesso mas suas carreiras é frequentemente abreviada por um grande fracasso. Na vida pessoal, é comum que elas tenham uma vida mais breve ou cheguem a quebrar financeiramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber ponderar&amp;nbsp;riscos e oportunidades, fazendo escolhas que maximizem oportunidades, ao mesmo tempo minimizando riscos, é uma arte que marca a maioria das pessoas bem sucedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que existem pessoas que fazem tudo corretamente e mesmo assim perdem tudo numa decisão infeliz. Assim como existem aqueles que arriscam tudo ou nada e mesmo assim conseguem atingir o sucesso. Mas o mais comum é que as pessoas que buscam a maximização da relação oportunidade / risco sejam as que conseguem os melhores resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom começo para aprender a lidar com a relação custo / oportunidade é refletir sobre os dois lados dessa equação sempre que uma decisão precisa ser tomada. Pensar sobre o que podemos ganhar ou perder com cada decisão e qual a probabilidade de termos sucesso ou não, nos faz sentir melhor o peso de nossas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo ganhamos experiência e vamos aprendendo a dosar o peso de cada componente da balança. Se ganhamos mais do que perdemos, reforçamos nossa maneira de ponderar cada parte. Se perdemos mais do que ganhamos, buscamos um novo equilíbrio para a equação, até que comecemos a ganhar novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dica que considero importante é a de avaliar as consequências de perdermos nossa aposta. Se o resultado de um risco confirmado representar uma situação de irreversível ou de consequências muito fortes, esse risco provavelmente não deverá ser tomado, a não ser como última alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez que você tiver que tomar uma decisão, procure pensar nos riscos e oportunidades associados a ela. Você tem mais a ganhar do que a perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, escreva um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler e responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8244277057220980403?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8244277057220980403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/10/reflexoes-sobre-o-risco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8244277057220980403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8244277057220980403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/10/reflexoes-sobre-o-risco.html' title='Reflexões sobre o Risco'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-4893867341866204897</id><published>2009-09-19T09:38:00.004-03:00</published><updated>2009-11-01T08:17:11.541-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><title type='text'>Pedido de Ajuda</title><content type='html'>Olá pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que comecei a escrever nesse blog vejo que o número de leitores cresce a cada mês. No início eram algumas dezenas de visitas por mês e hoje já passam de 300 por semana, mais de 1000 por mês. Ainda assim é pouco para que eu possa investir um pouco mais no conteúdo e nos recursos de &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;interatividade&lt;/span&gt; que gostaria de &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;disponibilizar&lt;/span&gt; e por isso gostaria de fazer o pedido abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Se você gostou do conteúdo desse blog, me ajude a divulgá-lo. Você pode enviar um e-mail para seus amigos dando o endereço e pedindo para que eles &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;acessem&lt;/span&gt;, colocar o link desse blog em seu site, blog, &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;twitter&lt;/span&gt;, orkut, ou qualquer outra ferramenta de divulgação. Qualquer ajuda será mais do que bem-vinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Procurem visitar o blog com um pouco mais de frequência e, sempre que possível, me enviem e-&lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;mails&lt;/span&gt; com comentários e sugestões de artigos. A &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;interatividade&lt;/span&gt; com vocês é o meu maior incentivo pois demonstra que as pessoas estão realmente obtendo valor do que &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;escrevo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Sempre que visitarem o site, procurem sair dele clicando em um dos anunciantes. Isso me ajuda a recuperar parte dos custos que tenho para &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;mantê&lt;/span&gt;-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Grande Abraço e obrigado antecipadamente pela ajuda,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-4893867341866204897?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/4893867341866204897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/09/pedido-de-ajuda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4893867341866204897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4893867341866204897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/09/pedido-de-ajuda.html' title='Pedido de Ajuda'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-745534498301444555</id><published>2009-09-15T07:56:00.004-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:55.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Reflexões sobre o Tempo</title><content type='html'>Olá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes escutamos pessoas falando sobre a necessidade de &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;gerenciarmos&lt;/span&gt; o tempo. Mesmo compreendendo o sentido que essas pessoas pretendem dar a essa afirmação, é importante &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;refletirmos&lt;/span&gt; um pouco sobre a impossibilidade dessa frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Gerenciar&lt;/span&gt; o tempo é impossível. Ele é implacável e preciso e passa, para efeitos práticos do dia a dia, de maneira constante &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;independente&lt;/span&gt; do que possamos fazer. Não pode ser acelerado nem atrasado, tampouco pode retroagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo define a distância entre eventos. É uma entidade &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;abstrata&lt;/span&gt; e que nos ajuda a &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-corrected"&gt;sequência&lt;/span&gt; dos fatos, a &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;planejar&lt;/span&gt; nossas &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;atividades&lt;/span&gt; e identificar os ciclos de vida que se repetem. É a noção de tempo que nos permite &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;planejar&lt;/span&gt; o que faremos para atingir nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida e é essa possibilidade de &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;planejar&lt;/span&gt;/&lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;gerenciar&lt;/span&gt; nossas &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;atividades&lt;/span&gt; que dá origem a expressão &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;incorreta&lt;/span&gt; de "&lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;gerenciar&lt;/span&gt; o tempo". Tudo o que podemos &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;gerenciar&lt;/span&gt; são nossas &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;ações&lt;/span&gt; no tempo e não o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo traz consigo outros três conceitos muito importantes: passado, presente e futuro. Vale a pena &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;refletir&lt;/span&gt; um pouco sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado representa o que já aconteceu e, portanto, não existe mais. Não há como retornar ao passado a não ser recorrendo a nossa memória ou aos &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;registros&lt;/span&gt; que os eventos passados deixaram para trás. Tanto nossa memória quanto os &lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;registros&lt;/span&gt; físicos do passado (fotos, filmagens, marcas,...) representam apenas uma &lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;fração&lt;/span&gt; do que realmente aconteceu e não o fato em si, com todos os seus detalhes e dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconstruir o passado de forma completa é impossível. O que temos são apenas fragmentos de memória sobre o passado. Imagens distorcidas e incompletas que armazenamos em nossas mentes e que para complicar as coisas, são diferentes de pessoa para pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fragmentos de memória que temos sobre os fatos dependem da atenção que demos a cada detalhe e isso gera interpretações muito vezes totalmente diferentes sobre o fato ocorrido. Para um mesmo evento, duas pessoas poderão ter interpretações totalmente diferentes e igualmente válidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discutir o passado para identificar quem tem razão, culpa ou mérito  é em geral um exercício improdutivo. É perder tempo precioso e já levou a lutas e guerras das quais deveríamos nos envergonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error"&gt;Refletir&lt;/span&gt; sobre o passado, &lt;span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error"&gt;compartilhando&lt;/span&gt; fragmentos de memória de cada um, analisando os &lt;span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error"&gt;registros&lt;/span&gt; que ficaram e buscando entender as causas e &lt;span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error"&gt;consequências&lt;/span&gt; dos fatos, fez com que a humanidade evoluísse de forma surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de uma coisa não podemos nos esquecer jamais. O passado passou e não há como voltar atrás (pelo menos por enquanto...). Assim sendo, preocupar-se com o passado ou sofrer pelo que passou é perder tempo e deixar de viver o momento mais importante de nossas vidas: o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente talvez seja o conceito mais complexo relacionado com o tempo. Não nos damos conta, mas quando &lt;span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error"&gt;refletimos&lt;/span&gt; sobre o presente, na verdade estamos pensando em algo que já está no passado. Ou seja, estamos lidando com os fragmentos de memória que retivemos em relação ao que acabou de acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática não há como &lt;span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre o presente. Ele simplesmente está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguma reflexão, minha conclusão é de que o que mais nos aproxima do presente são os sentimentos e as emoções. Apesar deles próprios levarem alguns milésimos de segundo para serem percebidos, podemos de maneira simplista dizer que são eles que representam o nosso verdadeiro presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensarmos dessa maneira, o presente se resume ao que sentimos e isso nos leva a uma reflexão ainda mais profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, todos nós queremos nos sentir bem. Esse é o maior &lt;span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de todas os seres vivos e é o que buscamos desde o momento em que nascemos até a hora em que partimos dessa vida. Esse &lt;span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-error"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; existe apenas no presente, mesmo que em alguns momentos seja resultado de nossos exercícios mentais com fragmentos do passado ou visões do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver bem é maximizar os momentos de bem-estar, em &lt;span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-corrected"&gt;detrimento&lt;/span&gt; aos momentos em que nos sentimos mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que significa sentir-se bem? Bom, esse conceito deixo para um próximo artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda falta falar do futuro. &lt;span id="SPELLING_ERROR_30" class="blsp-spelling-error"&gt;Ahhh&lt;/span&gt;, o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade nua e crua é que o futuro é totalmente incerto. Não sabemos se haverá futuro. Da mesma forma que esse pode ser apenas um de meus primeiros artigos, também pode vir a ser o último. Você que me lê nesse momento, por mais velho ou novo que seja, pode ter mais alguns minutos ou vários anos de vida pela frente. Ninguém sabe quanto tempo ainda temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato do futuro ser incerto nos traz dúvida e insegurança, mas também pode trazer esperança. Só depende da maneira como pensamos no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se somos positivos quanto ao futuro, nos sentimos melhor no presente. Não importa se o futuro vai ou não existir, o que importa é que estamos maximizando nossos momentos de bem estar. Se somos negativos sobre o futuro, nos sentimos mal no presente, e vamos contra nosso maior &lt;span id="SPELLING_ERROR_31" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar positivo sobre o futuro não significa necessariamente fantasiar situações cuja &lt;span id="SPELLING_ERROR_32" class="blsp-spelling-error"&gt;probabilidade&lt;/span&gt; de ocorrer seja mínima. &lt;span id="SPELLING_ERROR_33" class="blsp-spelling-error"&gt;Planejar&lt;/span&gt; suas &lt;span id="SPELLING_ERROR_34" class="blsp-spelling-error"&gt;ações&lt;/span&gt; para atingir determinado &lt;span id="SPELLING_ERROR_35" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; desejado e visualizar-se chegando lá também cria uma imagem positiva do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_36" class="blsp-spelling-error"&gt;Planejar&lt;/span&gt; o futuro de forma positiva e &lt;span id="SPELLING_ERROR_37" class="blsp-spelling-error"&gt;trazê&lt;/span&gt;-lo ao presente sob a forma imagens é altamente positivo. Além de trazer bem-estar no presente, aumenta as possibilidades de atingirmos nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_38" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa muito se o futuro irá realmente acontecer da maneira que visualizamos. O ato de visualizar algo positivo para o futuro já nos traz bem-estar no presente e esse ato repetido ao longo de nossa existência maximiza nosso bem-estar ao longo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupar-se com o futuro é, assim como no caso do passado, uma grande perda de tempo. Traz mal-estar para o presente e nos faz pensar em modo negativo. Em resumo, vai contra nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_39" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir, deixo as seguintes dicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva o presente com intensidade e busque sempre o bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_40" class="blsp-spelling-error"&gt;Reflita&lt;/span&gt; sobre o passado sempre em busca de aprendizado e nunca para se lamentar ou trazer de volta sentimentos negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_41" class="blsp-spelling-error"&gt;Planeje&lt;/span&gt; o futuro de forma positiva. Visualize-se atingindo seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_42" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; e traga essa sensação para o presente. Ela vai ajudá-lo a construir um futuro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em recebê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-745534498301444555?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/745534498301444555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/09/reflexoes-sobre-o-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/745534498301444555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/745534498301444555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/09/reflexoes-sobre-o-tempo.html' title='Reflexões sobre o Tempo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-4675079277321164993</id><published>2009-08-22T10:44:00.004-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:31.216-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Desenvolvendo Atletas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pratica ou acompanha algum &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;esporte&lt;/span&gt;? Se o faz, deve saber da importância que tem o &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;treinamento&lt;/span&gt; na vida de um praticante de &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;esportes&lt;/span&gt;. É sobre o papel do treinador e da analogia que existe entre ele e os líderes empresariais que gostaria de conversar hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como um treinador de futebol ou &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;volei&lt;/span&gt;, um líder empresarial é responsável por desenvolver sua equipe, tanto individualmente quanto &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;coletivamente&lt;/span&gt;. Ele precisa dar conforto e segurança a seus atletas, mas sabe que só será capaz de bater seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;concorrrentes&lt;/span&gt; se souber levá-los a um patamar superior de competitividade que esteja acima dos opositores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser vencedor, um treinador precisa testar e estender os limites de seus atletas todo o tempo, aprimorando-os a cada ciclo, buscando sempre algo mais. Esses limites não são fáceis de serem ultrapassados, nem tampouco agradáveis de serem atingidos. Eles representam privações e dor, aumentam o &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;estresse&lt;/span&gt; físico e mental e testam a capacidade de cada um em se manter motivado na busca de seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível desenvolver atletas sem testar limites. Não é possível testar limites sem gerar desconforto. Não é possível gerar desconforto e manter motivação se não houver confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom técnico exige de seus atletas até onde sabe que eles serão capazes de suportar. Ao mesmo tempo é capaz de &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-corrected"&gt;fazê&lt;/span&gt;-los atingir limites que eles mesmos não acreditavam ser capazes. Ele os desafia a todo momento e impõe metas e &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; nem sempre &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;aceitos&lt;/span&gt; de maneira tranquila. Um bom técnico é admirado e querido por sua equipe, mas muitas vezes desperta sentimentos nem tão positivos assim. Como ouvi de uma professora há algum tempo, ele tem um molho tipo agridoce, adocicado mas ao mesmo tempo ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto chave da relação de um técnico com seus liderados é a confiança mútua. A equipe precisa confiar em seu líder e acreditar que todo o sofrimento imposto tem como &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; o desenvolvimento e o sucesso. Por outro lado, o líder precisa confiar em seus liderados e acreditar que eles estão totalmente alinhados com seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para obter a confiança da equipe não é necessário ser amável o tempo todo. Na verdade, muitos dos grandes técnicos que conhecemos passam longe da definição de amável. O mais importante é ser previsível, coerente e justo. É seguir um conjunto simples e &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;direto&lt;/span&gt; de valores positivos em todas as suas decisões, reagindo de maneira clara e &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;objetiva&lt;/span&gt; ao desenrolar dos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um líder que é sempre amável (doce) &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;dificilmente&lt;/span&gt; irá mover seus liderados além dos limites. Para levá-los a novos patamares ele precisa demonstrar sua acidez (dureza) e discutir de forma clara e &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;objetiva&lt;/span&gt; os erros e acertos de sua equipe. Se está errado ele precisa dizer isso sem meias palavras. Se há maneiras de fazer melhor, precisa criticar a forma como foi feito. Se faltou empenho e atenção, isso precisa ser dito e discutido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A acidez do líder cria o movimento e faz com que as pessoas se desenvolvam. Sua doçura cura as feridas causadas pelas lutas do dia a dia e reforça o cimento da confiança que a equipe tem em sua liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolver atletas é como desenvolver funcionários e líderes empresariais são como técnicos de futebol. Os uniformes e as regras do jogo são totalmente diferentes, mas as bases do relacionamento entre líder e liderados são &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;exatamente&lt;/span&gt; as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-4675079277321164993?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/4675079277321164993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/08/desenvolvendo-atletas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4675079277321164993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4675079277321164993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/08/desenvolvendo-atletas.html' title='Desenvolvendo Atletas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1941195416981858782</id><published>2009-08-18T09:15:00.002-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:55.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Incerteza do Futuro</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das habilidades mais presentes na vida dos executivos é a capacidade de antever e se preparar para o futuro. Somos treinados e preparados para prever quanto iremos vender, que produto ou serviço terá mais sucesso, quais as chances de fechar determinado negócio, e assim por diante. Além disso, somos mestres e preparar e executar planos que vão desde algumas semanas até vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada de errado em &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;planejar&lt;/span&gt; o futuro e se preparar para ele. Ao contrário, é uma das habilidades que qualquer empresa almeja em seus executivos. Mesmo para a vida pessoal, o &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;planejamento&lt;/span&gt; e a disciplina com o mesmo podem representar uma vida com menos imprevistos, mais conforto e tranquilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há uma coisa que não podemos nos esquecer jamais. Os planos são apenas o caminho que desejamos seguir no momento inicial da jornada. Ao longo do &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;trajeto&lt;/span&gt;, imprevistos irão ocorrer e os planos devem ser ajustados a eles sob o risco de transformarmos desejos em grandes frustrações ou mesmo em pesadelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o exemplo de um rapaz que acaba de constituir sua própria família e &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;planeja&lt;/span&gt; ter filhos e &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;proporcionar&lt;/span&gt; a eles conforto e tranquilidade. Um plano simples e muito comum que provavelmente foi, é ou será um dos planos de cada um de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ter filhos é uma coisa mais ou menos natural, esse rapaz concentra toda sua energia na busca da estabilidade financeira para sua família. Ele entende que sem dinheiro não é possível ter conforto no mundo moderno e sai em busca de crescimento &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;profissional&lt;/span&gt; e de posições mais valorizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro filho nasce e esse rapaz, agora já se tornando um senhor de 30 anos, já é gerente de uma grande empresa. Seu salário é suficiente para adquirir seu primeiro apartamento, pequeno mas confortável, em um bairro de classe média. Sua agenda, como de qualquer gerente de médio escalão, é cheia de compromissos e se estende muito além do horário comercial. Sobra pouco tempo para apreciar seu filho e mesmo a esposa  ele vê somente algumas vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passa, o salário aumenta e a família cresce. O filho mais velho já é um &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;meninão&lt;/span&gt; e o segundo filho, &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;recém&lt;/span&gt;-chegado, já se aloja no quarto do irmão com um grande intruso. O apartamento é trocado por um maior, mais confortável e em um bairro mais nobre. A família compra seu segundo carro e o primeiro é substituído por um modelo mais novo e maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo parece correr as mil maravilhas, totalmente dentro dos planos, não fosse um detalhe fundamental: os já dez anos de dedicação intensa ao trabalho feriram de morte a relação do casal e por mais que eles tentem reaver a relação inicial, não existe mais volta. Eles decidem se separar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Plano inicial de ter uma família feliz e uma vida confortável desmorona em apenas uma semana. O carinho se transforma em ressentimento, os advogados entram em cena para definir o novo arranjo a ser implantado. O apartamento novo fica com a mãe e com os filhos, os carros são divididos, uma pensão é definida para dar sustento e educação aos meninos, e uma agenda de visitas aos filhos é estabelecida. O que era para ser uma família se transforma em um contrato de convivência forçada e na necessidade pensar em um novo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história que acabo de relatar se encaixaria em menor ou maior grau às histórias de muitos executivos que conheci. Na verdade, sem o desfecho que apresento, se aproxima até mesmo de minha própria história e, tenho certeza, provavelmente na de muitos de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que fica é o que aconteceu de errado? Por que um plano tão simples e &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-corrected"&gt;despretensioso&lt;/span&gt; pode dar tão errado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta me parece estar no foco demasiado no plano em si em detrimento do &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; final. Nossa vontade de fazer do nosso jeito e de mostrar que estamos certos faz com que esqueçamos do mais importante, o nosso &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando isso acontece, a criatura (nosso plano) escraviza o criador e somos levados a caminhos que nunca imaginamos percorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso aceitar que o futuro é incerto e que não temos como &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;planejar&lt;/span&gt; tudo com detalhes. Se não somos capazes de garantir que estaremos vivos amanhã, como podemos acreditar em nossos planos ao ponto de abandonar o presente e se concentrar somente no futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;Planejar&lt;/span&gt; é saudável e, como disse no início, pode ajudar a ter uma vida mais tranquila. No entanto, é preciso viver a única coisa que temos como certa que é o momento presente. Ele não pode ser substituído nem recuperado. Ele existe por uma &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;fração&lt;/span&gt; de segundo e se transforma em passado, deixando em nossa memória uma marca indelével, que pode ser boa ou má dependendo de nossa atitude perante o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver o presente com plenitude deve ser sempre nosso maior &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt;. &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;Compatibilizar&lt;/span&gt; o prazer de viver o presente com a preparação do futuro deve vir em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olho no futuro nos ajuda a limitar o desejo pelo prazer imediato e, mais importante, nos faz sentir prazer em viver as dificuldades. Por outro lado, pensar somente no futuro nos faz perder a beleza do momento presente e não garante que o futuro ocorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, os princípios e valores voltam a cena. Eles são a principal ferramenta para guiar nossos planos futuros e nosso comportamento no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;planeje&lt;/span&gt; seu futuro guiado por seus princípios e valores, dessa forma você garante que seu plano o leva a seu &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; maior de vida. Durante toda a vida, verifique se seu plano continua alinhado com eles e, caso note algum desvio, faça os ajustes devidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se esqueça de viver intensamente o presente pois, como disse anteriormente, ele é sem dúvida a coisa mais importante de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber se sua atitude no presente está alinhada com seus planos, consulte seu conjunto de valores e princípios. Se o seu prazer imediato está alinhado com eles, viva-o com intensidade e desfrute desse momento. Caso contrário, coloque foco nos seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de longo prazo e em seu plano de &lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;ação&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dicas acima não são certeza de um futuro melhor, afinal incerteza e futuro são conceitos intimamente conectados. No entanto, podem ajudar muito a viver melhor o presente e a aumentar as chances de termos mais momentos felizes no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários a fazer sobre esse e outros artigos, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em respondê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;Abs&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1941195416981858782?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1941195416981858782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/08/incerteza-do-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1941195416981858782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1941195416981858782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/08/incerteza-do-futuro.html' title='A Incerteza do Futuro'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1130049701343147318</id><published>2009-07-30T10:22:00.009-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:31.216-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Elogiar Comportamentos e não Pessoas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem pessoas que se destacam pela habilidade em aprender coisas novas rapidamente. São capazes de enfrentar qualquer desafio e se sair bem; possuem uma facilidade incrível para encontrar soluções; e, em geral, estão sempre com uma resposta na ponta da &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;língua&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria delas se destaca pelo alto nível de curiosidade e auto-confiança, o que lhes impulsiona em &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;direção&lt;/span&gt; a riscos e desafios maiores, que se bem administrados, permitem que seu desenvolvimento pessoal e &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;profissional&lt;/span&gt; seja diferenciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por demonstrarem destreza e prontidão para qualquer nova tarefa, essas pessoas tendem a ser mais solicitadas pelos superiores e colegas, costumam receber os maiores desafios e, como resultado de suas realizações, também são mais elogiadas e recompensadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe nada de mal em recompensar ou elogiar um bom trabalho. É importante informar as pessoas sobre o seu desempenho e reforçar os comportamentos positivos. Um elogio bem colocado faz com que a pessoa se sinta recompensada pelo esforço e motive-se a se desenvolver ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema começa quando os elogios passam a ser &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-corrected"&gt;frequentes&lt;/span&gt; demais, ao ponto de fazer com que a pessoa se sinta diferente das outras, como se tivesse poderes ou talentos &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-corrected"&gt;sobre naturais&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é verdade que existem pessoas mais talentosas do que outras em determinadas áreas do conhecimento, também é verdade que esse talento é muito mais fruto do esforço e dedicação do que de &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;características&lt;/span&gt; natas. Um bom músico pode ter recebido alguma ajuda da carga hereditária, mas com certeza sua destreza e habilidade são muito mais o fruto de anos de estudo e &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;treinamento&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elogiar uma pessoa sem fazer vínculo com o esforço para atingir determinado resultado é reforçar a imagem de que essa pessoa é melhor do que as outras, de que possui &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;características&lt;/span&gt; superiores aos outros colegas. É um erro grave e que pode levar a comportamentos bastante inadequados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que é elogiada constantemente  sem motivos claros, tende a se convencer de que é realmente melhor do que as outras. Ela passa a acreditar que é capaz de fazer qualquer coisa sem se esforçar muito. Além disso, por ser melhor do que as outras, entende que merece tratamento diferenciado, &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;independente&lt;/span&gt; do seu nível de comprometimento e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se elogiar é importante para demonstrar reconhecimento por um trabalho bem realizado e faz com que as pessoas se motivem a buscar maior desenvolvimento, por que em alguns casos ele pode gerar tantos problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta está no alvo do elogio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elogiar um determinado comportamento que leva a resultados positivos é muito importante, pois reforça a necessidade de desenvolver ainda mais esse comportamento. Por outro lado, elogiar a pessoa sem fazer vínculo com um comportamento reforça a imagem de que a pessoa é boa, &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;independente&lt;/span&gt; de seus comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elogio &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;indiscriminado&lt;/span&gt; cria um sentimento de determinismo e predestinação muito perigoso. Aos poucos, a pessoa pode se convencer de que é realmente superior aos outros e passa a tratá-los como seres inferiores. Sua capacidade de auto-crítica vai se reduzindo, levando a resultados muito negativos em sua carreira &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;profissional&lt;/span&gt; no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior de tudo é que as mudanças geradas pelo excesso de elogios tendem a levar essa pessoa ao extremo oposto. Seu comportamento inadequado, fruto de elogios inadequados, faz com que a avaliação de seus colegas e superiores mude rapidamente e os elogios se transformem em críticas pesadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elogios sobre a criatividade e a rapidez da pessoa são &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;complementados&lt;/span&gt; com duras críticas sobre a arrogância e intolerância da pessoa. Mais uma vez, a pessoa é tomada como alvo e não seus comportamentos, o que vai criando uma imagem distorcida e &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-corrected"&gt;irreversível&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é muito mais fácil aceitar elogios do que críticas, a pessoa &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;afetada&lt;/span&gt; inicialmente com o excesso de elogios tende a negar as críticas recebidas. Ela entende as críticas como demonstrações de inveja e raiva de seu talento diferenciado, o que acirra ainda mais os efeitos negativos do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reverter esse quadro é preciso mudar o paradigma. É preciso deixar de elogiar e criticar pessoas e se concentrar nos comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense bem na forma como está elogiando ou criticando as pessoas com quem convive. Você pode ajudá-las a se desenvolver ou levá-las a se enganar, dependendo da forma como exerça o seu direito de elogiar ou criticar. Ao mesmo tempo, procure analisar os elogios e criticas que recebe e fazer um vínculo dos mesmos com seus comportamentos. Isso vai ajudá-lo a evitar os efeitos negativos dos elogios e criticas pessoais que porventura receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários ou sugestões sobre esse ou outros artigos, escreva para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler e responder seus e-&lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;mails&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1130049701343147318?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1130049701343147318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/07/elogiar-comportamentos-e-nao-pessoas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1130049701343147318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1130049701343147318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/07/elogiar-comportamentos-e-nao-pessoas.html' title='Elogiar Comportamentos e não Pessoas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8661428702580805637</id><published>2009-07-20T09:44:00.002-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:31.217-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Tocando o Coração das Pessoas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje gostaria de falar de um desejo muitas vezes oculto de quase todos os líderes: o de tocar o coração das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais duro e frio que possa parecer um executivo, acredite, existe por baixo daquela armadura um ser humano sensível e frágil como qualquer outro. Alguém que deseja ardentemente ser admirado por seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;atos&lt;/span&gt; e que precisa de reconhecimento e amparo como qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma reclamação constante entre altos executivos é sobre a sua incapacidade de fazer com que as pessoas compreendam suas reais intenções e &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt;. Eles se ressentem de não conseguir convencer as pessoas a seguirem o caminho que julgam ser o melhor para a organização e de não conseguirem "tocar" o coração das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é que esses mesmos executivos relatam já terem sido capazes de fazer isso no passado, o que os leva a sentir uma frustração ainda maior. Afinal, será que eles perderam sua capacidade de liderar e de fazer com que as &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-corrected"&gt;pessoas&lt;/span&gt; se mobilizem em torno de um &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; comum?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha experiência pessoal diz que a dificuldade está associada ao distanciamento natural que existe entre os líderes e liderados conforme a organização cresce. Uma coisa é liderar um punhado de pessoas, suficiente para contar com os dedos da mão, outra coisa bem diferente é liderar uma legião de dezenas, centenas ou milhares de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tocar" o coração de cinco ou seis pessoas é relativamente fácil para um líder dedicado. Ele tem tempo para falar com cada um e pode garantir acesso a todos sempre que necessário. Sua proximidade com as pessoas o permite sentir como reagem a suas &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;ações&lt;/span&gt;, permitindo que ele ajuste sua maneira de agir e falar, dando a ele o direito de errar e corrigir seus erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a organização cresce ou a carreira o leve a posições mais altas, a distância para as &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;pesssoas&lt;/span&gt; aumenta. Seus defeitos e virtudes, seus erros e acertos, são amplificados ou atenuados de forma dramática, distorcendo totalmente sua imagem perante os liderados. É como se sua identidade fosse &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-corrected"&gt;substituída&lt;/span&gt; pela de outra pessoa, um impostor que lhe toma a posição e passa a liderar sua organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse momento, o executivo inicia um processo de perda &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;gradativa&lt;/span&gt; do controle da situação. Em alguns momentos é julgado como fraco e omisso, quando sua intenção era dar uma chance às pessoas. Em outros é considerado demasiado duro, quando seu &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; era preservar o todo, mesmo que ao sacrifício de alguns. Parece que tudo o que faz é entendido de maneira contrária pelas pessoas, o que no fundo é a mais pura realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frustração de não ser entendido cresce e começa a alterar sua forma de &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;atuar&lt;/span&gt;. Surge um novo líder, pior do que o antigo, normalmente mais duro e intransigente. Ele se cansa de tentar convencer as pessoas e passa a ser mais autoritário e impaciente. Seu afastamento e isolamento aumentam e a comunicação entre líder e liderados se torna praticamente inviável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O afastamento leva a problemas de comunicação ainda maiores, que aumentam a frustração, que por sua vez faz com que o líder procure ainda mais isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais interessante é que a dinâmica apresentada acima não necessariamente leva a um desastre em termos de resultados. A competência individual do líder e de seus liderados e a vontade de provar serem capazes de vencer os desafios, faz com que os resultados se mantenham e, algumas vezes, até se aprimorem. As pessoas trabalham menos felizes, mas continuam a produzir e a entregar o que lhes é cobrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa aparente desconexão faz com que muitos líderes cheguem a conclusão de que o afastamento e o isolamento não sejam tão ruins assim. Alguns chegam a acreditar que essa é a forma mais sensata e madura de lidar com a organização e de que a proximidade "excessiva" que tinham no passado eram uma &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;característica&lt;/span&gt; de um executivo ainda jovem, que não sabia como lidar com grandes organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é assim que penso. Ao contrário, sou dos que acreditam que o afastamento e o isolamento do líder sempre representam uma perda para a organização. Se os resultados ainda são bons com tanta dificuldade de comunicação, como seriam se a comunicação fosse &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;efetiva&lt;/span&gt; e o líder voltasse a "tocar" o coração das pessoas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que as organizações de maior sucesso, possuem uma quantidade maior de líderes que "tocam" o coração das pessoas, que não possuem vergonha de serem próximos aos liderados e que fomentam a comunicação verdadeira e franca em suas organizações. Líderes mais disponíveis são naturalmente mais verdadeiros e confiáveis, obtendo credencial para conseguirem maior esforço e dedicação das pessoas. Além disso, líderes que se sentem compreendidos sentem-se menos frustrados, ampliando seu potencial de criar e desenvolver o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe um ponto a mais a favor dos líderes que "tocam" o coração de seus liderados. Eles sentem-se mais felizes e realizados, alimentando e libertando o ser humano escondido &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-corrected"&gt;em baixo&lt;/span&gt; de suas armaduras de heróis. Em última análise, sentem-se mais próximos de suas missões de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler e responder sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8661428702580805637?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8661428702580805637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/07/tocando-o-coracao-das-pessoas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8661428702580805637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8661428702580805637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/07/tocando-o-coracao-das-pessoas.html' title='Tocando o Coração das Pessoas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3686388250656630869</id><published>2009-06-15T18:18:00.002-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:55.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Desenvolvendo Habilidades</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento de habilidades dificilmente será um caminho de pouco trabalho. Para atingir destreza em determinada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;atividade&lt;/span&gt; são necessárias muitas horas de dedicação e um número enorme de repetições. Também é preciso ser persistente, encarar de frente as dificuldades e lidar com a frustração dos primeiros resultados negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum observarmos as pessoas de sucesso e admirarmos seu talento como se o mesmo fosse dado a eles de presente. Em alguns casos, chegamos mesmo a comentar o quanto poderíamos ter sucesso equivalente se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tivéssemos&lt;/span&gt; tanto talento quanto essas pessoas. Um grande equívoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vemos um jogador de futebol serpenteando pelo campo com a bola quase grudada em seus pés ou quando assistimos um músico tocando com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;maestria&lt;/span&gt; determinada melodia, estamos presenciando o resultado de anos de dedicação e esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que nossas características natas podem influenciar nosso potencial de desenvolvimento, mas os exemplos mais variados demonstram que sua importância no resultado final é mínima. Se não fosse assim, como poderia ser possível uma pessoa sem braços tocar violão com desenvoltura ou um surdo ser capaz de compor músicas capazes de atravessar séculos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecer que aquilo que costumamos chamar de talento nada mais é do que o reconhecimento de uma habilidade adquirida após muito esforço e dedicação, nos leva a algumas conclusões importantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - O talento é fruto do trabalho e não algo com que nascemos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - O trabalho duro é o único caminho para obter destreza em determinada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;atividade&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Como trabalhar duro é uma opção individual, ter talento (destreza) em determinada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;atividade&lt;/span&gt; é uma questão de escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se é assim, o que nos impede de desenvolver novas habilidades ou aprimorar ainda mais as habilidades já adquiridas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta me parece óbvia. Não fazemos por que dá muito trabalho. Mais do que estamos dispostos a pagar para termos acesso ao talento que dizemos desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se realmente quiséssemos ser um músico poderíamos chegar lá. Mas para isso seria necessário escolher uma escola de música, frequentá-la de forma religiosa, treinar horas a fio por dia, abrir mão de outros compromissos e interesses, enfim, trabalhar duro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando queremos realmente, não existem obstáculos que não possam ser ultrapassados. Somos tenazes e persistentes, nos dedicamos de forma incansável e fazemos qualquer loucura para conseguirmos nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetivos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de desenvolvimento de uma habilidade deve passar por uma análise anterior sobre a importância dessa habilidade para nosso sucesso profissional ou pessoal. Não adianta desejar desenvolver uma habilidade se não estivermos convencidos da importância de tê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que estejamos convencidos da importância de desenvolver determinada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;atividade&lt;/span&gt; é hora de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;planejar&lt;/span&gt; as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ações&lt;/span&gt; que levarão ao desenvolvimento e estabelecer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de curto, médio e longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De posse da primeira versão de um plano de desenvolvimento é hora de se colocar em movimento e suar a camisa de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dificuldade encontrada, lembre-se da importância de seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;objetivos&lt;/span&gt;. É o sentimento de importância que fará você enfrentar as dificuldades e lidar com a frustração de suas derrotas iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procure acompanhar seus resultados de forma frequente. Compare sua evolução real com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;planejada&lt;/span&gt; e faça os devidos ajustes no plano de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite modificar seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;objetivos&lt;/span&gt;. Se não for possível &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;atingí&lt;/span&gt;-los no prazo esperado, faça um ajuste no prazo, mas evite mudar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;objetivo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca se esqueça dos motivos que o levaram a buscar o desenvolvimento de suas novas habilidades. Eles serão os seus melhores aliados nessa jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3686388250656630869?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3686388250656630869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/06/desenvolvendo-habilidades.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3686388250656630869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3686388250656630869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/06/desenvolvendo-habilidades.html' title='Desenvolvendo Habilidades'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5862779410185896496</id><published>2009-06-09T20:30:00.002-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:14.912-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Que Caminho Escolher</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje gostaria de escrever para os futuros executivos do país. Aqueles que estão prestes a tomar uma das decisões mais importantes de sua vida, a escolha de uma formação universitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada gostaria de dizer que não há nada de errado sentir-se inseguro e indeciso nesse momento, afinal são raros os casos em que a escolha de uma profissão é feita com total certeza e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indecisão e a insegurança são sentimentos até certo ponto positivos no processo de escolha de uma profissão, pois nos ajudam a pensar de maneira mais cautelosa e avaliar todas as possibilidades antes de dar um passo tão importante para as nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante é reconhecer que a escolha de um curso universitário é somente o primeiro passo de uma profissão que irá se desenvolver por décadas. Ele não determina a &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;direção&lt;/span&gt; final da jornada, mas apenas a &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;direção&lt;/span&gt; de seus primeiros anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um médico pode tornar-se um grande político. Um engenheiro pode ser um grande empresário do &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;setor&lt;/span&gt; de alimentos. Um &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;arquiteto&lt;/span&gt; pode se tornar um administrador de empresas de sucesso. Um jornalista pode destacar-se como um importante analista financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que nossa história de vida vai sendo construída ao longo dos anos, a cada decisão que tomamos. E acredite, daqui para frente o número de decisões a tomar vai aumentar a cada dia, levando-o a caminhos que você nem imaginou um dia trilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante no processo de escolha de uma profissão é ter certeza de que a decisão está sendo sua. Por mais que nossos pais, tios, irmãos e amigos possam ajudar no entendimento das opções, eles não devem ser os responsáveis pela decisão final. Ela é sua e tem que ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou defendendo que você se isole do mundo e deixe de ouvir aqueles em quem confia. Ao contrário, minha sugestão é de que você ouça a todos e pergunte tudo o que possa perguntar. Utilize as fontes que puder para entender o que são as profissões e o que fazem os respectivos profissionais. Apenas tenha certeza de que sua decisão seja pessoal, livre da interferência de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha cuidado com o excesso de preocupação com o sucesso financeiro. Belas carreiras de sucesso já foram abortadas pelo medo de escolher uma profissão que não dá dinheiro e isso é uma verdadeira lástima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que o sucesso e o fracasso estão presentes em todas as profissões e que existem exemplos de profissionais bem e mal remunerados em todas as áreas do conhecimento. A escolha de uma profissão não representa o ingresso automático a um emprego bem remunerado, muito menos a maldição de ser mal remunerado para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se preocupe demais com a popularidade da profissão que vai escolher. Há vinte anos atrás, quando me formei em engenharia &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;elétrica&lt;/span&gt;, as oportunidades de emprego eram limitadas para esse tipo de profissional. Hoje em dia, um engenheiro &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;elétrico&lt;/span&gt; competente é &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;disputadíssimo&lt;/span&gt; no mercado. Da mesma forma, existem profissões que foram grande sucesso no passado que hoje estão saturadas ou em declínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de se preocupar com a popularidade ou com o potencial financeiro da profissão, procure dar foco às suas preferências e áreas de interesse. Afinal, se você quiser ser um profissional de sucesso, terá que dedicar milhares de horas de estudo no campo de conhecimento escolhido. Algo que só será capaz de fazer se tiver algum prazer nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as opções que mais o atraem, investigue mais a fundo as possibilidades de trabalho e o tipo de trabalho que os profissionais dessas áreas realizam. Navegue na &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;internet&lt;/span&gt; e leia tudo a respeito das áreas de conhecimento que mais o atraem. Se possível converse com pessoas que já estejam trabalhando e pergunte a elas tudo o que desejar. Se puder visitar os locais de trabalho e vê-las em &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;ação&lt;/span&gt; um pouco, melhor ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;refletindo&lt;/span&gt; sobre o assunto, você notará que as opções irão se reduzindo e que algumas vão parecer mais interessantes do que outras. Continue o refinamento até que você esteja razoavelmente certo do caminho a escolher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente a insegurança e a indecisão continuarão a martelar em sua cabeça mesmo depois da escolha feita. Não se preocupe, é assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continue em frente. Leve a insegurança e a incerteza contigo nessa jornada, mas não deixe de ir em frente. Você verá que aos poucos a vida irá &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-corrected"&gt;conduzi&lt;/span&gt;-lo para o caminho certo, que poderá ou não ser próximo ao inicialmente idealizado, mas que com certeza será o seu caminho, aquele que você escolheu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande Abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5862779410185896496?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5862779410185896496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/06/que-caminho-escolher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5862779410185896496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5862779410185896496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/06/que-caminho-escolher.html' title='Que Caminho Escolher'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7807895954124357310</id><published>2009-05-25T09:59:00.002-03:00</published><updated>2009-11-01T08:16:14.912-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Decisões Difíceis</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que tomar decisões difíceis várias vezes durante nossa vida profissional. Questões como aceitar ou não uma oferta de emprego, demitir ou não um funcionário, optar por uma estratégia de abordagem de mercado, são exemplos de algumas delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como saber que estamos tomando a decisão correta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é não há como saber. Seja por que muitas vezes a afirmação decisão correta não se aplica; seja por que não podemos prever com garantia os efeitos de nossas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As maioria das situações de tomada de decisão nos levam a alternativas de caminhos que são apenas relativamente melhores em relação a outras. A escolha por um novo emprego traz a possibilidade de uma série de benefícios, mas por outro lado é provável que também represente alguns riscos e inconvenientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o exemplo de um executivo casado e com dois filhos adolescentes que recebe a proposta de tomar uma posição de &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;vice&lt;/span&gt;-presidente para a América Latina de uma empresa. Se por um lado a proposta de emprego representa maior renda mensal, também significa menos tempo para dedicar a sua família, maior nível de &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;estresse&lt;/span&gt; e maiores responsabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo acima é uma situação típica de tomada de decisão que não possui uma resposta correta. Aceitar ou não o cargo implicará em benefícios e oportunidades e, ao mesmo tempo,  dificuldades e riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo quando tudo parece ser em favor de uma determinada escolha existe o risco de nossas expectativas não se concretizarem, levando-nos a resultados não desejados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o exemplo de um executivo que aceite um novo emprego com salário maior em uma empresa bem colocada no mercado e cujas responsabilidades sejam equivalentes às de seu emprego &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;atual&lt;/span&gt;. Decisão fácil, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Agora imagine que dois meses depois essa empresa seja comprada por outra de forma repentina e seu cargo seja extinto. A decisão que parecia obviamente melhor de repente se transforma em um grande problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que não temos como garantir que nossas decisões estejam sempre certas e precisamos conviver com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe uma forma eficaz de aumentar o grau de acerto de nossas decisões e ela está associada com nossos princípios, valores e &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós possui um conjunto de valores e princípios pessoais. Regras de comportamento que quando cumpridas nos deixam com a consciência limpa e quando contrariadas nos fazem sentir culpa e mal estar. Quanto mais importante for uma decisão, mais importante será respeitar nossos princípios e valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o conjunto de nossos princípios e valores nos fazem criar uma imagem desejada de nosso futuro, definindo nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida. Toda decisão importante deve ser confrontada com nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida antes de ser tomada. Se o caminho escolhido aumenta a possibilidade de atingir nossos &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt;, provavelmente é um bom caminho. Caso contrário, deve ser questionado como um caminho válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece óbvio que nossas decisões devam ser orientadas segundo a prioridade de nossos valores, princípios e &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida, mas infelizmente não é bem assim que as coisas acontecem com a maioria das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de tempo para &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;refletir&lt;/span&gt; e a necessidade de apresentar e obter resultados de curto prazo muitas vezes nos fazem decidir sem consultar a prioridade de nossos valores e princípios. Com isso, vamos nos afastando de alguns deles e superlativando outros, muitas vezes nos afastando de nossos maiores &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o exemplo de um grande executivo de multinacional com problemas cardíacos causados pela vida sedentária e maus hábitos alimentares. Será que esse executivo não tinha como um de seus valores a saúde? Será que ele não considerava ser saudável uma coisa importante em sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que para esse executivo o valor saúde foi perdendo importância ao longo do tempo, dando espaço a valores relacionados ao sucesso e ao poder, criando uma nova lista de valores e princípios, bem diferente da que ele construiria se &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;refletisse&lt;/span&gt; um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que nossas decisões sejam melhores, precisamos resgatar o hábito de listar nossos valores, princípios e &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; por ordem de importância. De preferência eles devem ser escritos e consultados com alguma frequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista de valores e princípios não precisa e não deve ser fixa por toda a vida. Ao contrário, ela deve ser revisitada com relativa frequência e não mal nenhum em mudar a prioridade de seus valores e princípios ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante é que essa lista esteja viva em sua mente todo o tempo e que sirva como um guia para suas decisões do dia a dia. Quanto mais importante for a decisão, mais importante será levá-la em consideração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hábito de manter uma lista &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;atualizada&lt;/span&gt; e priorizada de valores, princípios e &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida não é garantia de acertar sempre, mas faz com que os resultados de nossas decisões se aproximem mais de nossos verdadeiros desejos e sonhos. Além disso, esse hábito nos mantém mais conscientes de nossas escolhas e, no longo prazo, nos ajudam no processo de auto-conhecimento e de desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá... Reserve algum tempo dessa semana para &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre seus valores e princípios. Coloque-os em uma folha de papel e depois ordene-os por grau de importância. Pense também em quais são seus maiores &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de vida e escreva-os em algum lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guarde essa lista em sua mente e em algum lugar onde possa ser consultada com frequência. Lembre-se de usá-la sempre que tiver que tomar uma decisão mais importante e não deixe de &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre sua validade de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7807895954124357310?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7807895954124357310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/05/decisoes-dificeis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7807895954124357310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7807895954124357310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/05/decisoes-dificeis.html' title='Decisões Difíceis'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-2105777034526570757</id><published>2009-05-15T07:38:00.003-03:00</published><updated>2009-05-17T15:09:30.385-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>As Oportunidades da Perda de um Emprego</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;Faz&lt;/span&gt; alguns anos que não víamos uma onda de demissões na economia como a que está assolando o mercado desde meados do ano passado. São milhões de trabalhadores em todo o mundo enfrentando a insegurança e o medo de não ter como sustentar suas famílias. Muitos deles, experimentando essa sensação pela primeira vez na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que fazer quando perdemos o emprego de forma súbita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, dê uma pausa para pensar sobre o passado e o futuro. Sair correndo nesse momento não é a melhor maneira de encarar o desafio. Ao contrário, procure dar uma pausa de alguns dias a você mesmo. Pode ser uma pausa curta (um final de semana) ou mais longa (uma a duas semanas), mas não deixe de reservar um tempo para pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esse período de reflexão, leve em consideração os seguintes pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Mantenha a cabeça erguida. A perda de um emprego não o fim do mundo e da mesma maneira que traz desconforto pode representar uma &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;ótima&lt;/span&gt; oportunidade de mudar de rumo para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Reflita&lt;/span&gt; um pouco sobre as perdas e os ganhos de seu último emprego. Avalie as coisas das quais vai sentir falta e que você gostaria de buscar em sua nova jornada. Não deixe de pensar também nas mazelas de sua última empreitada e procure &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;mantê&lt;/span&gt;-las em mente quando estiver decidindo seu próximo destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Avalie de forma criteriosa seus comportamentos e atitudes no último emprego. Quais foram as atitudes e comportamentos que o ajudaram a ter sucesso e quais as que prejudicaram sua vida profissional e o seu relacionamento com colegas, subordinados e superiores. Guarde essa informação com carinho e aproveite a oportunidade de mudar alguns comportamentos e atitudes quando estiver iniciando em seu novo &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;projeto&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Recupere seus planos iniciais, aqueles que você tinha quando iniciou sua carreira, e responda as seguintes perguntas: Eles continuam sendo importantes para você?  Se não, que planos parecem importantes nesse momento? Seu último emprego o ajudaram a se aproximar ou a se afastar desses planos? Que tipo de emprego/iniciativa mais se alinha com os planos que você pretende seguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Pronto. Com todas essas informações em sua cabeça é hora de começar a prepara um plano de trabalho para se recolocar no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado dos passos anteriores pode levá-lo a vários caminhos possíveis, mas os mais prováveis são os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Recolocação no mercado de trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Empreender seu próprio negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse artigo me concentrarei no primeiro caminho. Prometo escrever algo sobre o segundo em um artigo futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sua opção foi por se recolocar, aí vão algumas dicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;Atualize&lt;/span&gt; seu currículo com as últimas informações sobre sua carreira. Lembre-se de ser sucinto e de dar destaque nas coisas mais importantes de sua carreira. De preferência, coloque no início de seu currículo um resumo de suas maiores habilidades e de suas maiores realizações. Em seguida apresente sua experiência profissional em ordem inversa a cronológica e deixe a parte &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;acadêmica&lt;/span&gt; para o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite um currículo muito grande e repleto de nomes de cursos de pequena importância ou de &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;atividades&lt;/span&gt; periféricas. Lembre-se que os executivos possuem uma vida muito atribulada e dificilmente irão dedicar mais de um minuto na leitura de seu currículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Recupere sua rede de &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;contatos&lt;/span&gt; e utilize a mesma para divulgar sua disponibilidade no mercado. Telefone para as pessoas mais próximas e peça a ajuda deles para divulgar seu currículo. Tenha a certeza de que alguns deles irão ajudar com prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as pessoas mais distantes, prefira um e-mail informando sua disponibilidade, solicitando a gentileza de divulgar seu currículo se for conveniente e agradecendo antecipadamente a ajuda. O e-mail é um instrumento de comunicação menos invasivo e deixa a critério do destinatário a decisão de dar ou não atenção ao mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Navegue um pouco na &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;internet&lt;/span&gt; e busque as empresas onde gostaria de trabalhar. A maioria deles possui um e-mail para &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;contato&lt;/span&gt; dedicado ao processo de recrutamento. Eles estão lá para serem utilizados. Se estiver disponível o e-mail de algum executivo da empresa, não se acanhe. Prepare um e-mail educado e &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;objetivo&lt;/span&gt; e envie para ele com seu currículo anexo, você pode se surpreender com o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Não fique esperando os &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;contatos&lt;/span&gt;. Eles podem demorar algum tempo e a espera pode se transformar em desânimo. Em vez disso, mantenha uma agenda de &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;contatos&lt;/span&gt; constante com as pessoas que você possui maior acesso. Convide-as para almoçar e não tenha vergonha de ir a lugares mais baratos e de dividir a conta, ninguém vai reparar um pouco de controle de despesas por parte de quem acaba de perder o emprego. Se preferir, faça uma visite seus &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;contatos&lt;/span&gt; em&lt;br /&gt;suas próprias empresas. Como regra, procure manter uma agenda com pelo menos 4 &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;contatos&lt;/span&gt; por semana. Isso vai ajudá-lo a se manter conectado e ocupado, dando a importante sensação de estar próximo do mercado e das oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Trate cada oportunidade que venha a surgir como um &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;projeto&lt;/span&gt; ou processo de vendas. Se prepare para as entrevistas, visualize-se tendo sucesso e procure conhecer um pouco mais da empresa e do executivo que vai entrevistá-lo. A &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;internet&lt;/span&gt; é uma excelente fonte de informação e deve ser utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza de que seguindo os passos acima você terá sucesso e daqui a alguns meses estará comemorando sua nova fase profissional. Nesse caso, não deixe de me enviar um e-mail contando sua experiência. Vai ser um prazer recebê-lo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um Abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-2105777034526570757?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/2105777034526570757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/05/as-oportunidades-da-perda-de-um-emprego.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2105777034526570757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2105777034526570757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/05/as-oportunidades-da-perda-de-um-emprego.html' title='As Oportunidades da Perda de um Emprego'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3638780167474025804</id><published>2009-04-29T08:50:00.005-03:00</published><updated>2009-05-17T15:11:17.010-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><title type='text'>Homenagem a um Amigo</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana recebi uma notícia triste. Um amigo próximo, Antonio Camacho, faleceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratava-se de um grande cara. Amigo de todos, honesto, trabalhador e, acima de tudo, extremamente comprometido com o trabalho e com os colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... Ele já não está mais entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua partida me fez lembrar novamente como é importante manter o contato com os amigos. Me fez sentir tristeza de não ter incluído ele em minhas ligações de final de ano. Me fez pensar em como perdemos tempo com coisas tão pequenas, quando outras tão importantes são deixadas de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia de hoje, gostaria de fazer uma homenagem a esse grande cara, que nos deu a oportunidade de conviver com ele por um breve período. Que Deus receba sua alma de braços abertos e que sua próxima etapa seja cheia de luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3638780167474025804?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3638780167474025804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/04/homenagem-um-amigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3638780167474025804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3638780167474025804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/04/homenagem-um-amigo.html' title='Homenagem a um Amigo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3771817972185819918</id><published>2009-03-26T08:11:00.002-03:00</published><updated>2009-05-17T15:10:32.435-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Fazer o que Gosta ou Gostar do que Faz?</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia estava conversando com meu dentista sobre a dificuldade de um adolescente na escolha de uma carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós dois temos filhos estudando no segundo grau, momento em que precisam escolher que profissão, pelo menos do ponto de vista de formação, irão seguir no futuro. Além disso, meu dentista &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;leciona&lt;/span&gt; em um curso de odontologia, sendo testemunha ocular de um número razoável de jovens adultos que se deparam com a descoberta de terem tomado a decisão errada quanto à carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a conversa tivemos alguns momentos de discordância que me ajudaram a reformar alguns conceitos que tinha sobre o processo de escolhas na carreira e que gostaria de compartilhar com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre acreditei que as pessoas deveriam fazer suas escolhas de profissão usando como base suas preferências pessoais, sem se preocupar demais com questões como dinheiro, oportunidade de emprego, ou outros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fatores&lt;/span&gt; tão utilizados por várias pessoas. Meu dentista, ao contrário, ressaltava a preocupação com a capacidade de lidar com as diversidades que cada escolha poderia trazer como um dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;fatores&lt;/span&gt; mais importantes para a escolha da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguns minutos de argumentação das duas partes, ficou claro que minha visão sobre o processo de decisão estava muito baseado em minha própria experiência e na forma como vejo e percebo as coisas. A visão dele, é óbvio, também tinha muito de sua própria experiência, mas continha um elemento a mais que me fez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;refletir&lt;/span&gt; um pouco: a observação de seus alunos na faculdade de odontologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Enquando&lt;/span&gt; eu falava da importância de se gostar do que se faz, meu dentista me lembrava que para termos sucesso na carreira, somos muitas vezes obrigados a fazer várias coisas das quais não gostamos tanto assim. Sua experiência como professor o colocou diante de situações em que vários alunos se recusavam a dedicar esforço a determinada matéria simplesmente por que não gostavam daquele tipo de assunto, o que com certeza prejudicava suas formações, criando lacunas no seu processo de aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele diálogo me fez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;refletir&lt;/span&gt; muito. Se por um lado, baseado em minhas próprias crenças e até mesmo em estudos de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;neuro ciência&lt;/span&gt;, tenho a certeza de que é muito difícil ter sucesso fazendo algo que não gostamos ou não temos prazer em fazer, por outro lado, era visível que a relutância em praticar determinada disciplina ou habilidade somente pelo capricho de não gostar de algo era danoso ao sucesso de qualquer pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após algum refinamento em meus pensamentos, cheguei a uma elaboração que me parece mais completa que a anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos sempre buscar fazer aquilo que mais gostamos e que nos dá mais prazer, mas precisamos reconhecer que não existe mundo perfeito e que os obstáculos e as contrariedades virão. Para que tenhamos real sucesso, precisamos aprender a gostar de lidar com os obstáculos e com as contrariedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o atleta enfrenta a dor e fadiga para fazer o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;esporte&lt;/span&gt; que mais gosta e ter a recompensa de atingir seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;objetivos&lt;/span&gt;, todos nós precisamos enfrentar nossas dores para que possamos ter sucesso. É preciso "gostar" de sentir dor para seguir em frente, caso contrário iremos parar no primeiro sinal de desconforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ter sucesso é preciso gostar de desafios e de enfrentar dificuldades. Em outras palavras, é necessário gostar de sentir dor. Sempre que possível é importante optar por fazer o que se gosta, mas esteja sempre preparado para gostar do que faz, independente do que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários a respeito desse ou de outro artigo, envie seu e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3771817972185819918?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3771817972185819918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/fazer-o-que-gosta-ou-gostar-do-que-faz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3771817972185819918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3771817972185819918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/fazer-o-que-gosta-ou-gostar-do-que-faz.html' title='Fazer o que Gosta ou Gostar do que Faz?'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7073485287696323633</id><published>2009-03-23T19:30:00.003-03:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>A Tirania dos Indicadores</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de iniciar esse artigo é necessário dizer que não sou contra os processos de medição de resultados nas empresas. Ao contrário, sou daqueles que adoram identificar tendências a partir da medição de resultados e reconheço que os indicadores de desempenho são uma ferramenta extremamente útil para o acompanhamento dos resultados das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus problemas com os indicadores surgem quando eles passam a ser mais importantes do que a própria operação, criando grandes distorções na forma como as pessoas se comportam, o que acontece com mais frequência do que se imagina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais elaborados que sejam os indicadores de performance, não se pode medir o sucesso de uma organização olhando somente para a evolução de seus indicadores ao longo do tempo. É importante entender o que está por trás de cada variação, identificando os motivos que levaram aos resultados obtidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa pode ter seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;faturamento&lt;/span&gt; crescente sem que isso represente que seu lucro será igualmente positivo. Mesmo que seu lucro acompanhe o crescimento do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;faturamento&lt;/span&gt;, isso não significa que essa empresa possui uma estratégia sustentável e seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;faturamento&lt;/span&gt; e lucro podem&lt;br /&gt;cair rapidamente e sem explicação em um par de meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há exemplo mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;atual&lt;/span&gt; do que a grande crise financeira que vivemos. Até meados do ano passado os grande bancos de investimento davam as cartas do mercado, definindo o valor das empresas, das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;commodities&lt;/span&gt; e de quase tudo na economia. Seus indicadores eram fantásticos e sempre crescentes, um verdadeiro exemplo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;empreendedorismo&lt;/span&gt;, e poucos tinham a coragem de dizer que essa aparente fortaleza escondia um grande castelo de cartas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante vários anos os executivos das instituições financeiras ganharam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;bônus&lt;/span&gt; inacreditáveis por fazerem com que os indicadores de performance dessas organizações batessem recordes todos os trimestres. Vários deles foram capas de importantes revistas de negócios, apresentados como os grandes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;gênios&lt;/span&gt; do mercado financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, depois que o castelo de cartas veio abaixo, ficamos sabendo como os indicadores eram manipulados de forma amoral, fazendo com que os resultados fossem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;inflados&lt;/span&gt; com negócios podres, sem qualquer chance de trazer resultados verdadeiros para as instituições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam os indicadores errados? Eram mal elaborados? Foram calculados de forma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;incorreta&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que não existem indicadores perfeitos e eles estão sempre sujeitos a algum tipo de manipulação. Além disso, por mais que sejamos criativos na criação e desenvolvimento dos indicadores, nunca seremos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;capazer&lt;/span&gt; de reduzir a complexidade de uma grande organização a um punhado de indicadores. Isso é impossível, e a crise fez o favor de nos lembrar dessa impossibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto a afirmar que não sou contra o uso de indicadores, afinal eles são indispensáveis na gestão de uma empresa. Apenas não podemos nos esquecer de que os indicadores são gerados a partir de milhares e milhares de eventos, que podem esconder muita informação relevante, desconsiderada durante o processo de cálculo dos indicadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber analisar o que está por baixo dos indicadores pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso e deveria ser obrigação de todo executivo responsável por uma organização. Ocorre que para isso é necessário conhecer profundamente a operação da empresa e dá bastante trabalho. É preciso questionar as pessoas; ouvir explicações; desafiar as incoerências; e ter coragem de agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito mais fácil aceitar os indicadores como a única fonte de informação sobre os resultados da empresa. Se eles são ruins, as pessoas estão trabalhando de forma equivocada e mudanças devem ser realizadas. Se são bons, a estratégia está funcionando e as pessoas devem ser recompensadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que os indicadores podem esconder uma realidade bem diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa pode estar com seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;faturamento&lt;/span&gt; crescente mas perdendo seus clientes mais valiosos. Seu lucro pode estar crescendo, mas as custas de uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;inadimplência&lt;/span&gt; explosiva ou de uma queda na qualidade do serviço que irá cobrar sua conta em breve. Ao mesmo tempo, uma empresa pode ter seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;faturamento&lt;/span&gt; e lucros reduzidos por conta de um reposicionamento de mercado que garantirá seu futuro pelos próximos dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes executivos não se curvam diante da tirania dos indicadores. Eles são críticos tanto com os resultados positivos quanto os negativos. Querem saber mais sobre cada número e entender o que está por trás de cada um dos indicadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse e outros artigos, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7073485287696323633?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7073485287696323633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/tirania-dos-indicadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7073485287696323633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7073485287696323633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/tirania-dos-indicadores.html' title='A Tirania dos Indicadores'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8070302275544350268</id><published>2009-03-18T09:22:00.003-03:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Pensamento Positivo</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia um de meus sócios apresentou um texto que falava sobre um treinamento diferente para quem pretende participar de uma prova de ciclismo. Em vez de propor horas adicionais de pedalada ou algum programa de condicionamento físico, sua proposta era treinar seu cérebro a somente pensar somente em coisas positivas por uma semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer uma bobagem achar que o pensamento positivo é capaz de influenciar no desempenho de um atleta ou de um profissional, mas a verdade é que pensar positivo faz toda a diferença e existem inúmeros exemplos que comprovam essa afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe a sua volta e pense em pessoas que você admira por suas realizações. Provavelmente são pessoas orientadas ao pensamento positivo, que acreditam que as coisas boas vão acontecer e que conseguem encontrar aspectos positivos mesmo nas situações mais adversas. O hábito de pensar de maneira positiva faz com que essas pessoas construam imagens de sucesso em suas mentes, que trabalham no sentido de torná-las realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem é o reflexo de seus pensamentos. Sua realidade é construída nos porões de&lt;br /&gt;sua mente a partir dos pensamentos que produz diariamente. Se ele tem o hábito de pensar positivamente, coisas positivas tendem a ocorrer com mais frequência. Ao contrário, se sua atitude perante a vida dispara pensamentos negativos, o resultado são inúmeros eventos negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pensamos positivo construímos imagens de sucesso em nossas mentes, que ajudam a buscar caminhos que nos levem aos nossos objetivos. Imaginar o sucesso em detalhes funciona como pavimentar uma estrada do final para o início. A partir da imagem de sucesso criada em nossas mentes, disparamos um processo de desconstrução dos caminhos que nos levariam a ele e as ações que precisam ser feitas para alcançá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém poderia dizer que pensar não é suficiente. É verdade, não é. Mas é o ato de pensar positivamente que nos abre as portas das possibilidades e da criatividade. É a maneira mais eficaz de identificar as ações que uma vez tomadas irão aproximar-nos de nossos sonhos. O pensamento nos apresenta as possibilidades e nos faz sentir vontade de agir. O resto é consequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um passo após o outro, vamos em direção a nossos sonhos. Se continuamos acreditando em nossa imagem de sucesso, novas ideias surgem e somos impelidos a continuar na direção estabelecida. Se, ao contrário, passamos a duvidar, nosso foco é desviado para os problemas e dificuldades, que passam a dominar o cenário, atrasando nossa jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que funcionam mais tempo no modo positivo, se movimentam mais rapidamente em direção a seus sonhos. As que dedicam mais tempo ao modo negativo de pensar, se afastam de seus sonhos e se aproximam de pesadelos. Afinal, como foi dito no início, somos o reflexo de nosso pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pretende realmente ter sucesso, seja na vida pessoal ou profissional, procure pensar de maneira positiva. Não deixe que as dificuldades o façam criar novas dificuldades. Tente transformá-las em oportunidades e em aprendizado. Acredite na sua capacidade de enfrentar os obstáculos e, acima de tudo, visualize-se em situações de sucesso sempre que possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui comentários sobre esse e outros artigos, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em ler seus comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8070302275544350268?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8070302275544350268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/pensamento-positivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8070302275544350268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8070302275544350268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/03/pensamento-positivo.html' title='Pensamento Positivo'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7853387775003306599</id><published>2009-02-24T16:24:00.004-03:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Semear é uma Opção, mas a Colheita é Obrigatória.</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fiz meu MBA, tive a oportunidade de receber algumas aulas de Gestão de Saúde que me ajudaram muito ao longo dos anos. O professor, um cara muito simpático e que transpirava saúde, enfrentava aquele grupo de executivos com idades variando entre 25 e 45 anos e nos alertava para as consequências da vida estressada e sedentária da maioria de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo iniciava com uma caminhada pela manhã. Nos encontrávamos às 6:30H da manhã, fazíamos 15 minutos de alongamento, 45 minutos de caminhada e mais 15 minutos de alongamento ao final. Durante todo o trajeto, nosso mestre falava sobre a importância do exercício físico para saúde e de como sua prática era capaz de dar mais equilíbrio e produtividade aos executivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do dia, nos intervalos das aulas tradicionais como finanças e economia, lá vinha ele novamente com suas mensagens de sabedoria e mais técnicas de relaxamento ou exercícios laborais. Essas sessões duravam entre 5 e 10 minutos e a colaboração da turma variava de pessoa para pessoa. Alguns, como eu, seguiam rigorosamente suas orientações, outros caçoavam e faziam pouco daquele trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, as pessoas que se encontravam pela manhã para a caminhada eram mais aplicadas do que as que constantemente faltavam a esse compromisso diário. Outra observação interessante era o fato dos mais jovens serem menos interessados nas aulas do que os mais velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de visivelmente incomodado pelo comportamento inadequado de alguns, o professor mantinha a calma e o foco em sua missão. Não se abalava nenhum minuto e continuava a orientar aos que se dispunham a seguí-lo. Sua única reação aos que se recusavam a praticar os exercícios era a repetição da frase: "Semear é uma opção, mas a colheita é obrigatória."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final do dia, nos encontrávamos novamente para uma sessão de alongamento e relaxamento. Por cerca de 30 minutos tínhamos a oportunidade de refletir um pouco sobre como tinha sido nosso dia de trabalho e de perceber nossos próprios corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rotina era repetida todos os dias de uma semana completa, período em que ficávamos no campus da fundação, e posso dizer que me ajudaram a reformar a maneira como encarava o trabalho e os compromissos do dia a dia. Foi naquelas sessões que aprendi que cuidar da saúde era obrigação de todo executivo que ocupa posição de liderança e que a maioria dos executivos de sucesso cuidam de sua própria saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase 5 anos após o término de meu MBA, ainda lembro com prazer das caminhadas e das sessões de relaxamento que tive a oportunidade de fazer durante aqueles dias. Aos poucos fui incorporando em minha vida mais tempo para cuidar da saúde e para me exercitar e, posso afirmar, as coisas só melhoraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você estiver sentindo sua saúde deteriorar ao longo dos anos, lembre-se da frase de meu professor e pense que tipo de sementes está plantando para o futuro. Afinal, semear é uma opção mas a colheita é obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7853387775003306599?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7853387775003306599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/semear-e-uma-opcao-mas-colheita-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7853387775003306599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7853387775003306599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/semear-e-uma-opcao-mas-colheita-e.html' title='Semear é uma Opção, mas a Colheita é Obrigatória.'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3553909158685422229</id><published>2009-02-23T08:28:00.002-03:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A história dos Sapinhos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz alguns anos recebi de um amigo uma história que fala sobre os perigos de sermos influenciados com a visão pessimista de algumas pessoas. Nesse momento em que ouvimos de todas as partes notícias sobre a crise &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;econômica&lt;/span&gt; e financeira e de como essa pode ser a pior de todas as crises, desde a depressão de 1930, resolvi compartilhar com vocês essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ingênua&lt;/span&gt;, mas muito profunda, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;historinha&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;========&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;SAPINHOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez, uma corrida de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;sapinhos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetivo&lt;/span&gt; era atingir o alto de uma grande torre.&lt;br /&gt;Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a competição.&lt;br /&gt;Mas como a multidão não acreditava que os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;sapinhos&lt;/span&gt; pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era:&lt;br /&gt;“Que pena !!!  Esses &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;sapinhos&lt;/span&gt; não vão conseguir.  Não vão conseguir.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;sapinhos&lt;/span&gt; começaram a desistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão continuava gritando: “Que pena !!!  Vocês não vão conseguir.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;sapinhos&lt;/span&gt; estavam mesmo desistindo um por um, menos aquele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;sapinho&lt;/span&gt; que continuava &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;tranquilo&lt;/span&gt;, embora arfante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final da competição, todos desistiram, menos ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, quando foram perguntar ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;sapinho&lt;/span&gt; como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;========&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a reflexão sobre o tema. Especialmente nos momentos mais difíceis, é comum que tenhamos nossas convicções e auto-confiança abaladas. Nesse momento, ficamos mais vulneráveis às opiniões das outras pessoas e é aí que mora o perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nos deixarmos levar pelas milhares de vozes que anunciam o fim do mundo, entramos em depressão e ficamos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;paralisados&lt;/span&gt;, a espera do pior. Nesses momentos, os "surdos" levam vantagem pois conseguem se manter mais próximos de suas próprias intuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero defender aqui a posição de que não devemos ouvir as pessoas que estão a nossa volta. Isso também seria perigoso e um erro a longo prazo. Minha mensagem é mais no sentido de que lutemos para manter nossos ouvidos atentos a nossas convicções e a nossa própria percepção do ambiente. Além disso, independente de quais sejam suas percepções ou as opiniões dos outros, é preciso sempre acreditar que é possível e que podemos vencer os obstáculos que temos pela frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de crise, está provado, os pessimistas se escondem e se igual à média. Em outras palavras, se tornam medíocres (não se choque, a palavra medíocre quer dizer ficar na média). Já os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;otimistas&lt;/span&gt;, deixam as preocupações de lado e focam nas oportunidades, um grande passo para o sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver histórias como a dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;sapinhos&lt;/span&gt; e quiser compartilhá-as, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei grande prazer em publicá-las.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3553909158685422229?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3553909158685422229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/historia-dos-sapinhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3553909158685422229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3553909158685422229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/historia-dos-sapinhos.html' title='A história dos Sapinhos'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5727365300079091281</id><published>2009-02-14T11:04:00.003-02:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>A Importância de Confiar nas Pessoas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pare uns minutos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reflita&lt;/span&gt; sobre quantas vezes durante a última semana você desconfiou das pessoas com quem convive diariamente. Vale qualquer desconfiança, desde a incerteza sobre a capacidade de um funcionário de fazer a tarefa solicitada, até a dúvida sobre seu filho ter realmente escovado os dentes depois de jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Refletiu&lt;/span&gt;? E aí, qual foi a sua conclusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um pouco de esforço e sinceridade consigo mesmo, a maioria dos executivos chega a uma conclusão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;incômoda&lt;/span&gt;. Desconfiamos das pessoas com muito mais frequência do que gostaríamos de assumir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que é assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconfiar que algo pode dar errado é uma técnica razoavelmente eficiente de antecipar problemas e buscar alternativas para contorná-los ou evitá-los. Também é uma forma de evitar grandes frustrações. Afinal, se já sabemos que não é possível confiar cem por cento em alguém, ficamos menos frustrados quando constatamos que tínhamos a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade de antecipar e evitar problemas assim como a de enfrentar as frustrações do dia a dia são altamente valorizadas no mundo corporativo, o que reforça o comportamento da desconfiança sobre a capacidade/intenção das outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existem custos com esse tipo de comportamento que devem ser levados em consideração. Primeiramente, a maioria das pessoas nota quando não confiamos nelas, o que as desmotiva e fragiliza a relação de confiança &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;conosco&lt;/span&gt;. Além disso, a desconfiança nos leva para um modo negativo de pensar, que possui foco no problema e não na solução, nos deixando menos criativos e ousados, mais orientados ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;gerenciamento&lt;/span&gt; de crises do que a construção de sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controlar o estímulo quase automático de não confiar nas pessoas é uma tarefa difícil, muitas vezes impossível no dia a dia profissional. No entanto, a experiência prática mostra que os líderes que operam mais tempo no modo de confiança, são mais admirados e entregam resultados de longo prazo melhores para suas organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiar nas pessoas não significa se iludir e acreditar que elas são capazes de qualquer coisa, independentemente do ambiente em que se encontram. Ao contrário, significa conhecê-las mais a fundo, entender suas limitações e virtudes, ajudando-as a evidenciar o que possuem de bom e a desenvolver suas habilidades menos evidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiar nas pessoas significa acreditar que na essência todos possuem valor e que os comportamentos podem e devem ser separados das pessoas. Não há nenhum problema em criticar um comportamento quando ele prejudica a organização, mas deve-se ter o cuidado de separar a pessoa do comportamento sob o risco de rotular a pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rotular pessoas como mentirosas, preguiçosas ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;incompetentes&lt;/span&gt; é o primeiro passo para a desconfiança. Como posso confiar em algo que uma pessoa mentirosa me diz; como confiar que um preguiçoso se esforce em determinada tarefa; ou que um incompetente seja capaz de executar uma tarefa difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo para confiar nas pessoas é retirar os rótulos que sem querer colocamos nelas. É difícil, mas precisa ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comportamentos são muito dependentes de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;fatores&lt;/span&gt; externos e circunstanciais. Uma pessoa tranquila e controlada é capaz de agir de maneira extremamente agressiva para defender sua própria vida ou de um ente querido. Pessoas extremamente agressivas no ambiente familiar podem se comportar de maneira agradável em ambientes profissionais e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;vice&lt;/span&gt;-versa. Um bom gerente em determinada empresa pode ser um grande fracasso em outra organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando separamos o comportamento das pessoas, somos capazes de pensar nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ações&lt;/span&gt; que podem levar a modificar esse comportamento ou a torná-lo menos frequente. Podemos discutir mais abertamente os problemas, sem medo de magoar as pessoas, de forma mais construtiva e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;objetiva&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando confiamos nas pessoas, separando sua essência de seus comportamentos, transformamos impossibilidades em oportunidades. Uma pessoa de mau &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;caráter&lt;/span&gt; não merece confiança, mas alguém que roubou por desespero merece uma segunda chance. Um idiota não pode liderar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;projeto&lt;/span&gt;, mas alguém que falhou por não estar preparado para determinada tarefa pode ser treinado e se tornar um grande líder de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;projeto&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiar nas pessoas é fundamental para a construção de longo prazo de uma organização. Pense nisso e procure treinar seu comportamento perante essa realidade. Sempre que sentir que está rotulando alguém, lembre-se que as pessoas são boas em essência e que comportamentos podem e devem ser mudados. Acredite nas pessoas, sempre, e critique os comportamentos, quando necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse e outros artigos, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5727365300079091281?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5727365300079091281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/importancia-de-confiar-nas-pessoas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5727365300079091281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5727365300079091281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/importancia-de-confiar-nas-pessoas.html' title='A Importância de Confiar nas Pessoas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3820140264664390162</id><published>2009-02-10T08:39:00.002-02:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Pequenas Empresas, Grandes Oportunidades</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta negar. Diante de duas oportunidades de emprego, a primeira em uma grande multinacional e a segunda em uma pequena empresa local, a maioria dos executivos opta pela aparente segurança e poder da organização maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que as maiores oportunidades estão realmente nas grandes empresas? Quais as principais diferenças entre trabalhar para uma organização mundial de grande porte e uma empresa local pequena ou média?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante minha vida trabalhei em diversas empresas com tamanhos e origens diferentes. Também tive a oportunidade de conversar com outros executivos de vários &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;setores&lt;/span&gt;, cada um com experiências variadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a partir dessa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;coletânea&lt;/span&gt; de vivências, que cheguei ao resumo abaixo sobre as principais diferenças entre as grandes multinacionais e as empresas pequenas e médias locais. Não se trata de um estudo científico, nem tem o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de ser 100% preciso, mas pode ajudar a pensar sobre que caminho você pretende dar a sua carreira quando as oportunidades surgirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Flexibilidade: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Empresas - Grandes empresas não são conhecidas por sua flexibilidade. Ao contrário, se sua intenção é trabalhar em uma grande multinacional, prepare-se para enfrentar centenas de processos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;pré&lt;/span&gt;-definidos e regras que mesmo parecendo estranhas devem ser seguidas a risca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas Empresas - Em geral pequenas e médias empresas são mais flexíveis. Seus processos são mais recentes e menos detalhados, o que permite maior flexibilidade no dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autonomia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Empresas - Você está preparado para pedir autorização a dezenas de pessoas para cada decisão que toma? Pois essa é a realidade da maioria das grandes organizações. O gigantismo exige maior grau de controle e a melhor maneira de evitar desastres é obrigar que várias pessoas se envolvam nas decisões mais importantes. O processo de tomada de decisões em grandes empresas é complexo e exige muita habilidade política. É preciso convencer a seus pares, seus superiores e, em muitos casos, até a seus subordinados, antes de ir em frente com alguma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ideia&lt;/span&gt; nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas Empresas - Quando administradas por pessoas bem preparadas, pequenas empresas são um convite ao empreendedor. Existe espaço amplo para criar e a autonomia é quase sem limites. Mas aqui vale uma observação. Pequenas empresas administradas por pessoas centralizadoras podem significar menos autonomia do que em grandes organizações. O motivo é simples: É mais fácil convencer dezenas de executivos de uma grande empresa do que um dono cabeça dura e centralizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segurança:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Empresas - Talvez esse seja o maior o choque para quem não conhece esse tipo de empresa. A segurança de emprego em uma multinacional é equivalente a de uma grande cidade violenta, quase nenhuma, principalmente quando trabalhamos fora do país sede. O executivo de uma grande empresa está sempre em cheque. A cada ano, quando nos aproximamos do quarto trimestre fiscal, a dança das cadeiras começa e sempre tem alguém que sobra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas Empresas - A pequena empresa costuma levar a sério a afirmação de que as pessoas são o seu maior &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;patrimônio&lt;/span&gt;. Ela sabe que perder alguém pode significar perder clientes e conhecimento e procura manter seu quadro de funcionários mais estável. As pessoas se conhecem mais e existe maior grau de compromisso com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;time&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Indiretos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Empresas - A lista de benefícios &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;indiretos&lt;/span&gt; oferecida por grandes empresas multinacionais impressiona. Além dos tradicionais, a oportunidade de viajar para outros países e os agressivos planos de bonificação por resultados saltam aos olhos dos executivos mais arrojados. As grandes multinacionais sabem encantar os executivos e suas famílias com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;glamour&lt;/span&gt; de sua grandeza e o fazem com grandes festas e convenções, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;prêmios&lt;/span&gt; anuais tentadores e viagens inesquecíveis para aqueles que vencem os jogos de competição criados por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas Empresas - Prepare-se para uma lista bem mais modesta de benefícios. Você pode até ganhar um bom dinheiro, mas será preciso demonstrar de verdade que sua participação trouxe prosperidade para a organização. A não ser em empresas que lidam com o mercado externo, viagens a outros países serão raras e as festas e convenções muito mais comedidas e controladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ambiente de Trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes Empresas - O ambiente de trabalho em uma grande empresa é variado e depende muito da liderança de cada grupo. É impressionante ver que grupos diferentes possuem humor totalmente diferente em uma mesma empresa. Existe um padrão geral, que também varia muito de empresa para empresa, mas o grupo mais próximo domina o padrão de relacionamento de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;time&lt;/span&gt;. Se você quer saber como será seu ambiente de trabalho, conheça seu futuro chefe e terá uma boa ideia de como será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas Empresas -  O ambiente de trabalho de uma empresa pequena é muito dependente do perfil do dono. Sua presença é em geral muito marcante e não há chefe imediato que consiga neutralizar sua influência. Para saber como será o ambiente de trabalho em uma empresa menor, recomendo que você procure saber como é o jeito de trabalhar do dono e qual o seu grau de interferência no dia a dia. Conhecer o estilo de chefe imediato também é importante, mas não suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse e outros artigos, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3820140264664390162?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3820140264664390162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/pequenas-empresas-grandes-oportunidades.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3820140264664390162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3820140264664390162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/pequenas-empresas-grandes-oportunidades.html' title='Pequenas Empresas, Grandes Oportunidades'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3247511939222301360</id><published>2009-02-07T10:59:00.003-02:00</published><updated>2009-05-17T15:10:32.436-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Trabalhando em Casa</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia veio para ficar e a cada dia transforma mais a maneira como nos informamos, nos comunicamos e até nos relacionamos. Quem, a não ser por nostalgia, se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;atreveria&lt;/span&gt; a escrever uma carta a um amigo distante nos dias de hoje? Afinal, um e-mail, um telefonema ou a comunicação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;direta&lt;/span&gt; no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;skype&lt;/span&gt; ou no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;msn&lt;/span&gt; são muito mais práticos, rápidos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;interativos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa facilidade de comunicação avançou tanto nos últimos anos que quase temos a sensação de estarmos todos em um único escritório ou casa. Se temos uma dúvida e queremos uma resposta em algumas horas, podemos enviar um e-mail e esperar que o mesmo seja respondido. Se precisamos de respostas imediatas, basta verificar se a pessoa com quem queremos falar está &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;disponível&lt;/span&gt; em seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;msn&lt;/span&gt; ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;skype&lt;/span&gt; e iniciamos uma conversação imediatamente. Ainda podemos optar por apenas trocar mensagens por escrito no caso de simples dúvidas ou iniciar uma conversa com &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;áudio&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;vídeo&lt;/span&gt;, envolvendo uma ou mais pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a comunicação remota se aproxima cada vez mais da realizada pessoalmente, o que possibilita uma mudança radical na forma como interagimos e colaboramos nas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz dois anos que trabalho em casa e não mais num escritório tradicional. Levanto por volta das 7:00H e começo o dia verificando os e-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;mails&lt;/span&gt; e preparando a agenda de trabalho. Gosto de responder os e-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;mails&lt;/span&gt; mais complexos logo de manhã, quando estou descansado e com a mente fresca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em torno das 8:00H, já tendo produzido mais do que tipicamente produzia em uma manhã inteira, vou até a cozinha para preparar meu café da manhã. Gasto cerca de trinta minutos nesse ritual diário e aproveito para me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atualizar&lt;/span&gt; com as notícias do dia, assistindo canais como a Globo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;News&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Bloomberg&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomado o café, inicio minha agenda diária. Algumas vezes faço uma visita ao escritório de minha empresa para ver fisicamente como andam as coisas e conversar um pouco com as pessoas. Outras vezes, quando tenho tarefas mais elaboradas a fazer, volto para meu escritório residencial e costumo ficar de 2 a 3 horas seguidas concentrado no trabalho a ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer que fico isolado, mas a verdade é que quase me sinto no escritório. Vez por outra o sinal sonoro do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;skype&lt;/span&gt; ou do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;msn&lt;/span&gt; funciona como alguém &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;batendo&lt;/span&gt; à porta de meu escritório. Os assuntos são diversos, desde um de meus sócios perguntando com anda determinado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;projeto&lt;/span&gt;, até meu filho enviando mensagens de brincadeira. Apesar de fisicamente isolado, sinto-me muito próximo das pessoas e interajo com elas o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da tarde, caso não tenha um compromisso para o almoço, tenho o costume de almoçar em minha própria casa. É mais barato e muito mais saudável. Novamente, aproveito para me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;atualizar&lt;/span&gt; um pouco mais, assistindo a programas sobre negócios ou mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;atualidades&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte da tarde concentro minhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;atividades&lt;/span&gt; profissionais até mais ou menos às 17:00. Depois disso, dou uma parada para caminhar ou andar de bicicleta por 60 a 90 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao retornar de meio passeio diário, tomo um banho, janto, assisto um pouco de TV e volto ao computador para fechar o dia. Nesse último &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;contato&lt;/span&gt; com o trabalho, gasto entre 30 minutos e 1 hora e procuro me concentrar nas respostas aos e-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;mails&lt;/span&gt; simples e na preparação da lista de tarefas do dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei qual é a percepção de vocês sobre minha agenda diária, mas posso dizer que comparada ao que vivia quando trabalhava em um escritório tradicional ela possui grandes diferenças, a maioria delas para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresento abaixo algumas das vantagens que vejo nesse modelo de trabalho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Maior integração entre a vida pessoal e a profissional, permitindo melhor aproveitamento dos momentos de baixa produtividade e mais opções de descanso durante o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Maior capacidade de concentração nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;atividades&lt;/span&gt; individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Menos tempo gasto e menos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;estresse&lt;/span&gt; com o processo de locomoção dentro da cidade. No meu caso, troquei 2 horas diárias de trânsito por um passeio diário de bicicleta ou uma caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Possibilidade de se alimentar melhor, de se hidratar melhor e de se manter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;atualizado&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Mais tempo para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre as coisas importantes da vida. Mais tempo para se dedicar ao que realmente é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Maior convívio com a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - E a lista continua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o trabalho em casa, apesar de ter muitos aspectos positivos, também traz alguns desafios. Cito alguns deles abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Maior necessidade de disciplina pessoal ou você vai acabar assistindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;reprises&lt;/span&gt; de novelas e a sessão da tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Um certo preconceito da família sobre sua maior presença em casa. De certa forma, eles muitas vezes esquecem que você está trabalhando e tendem a exigir mais de você e até mesmo a criticá-lo em algumas ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - O risco de não ser lembrado nas grandes decisões da empresa. Existem estudos que mostram que as pessoas que trabalham remotamente são menos promovidas do que as que trabalham nos escritórios físicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - O risco de trabalhar demais. O fato do seu escritório estar a alguns passos de seu quarto de dormir é um risco potencial para aqueles que adoram trabalhar. Mais uma vez é preciso disciplina para manter um bom equilíbrio entre trabalho e lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse no início, trabalho em casa há cerca de dois anos e a cada dia gosto mais desse modelo. Na maioria das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;atividades&lt;/span&gt;, não há mais motivos para que as pessoas se locomovam todos os dias para um mesmo lugar somente para trabalhar e acho que o trabalho em casa é uma tendência sem retorno. Assim, se você tiver a oportunidade de trabalhar em uma empresa que valorize essa modalidade, aproveite e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;desfrute&lt;/span&gt; dessa nova maneira de produzir. Sua saúde e sua família vão agradecer muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse e outros temas, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Terei muito prazer em receber seus comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3247511939222301360?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3247511939222301360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/trabalhando-em-casa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3247511939222301360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3247511939222301360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/trabalhando-em-casa.html' title='Trabalhando em Casa'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-2300502924689423244</id><published>2009-02-02T08:19:00.005-02:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Mediocridade da Busca pela Razão</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia ouvi uma frase que me fez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre a força com que defendo meus pontos de vista em algumas ocasiões. Ela dizia mais ou menos o seguinte: Querer ter sempre razão é uma grande prova de mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo uma pessoa muito incisiva e que defende seus pontos de vista com força e um arsenal de argumentos, por uns momentos me senti a beira do rótulo de medíocre. Instintivamente procurei negar o conteúdo da frase, buscando situações que pudessem negar afirmação tão especialmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;incômoda&lt;/span&gt; para quem está acostumado a buscar sempre ter razão nas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha busca foi infrutífera. A cada tentativa de argumento, mais me convencia de que realmente querer ter razão em nada ajuda no processo de buscar soluções ou acordos. Ao contrário, aumenta substancialmente o risco de que mudanças ocorram e de que bons acordos se concretizem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que a busca pela razão tem a ver com a mediocridade? Não seriam as pessoas que possuem a razão na maioria dos casos mais inteligentes e conhecedoras do que as outras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguma reflexão minha conclusão é de que ter a razão é uma estado extremamente relativo e circunstancial. A complexidade e a dinâmica da vida e dos relacionamentos impede que, na grande maioria das vezes, seja possível definir com certeza o que está certo e o que está errado. A melhor posição perante análises &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;antagônicas&lt;/span&gt; dos fatos é quase sempre no meio dos extremos, ora um pouco para um lado, ora para o outro, mas dificilmente se apresenta francamente para um dos lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisemos uma discussão típica de trânsito, em que um motorista bate na traseira do outro devido a uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;freiada&lt;/span&gt; brusca do que está a frente. Se por um lado é obrigação do motorista que está atrás manter a distância para evitar a batida, o trânsito caótico e acelerado das grandes cidades classificaria como roda presa um motorista que mantivesse uma distância totalmente segura do que está a frente. Por outro lado, não se pode condenar um motorista por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;efetuar&lt;/span&gt; uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;freiada&lt;/span&gt; brusca quando uma criança atravessa a rua na frente de seu carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querer ter a razão em uma discussão de trânsito pode levar a discussões acaloradas, muitas vezes com consequências maiores do que o próprio incidente. Sem dúvida, uma situação que se aproxima da mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos deslocamos para o ambiente corporativo, a discussão da razão costuma tomar uma dimensão muito maior. Discutimos de forma incisiva a responsabilidade pelos fracassos e sucessos, a intenção e a competência das pessoas, a maneira de resolver problemas, e um número enorme de outras situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um ambiente naturalmente competitivo, a maioria das discussões deixam de lado o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;objetivo&lt;/span&gt; inicial rapidamente e se tornam verdadeiras batalhas para definir quem tem a razão sobre determinado assunto. Discutimos horas para identificar quem possui a razão e deixamos de lado o problema a ser resolvido ou a proposta a ser construída. Perdemos um tempo valioso em discussões medíocres e não conseguimos melhorar em nada a performance da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois parágrafos anteriores, ainda que curtos, são suficientes para mostrar que discussões para saber quem possui a razão são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;improdutivas&lt;/span&gt; e quase sempre sem final feliz. Assim sendo, devem ser evitadas sempre que possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre a luta pela razão, identifiquei alguns desfechos comuns de ocorrer e que gostaria de compartilhar com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Um lado sai francamente vitorioso por sua maior capacidade de argumentos, deixando o outro lado em situação de quase humilhação e com um grande ressentimento. A decisão é tomada em favor do mais forte, o que muitas vezes pode representar um grande erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Os dois lados se declaram vencedores, deixando de lado o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;objetivo&lt;/span&gt; inicial de encontrar uma solução para o problema. Nesses casos, é comum não se tomar decisão alguma, postergando a solução para o impasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Um dos lados nota que a luta pela razão é inoportuna e muda o rumo da discussão. O foco do debate volta para o problema a ser resolvido e, na maioria das vezes, se encontra uma solução de consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que todos irão concordar que a terceira opção é mais construtiva e gera menos desgaste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez em que você notar que está participando de uma  discussão para definir quem está com a razão, lembre-se da frase apresentada no início desse artigo. Se não quiser fazer parte de um jogo de mediocridade, deixe de lado o seu orgulho e cesse a discussão ou faça com que ela mude de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;direção&lt;/span&gt;. Vai ser mais produtivo para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários ou exemplos sobre esse e outros temas, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-2300502924689423244?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/2300502924689423244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/mediocridade-da-busca-pela-razao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2300502924689423244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2300502924689423244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2009/02/mediocridade-da-busca-pela-razao.html' title='A Mediocridade da Busca pela Razão'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-2817119718706987084</id><published>2008-12-26T09:54:00.002-02:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.975-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Dê mais atenção a sua agenda eletrônica</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos concordam que é muito importante manter uma rede de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;contatos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ativa&lt;/span&gt;. Seja por razões pessoais ou profissionais, o fato é que as pessoas com quem mantemos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;contatos&lt;/span&gt; mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;freqüentes&lt;/span&gt; são as mais indicadas para nos ajudarem a suportar e a contornar as maiores dificuldades que a vida nos apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como fazer para não perder o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;contato&lt;/span&gt; com as pessoas na agitada vida que levamos? Uma maneira que se mostrou muito eficaz para mim e que recomendo utilizar é varrer a agenda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;telefônica&lt;/span&gt; do celular de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante como o hábito de varrer sua agenda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;telefônica&lt;/span&gt; nos faz lembrar de pessoas extremamente importantes que o dia a dia nos faz colocar em segundo plano na memória. Velhos amigos, colegas de empresas anteriores, ex-funcionários e chefes, estão todos lá, esperando nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;contato&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras vezes em que repassei minha agenda percebi o quanto havia perdido por não ter feito antes. Velhos e bons amigos já haviam mudado seu telefone celular ou mesmo residencial e cheguei a perder totalmente o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;contato&lt;/span&gt; de alguns deles. Em outros casos, a vergonha de não ter procurado mais por tanto tempo uma pessoa tão importante me fez pensar várias vezes antes de fazer a ligação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da insegurança em travar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;contato&lt;/span&gt; novamente com alguns velhos amigos sem saber como seria a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;reação&lt;/span&gt; deles, posso afirmar que a experiência é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;ótima&lt;/span&gt;. A cada ligação me sentia mais feliz e percebia a felicidade e o espanto de meus amigos. A grande maioria agradecia muito pela ligação e vários deles voltaram a ser parte do meu círculo mais próximo de amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um efeito colateral adicional foi que minha agenda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;telefônica&lt;/span&gt; passou a ficar mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;atualizada&lt;/span&gt;. Nos casos de mudanças de telefone, acabava sendo informado por e-mail de forma antecipada e mesmo quando o telefone mudava, muitas vezes era possível recuperá-lo com outros amigos ou mesmo escutando as mensagens temporárias de mudança de número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que alguns nomes não me traziam qualquer lembrança importante. Outros, inclusive, traziam más recordações. Nesses casos, tratava de limpar os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;registros&lt;/span&gt; que não faziam mais sentido manter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varrer minha agenda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;telefônica&lt;/span&gt; faz lembrar de pessoas importantes e me obriga a falar com elas de vez em quando. É uma maneira de ajudar a memória a não esquecer dos velhos e bons amigos, assim como daqueles com quem devo manter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;contato&lt;/span&gt; profissional com alguma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;freqüência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Faça&lt;/span&gt; uma experiência. Pegue seu celular e vá passando sua lista de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;contatos&lt;/span&gt; um a um. Para cada amigo com quem não fala há algum tempo, faça uma ligação de cortesia. Aproveite para saber como ele está, o que está fazendo e como andam as coisas. Conte a eles seus planos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;projetos&lt;/span&gt; e procure estabelecer próximos encontros que permitam manter o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;contato&lt;/span&gt;. Pode ser um almoço, uma visita, ou mesmo uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;atividade&lt;/span&gt; comum. Você vai ver sua agenda lotar de que encontros agradáveis e sempre proveitosos e vai se sentir muito mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando, repita a tarefa de varrer sua lista de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;contatos&lt;/span&gt;. Se preferir, faça a cada período uma parte da lista, mas não deixe de revisitar sua agenda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;telefônica&lt;/span&gt; de vez em quando. Vai valer a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários a fazer sobre esse ou outro artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Será um prazer ler e responder seu e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-2817119718706987084?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/2817119718706987084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/d-mais-ateno-sua-agenda-eletrnica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2817119718706987084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/2817119718706987084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/d-mais-ateno-sua-agenda-eletrnica.html' title='Dê mais atenção a sua agenda eletrônica'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-4926083098206192553</id><published>2008-12-24T07:52:00.003-02:00</published><updated>2009-05-17T15:11:17.010-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><title type='text'>Véspera de Natal</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal sempre foi uma data muito esperada por mim. A sensação de ver a família reunida, os cheiros das comidas típicas da ocasião, os presentes tão esperados durante os meses anteriores, e o simbolismo em torno da data me fazem ver o Natal como a data mais importante do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todas as sensações trazidas pelo Natal são tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;prazerosas&lt;/span&gt; assim. Por vezes, os presentes recebidos nos deixam uma estranha sensação de frustração por não terem sido aquilo que esperávamos. As reuniões familiares nem sempre são somente harmonia e em muitas situações o que era para ser uma festa se transforma em dor e sofrimento. Em alguns casos, a falta de um ente querido torna inviável qualquer tipo de comemoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o Natal ainda desperta fascínio na grande maioria das pessoas e a pergunta que fica é por que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião é de que o segredo do Natal está no turbilhão de emoções que ele desperta nas pessoas. Sejam agradáveis ou não, a verdade é que na época do Natal todos somos tocados de alguma maneira com a poderosa energia das emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o ano somos tomados de várias emoções. Sentimos angústia quando o trânsito nos atrasa mais de uma hora; raiva da pessoa que nos ofende; tristeza ao vermos uma criança pedindo dinheiro no sinal de trânsito. Por outro lado, sentimos prazer quando recebemos velhos amigos, quando conquistamos uma vitória profissional, ou quando percebemos que as pessoas estão felizes. Mas é na época do Natal que essas emoções se apresentam de forma mais evidente e tocam mais profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão do Natal aumentar nossa capacidade de sentir e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre as emoções está associada a preparação que ocorre em torno dessa data. Os enfeites espalhados pela cidade, as mensagens de amor e esperança que são divulgadas por toda parte, os eventos de confraternização que são organizados, tudo isso faz com que nos aproximemos de nossa natureza humana, saindo do automatismo que nos domina ao longo do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa se as emoções vividas são agradáveis ou não, mas o Natal nos faz viver mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;itensamente&lt;/span&gt;. Ele potencializa nossos sentidos e nos torna mais atentos ao que está acontecendo e mais abertos para dar e receber. Saber aproveitar o momento de Natal é uma atitude de extrema sabedoria. Uma oportunidade única de acelerarmos nosso crescimento, de resolvermos velhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;pendências&lt;/span&gt; e de buscarmos novas energias para um novo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse contexto que gostaria de desejar a todos um Natal cheio de emoções que nos façam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre nossas vidas e nossa missão na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Grande Abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-4926083098206192553?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/4926083098206192553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/vspera-de-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4926083098206192553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4926083098206192553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/vspera-de-natal.html' title='Véspera de Natal'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-482798969299291538</id><published>2008-12-20T10:36:00.003-02:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.975-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Olhando a crise de forma diferente</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje pela manhã me dei conta de que não ainda não comentei os efeitos da crise na carreira e na vida pessoal dos executivos. É certo que no Brasil estamos prevendo um impacto menor do que em outros países, mas mesmo assim me chamou a atenção o fato de não ter dado atenção a um evento tão presente no dia a dia das discussões dos executivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira avaliação foi de que não concentrei minhas atenções no assunto por não ter sido verdadeiramente impactado por ela. Depois, com um pouco de reflexão concluí que essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;afirmação &lt;/span&gt;estava longe de ser verdadeira. Como a maioria dos executivos acima dos quarenta anos, possuo parte de minhas reservas financeiras aplicadas no mercado de renda variável. Não dá para dizer que perder 40% do valor dessas aplicações é um impacto desprezível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a constatação de que fui realmente impactado pela crise, a verdade é que continuo não me sentindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;preocupado&lt;/span&gt; com o futuro. Ao contrário, tenho a esperança realista de que a perda percebida será recuperada em 2 ou 3 anos e estou avaliando seriamente a possibilidade de aumentar meus investimentos no mercado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ações&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vem tanta esperança e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;tranqüilidade&lt;/span&gt;? Acho que vem de minha nova maneira de viver e gostaria de contar um pouco para vocês as mudanças pelas quais tenho passado nos últimos quatro anos. Talvez essa informação possa ajudar alguns de vocês a procurarem um pouco mais de paz e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tranqüilidade&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha carreira como executivo começou há pouco mais de 20 anos, quando fui convidado para a minha primeira posição de gerência. Naquela época, com cerca de 26 anos, tomei a oportunidade como única e me entreguei de corpo e alma ao papel de executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em menos de 4 anos me tornei &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;diretor&lt;/span&gt; de uma importante empresa nacional da área de tecnologia, ainda durante o período de reserva de mercado. Sem dúvida, uma carreira de sucesso em um mercado altamente competitivo. Mas o sucesso como executivo não veio sem custo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui me tornando um cara &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;durão&lt;/span&gt;, extremamente orientado a resultados, daqueles que pouco comemorava e sempre estava insatisfeito com o estado das coisas. Apesar de em geral ser admirado como líder, era muitas vezes odiado pela maneira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;direta&lt;/span&gt; e brutalmente franca com que colocava minhas opiniões sobre as pessoas e as situações. Sem dúvida conseguia fazer as pessoas produzirem muito, mas hoje tenho a consciência de que poderia ter conseguido o mesmo ou mais um pouco sem causar tanto desconforto e sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área da saúde tive meus maiores prejuízos. Engordei mais de 20Kg em cerca de 10 anos, tive alguns sustos com dores no peito e sou usuário de remédios para a pressão arterial desde os 35 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo odiado por muitos e acumulando problemas de saúde mantive meu ritmo por um bom tempo. Afinal, as coisas continuavam dando certo e o sucesso financeiro e profissional é uma boa maneira de esquecer os fracassos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que a vida começou a me ensinar algumas coisas importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ensinamento veio da própria vida profissional. Depois de vários anos de sucesso contínuo, vieram os primeiros anos de dificuldade. As metas profissionais, antes sempre atingidas, passaram a ser um sonho impossível de atingir e a frustração de não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;atingi&lt;/span&gt;-las um pesadelo diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram alguns anos de luta intensa em busca de resultados melhores, em um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;projeto&lt;/span&gt; que parecia impossível de ser concluído. Talvez os piores e mais importantes anos de minha vida profissional e pessoal. Assim como uma chapa de metal, que sob a intensa pressão de uma prensa vai tomando novas formas, também fui sendo moldado pelas dificuldades que enfrentei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos fui aprendendo que gritar com as pessoas era menos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;efetivo&lt;/span&gt; do que apenas conversar. Aprendi que há coisas que não podemos mudar, não importa o quão fortes e poderosos sejamos. Aprendi também que a vida era muito mais do que o trabalho e que a família não pode ser colocada em segundo plano indefinidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aprendizado trouxe de volta alguns valores que havia deixado para trás. A vontade de estar mais próximo da família e dos amigos ficou mais forte. O prazer de observar a natureza e sentir o vento no rosto voltou a me visitar. Os momentos de reflexão sobre a vida e seu sentido passaram a ser mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;freqüentes&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;realimentando&lt;/span&gt; o processo de transformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje tenho uma vida muito diferente. Deixei a posição de executivo profissional para tocar meus próprios negócios, o que me dá muito mais prazer. Tenho tempo de ir ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Ibirapuera&lt;/span&gt; diariamente para caminhar e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre a vida. Passo mais tempo com a família e com os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro, o sucesso profissional e o poder deixaram de ser meus maiores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;objetivos&lt;/span&gt;. Ao contrário, minha saúde e o relacionamento familiar são hoje minhas metas principais. No campo profissional, a realização de construir meus próprios empreendimentos superou em muito a disputa por poder que vivia nas empresas em que trabalhei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;estresse&lt;/span&gt; diário e crescente foi substituído por uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;tranqüilidade&lt;/span&gt; perene, que quase me faz esquecer como era ruim viver &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;estressado&lt;/span&gt;. A preocupação e ansiedade excessiva por pequenas coisas foi substituída pela busca paciente e persistente de coisas mais importantes como o auto-conhecimento e as verdadeiras amizades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja esse o segredo de minha pouca preocupação com a crise &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;econômica&lt;/span&gt;. Afinal, o que de importante ela pode tirar de nós?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-482798969299291538?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/482798969299291538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/olhando-crise-de-forma-diferente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/482798969299291538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/482798969299291538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/olhando-crise-de-forma-diferente.html' title='Olhando a crise de forma diferente'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-6078278691224094147</id><published>2008-12-15T08:39:00.002-02:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.975-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Assumindo sua parte da responsabilidade</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais difíceis na vida profissional e pessoal é assumir na medida certa a responsabilidade pelos fatos que ocorrem no dia a dia. Algumas vezes temos a tendência a nos inocentarmos em demasia, jogando para os outros ou mesmo para o destino a responsabilidade pela ocorrência de determinados eventos. Outras vezes assumimos uma responsabilidade maior do que a devida, nos glorificando ou martirizando por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;atos&lt;/span&gt; que pouco ou nada dependeram de nossa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;atuação&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que assumir a responsabilidade por eventos felizes costuma ser mais fácil para a maioria das pessoas. Afinal, quem não gosta de ser elogiado por ter sido responsável por algo notável. Os eventos desagradáveis, ao contrário, tendem a ser gerados por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;fatores&lt;/span&gt; externos ou por pessoas distantes. É como diz um ditado popular, o sucesso tem paternidade múltipla enquanto o fracasso é órfão de pai e mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todo mundo funciona dessa maneira. Algumas pessoas sentem uma necessidade incrível de se criticar e de negar suas virtudes. Diante de um evento positivo, tratam de afirmar que não tiveram qualquer envolvimento com ele. Chegam até a negar de forma enérgica quando alguém insinua sua participação no mesmo. Na outra ponta, são os primeiros a saltar e reconhecer sua culpa quando as coisas vão mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa maneira de procurar o equilíbrio com relação a sua responsabilidade sobre os fatos é pensarmos na física e no funcionamento do universo. Para que nosso planeta suporte a vida é necessário que uma estrela a milhões de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;quilômetros&lt;/span&gt; nos forneça calor. Mas somente isso não é suficiente. Uma combinação complexa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;fatores&lt;/span&gt; como presença de água, existência da atmosfera, composição química do planeta, entre outros tantos, fazem a diferença entre uma Terra densamente habitada e uma Lua inerte e vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o Sol fosse um ser humano, ele poderia ter vários comportamentos sobre o fato de haver vida na Terra e não haver na Lua. Ele poderia dizer que é o responsável pela vida na Terra e que o fato de não haver vida na Lua está relacionado com a inexistência de uma atmosfera adequada. Se fosse um pouco mais deprimido, poderia dizer que foi incapaz de produzir vida na Lua e que a existência da mesma na Terra nada tem a ver com sua capacidade de aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que o Sol é um dos componentes que definem a existência da vida na Terra e a não existência da mesma na Lua. Ele não é capaz de produzir ou exterminar a vida sozinho, mas é fundamental na fórmula que leva a um estado ou ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do Sol como elemento nessa análise não é por acaso. Por estar bastante distante da Terra, ele serve para mostrar que podemos influenciar em situações aparentemente fora do alcance de nossas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;ações&lt;/span&gt;. Em algum grau, sempre é possível encontrar alguma correlação entre nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;atos&lt;/span&gt; e os fatos que se sucedem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos no estado em que se encontra nosso planeta, aquecendo ano a ano e aproximando-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;do limite&lt;/span&gt; de sua capacidade de prover um ambiente favorável a humanidade. A grandeza desse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fenômeno&lt;/span&gt;, faz com que nenhum de nós julgue-se totalmente responsável por essa realidade. No entanto, todos somos em algum grau responsáveis pelo que está acontecendo. Cada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;latinha&lt;/span&gt; de refrigerante que consumimos, cada prato de carne que degustamos, cada minuto de televisão que assistimos colaboram para o aquecimento do planeta, gostemos ou não dessa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual é a maneira correta de lidar com a responsabilidade sobre os fatos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho uma resposta científica para essa pergunta, mas pessoalmente procuro utilizar duas regras básicas e que me ajudam a medir melhor meu envolvimento com os eventos do dia a dia. São elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Sempre existe algum grau de responsabilidade sua sobre o que acontece;&lt;br /&gt;2) Sempre existe algum grau de isenção de responsabilidade sua sobre o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer meio forçado dizer que sempre estamos envolvidos e nunca totalmente, mas essas regras nos ajudam a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;refletir&lt;/span&gt; melhor sobre a verdadeira responsabilidade que temos sobre os fatos que acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra técnica que utilizo para avaliar minha responsabilidade sobre os fatos é a de me afastar um pouco da cena e procurar vê-la como um fato neutro, nem bom nem ruim. Isso ajuda a diminuir a culpa por ter sido responsável por algo ruim ou a ansiedade de querer ser responsável por algo bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o fato me parece muito positivo, procuro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre as dificuldades que tal evento podem trazer no futuro. Quando parece uma verdadeira tragédia, penso nas coisas boas que podem surgir a partir desse acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Refletir&lt;/span&gt; sobre a neutralidade dos fatos nos ajuda a medir melhor nossa responsabilidade sobre os mesmos. Entender que sempre somos de alguma forma responsáveis e nunca totalmente isentos, nos ajuda a identificar melhor a correlação entre nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;atos&lt;/span&gt; e os eventos que observamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez em que você se sentir totalmente responsável ou isento em relação a determinado fato, procure seguir o raciocínio que apresentei. Se ajudar, me envie um e-mail comentando sobre sua experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-6078278691224094147?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/6078278691224094147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/assumindo-sua-parte-da-responsabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6078278691224094147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6078278691224094147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/assumindo-sua-parte-da-responsabilidade.html' title='Assumindo sua parte da responsabilidade'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7634091947977983267</id><published>2008-12-13T09:39:00.003-02:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A arte de nadar em mar aberto</title><content type='html'>Olá Pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já faz um bom tempo que não escrevo e sinto-me um pouco culpado de ter abandonado os que vez por outra visitam esse site. A eles peço desculpas e prometo que irei me esforçar para escrever artigos com maior &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;freqüência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa de não ter escrito mais nos últimos tempos me fez &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre o título desse artigo. Vocês já notaram como vários de nossos planos importantes são aos poucos esquecidos e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;substituídos&lt;/span&gt; por outros que nem foram tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;planejados&lt;/span&gt; assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... Todos os anos definimos para nós mesmos uma série de compromissos. Eles vão do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ingênuo&lt;/span&gt; plano de perder alguns &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;quilinhos&lt;/span&gt; a coisas sérias como iniciar uma poupança para a aposentadoria ou tratar aquela dor nas costas que aos poucos vai tirando nossa mobilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Via de regra, após algumas semanas de intenso esforço, vamos nos entregando ao fluxo natural da vida e retornamos ao ponto em que estávamos. Os poucos quilos perdidos durante algumas semanas retornam e a escalada do peso continua. A poupança deixa de ser reforçada e é utilizada para as emergências do dia a dia, sendo aos poucos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;substituída&lt;/span&gt; pelo limite rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial. A fisioterapia é abandonada e passamos a utilizar apenas o analgésico para enganar a dor quando a mesma se torna mais intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar a vida nos levar é parte da arte de viver. Lutar contra a correnteza da vida todo o tempo é cansativo e traz grande frustração. Alguns são mais tenazes do que outros, mas a verdade é que, assim como na correnteza do mar, é impossível nadar contra ela por muito tempo. Talvez isso explique por que muitos de nossos planos são frustrados em poucas semanas ou meses. Parece que de alguma maneira, nossa decisão vai contra o fluxo natural das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que você deve estar pensando que não podemos aceitar essa realidade e que precisamos ser disciplinados e vencer os desafios que são postos pela vida. Concordo plenamente e é por isso que decidi escrever esse artigo. Afinal, é preciso encontrar uma maneira de vencer a inércia que a vida nos impõe e aprender a mudar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;direção&lt;/span&gt; de maneira definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma maneira bastante eficaz de vencer os maiores desafios é a utilizada pelos nadadores de mar aberto mais experientes. Eles conhecem muito bem a força que a natureza possui e aprenderam a buscar seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;objetivos&lt;/span&gt;, ora se aproveitando dessa força, ora evitando-a ou contornando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que um bom nadador faz quando vai atravessar uma faixa de mar é estudar o ambiente. Ele procura entender a força, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;direção&lt;/span&gt; e o horário das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;correntezas&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;planejando&lt;/span&gt; sua travessia com detalhes e paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a correnteza é a favor de sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;direção&lt;/span&gt; e sentido, ele procura aproveitá-la ao máximo. Com isso, consegue atingir velocidades que jamais seria capaz por suas próprias forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário, quando a correnteza é totalmente frontal ao seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;objetivo&lt;/span&gt;, ele avalia sua capacidade de suportá-la e, muitas vezes, decide mudar de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;direção&lt;/span&gt; e nadar em busca dos limites dessa correnteza, evitando o confronto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;direto&lt;/span&gt;. Ele sabe que é melhor empenhar sua energia fugindo da correnteza do que enfrentando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre a melhor solução é fugir da correnteza. Se há energia suficiente para enfrentá-la e ainda produzir movimento positivo, pode ser melhor seguir em frente. Nesse caso, no entanto, é importante saber por quanto tempo teremos que enfrentar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;estresse&lt;/span&gt; de nadar contra a correnteza. Se estamos preparados para o tempo esperado, com alguma folga, vamos em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas situações não há o que fazer para enfrentar a correnteza. Nem é possível contorná-la e atingir seus limites, nem tampouco enfrentá-la. Nesses momentos, o nadador experiente poupa suas energias, volta ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;planejamento&lt;/span&gt; e aguarda o momento correto para reiniciar sua jornada. Literalmente, ele deixa que a vida (correnteza) o leve por um tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, mas não menos importante, o bom nadador nunca perde a esperança. Ele sabe que perdê-la significa não mais pisar em terra firme e luta todos os momentos para manter a serenidade e o senso de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;direção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos nos aproximando do final de mais um ano. Momento em que todos param para pensar em seus planos futuros e nos compromissos que irão assumir para os próximos 12 meses. Minha sugestão nesse momento é pensar como um nadador de mar aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalie seus desejos e sonhos em função do cenário que está colocado a sua frente. Procure identificar os grandes obstáculos e avalie sua capacidade de enfrentá-los de frente. Se você tem dúvidas, pense em alternativas de contorno. Se acha que não vai conseguir, pense em buscar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;objetivos&lt;/span&gt; mais fáceis de serem atingidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que o sucesso alimenta a auto-estima, enquanto o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;fracassso&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;solapa&lt;/span&gt;. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;somatória&lt;/span&gt; de pequenos sucessos nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;fortacele&lt;/span&gt;, aumenta nossa reserva de esperança e nos prepara para buscar sonhos mais ousados e para enfrentar fracassos maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fracassos têm o poder de nos tirar parte da esperança que temos armazenada. Se nossas reservas são volumosas, somos capazes de enfrentar grandes fracassos e ainda termos energia de ir em frente. Se ao contrário, nossas reservas são limitadas, temos que ser cuidadosos e evitar a possibilidade de fracassos maiores. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Zerar&lt;/span&gt; a reserva de esperança não é uma opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como um nadador experiente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;planeje&lt;/span&gt; suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;ações&lt;/span&gt; com calma e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;detalhamento&lt;/span&gt;. Avalie sempre sua capacidade de enfrentar cada desafio e mantenha a vigilância sobre o ambiente. Em momentos de calmaria, onde os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;fatores&lt;/span&gt; externos são a seu favor, acelere na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;direção&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;planejada&lt;/span&gt; e aproveite a sensação de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;liberdade&lt;/span&gt; e realização. Em momentos de dificuldade, reavalie sua capacidade de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;reação&lt;/span&gt; e decida se o melhor é continuar enfrentando, buscar contornos ou mesmo deixar que a correnteza o leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, nunca se esqueça de manter a calma e a esperança. Elas são suas melhores amigas nessa jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7634091947977983267?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7634091947977983267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/arte-de-nadar-em-mar-aberto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7634091947977983267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7634091947977983267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/12/arte-de-nadar-em-mar-aberto.html' title='A arte de nadar em mar aberto'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7506109622497418680</id><published>2008-10-12T09:26:00.004-03:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A importância da Transpiração</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas são as histórias de executivos considerados brilhantes que sofreram derrotas humilhantes. Ao mesmo tempo, são inúmeros os casos de executivos desconhecidos que levam suas empresas a anos de sucesso contínuo. Os motivos que levam a esse aparente paradoxo incluem o tema que gostaria de abordar no artigo de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auto-confiança é fundamental para alcançar sucesso no mundo dos negócios. Sua falta inviabiliza &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ações&lt;/span&gt; mais arrojadas e limita muito a criatividade e a capacidade de manter o rumo mesmo quando as dificuldades se apresentam. Ao mesmo tempo, o excesso de auto-confiança torna o executivo mais arrogante e desatento, deixando de lado detalhes que podem representar a diferença entre o sucesso e o fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thomas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Edison&lt;/span&gt; disse um dia que um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;gênio&lt;/span&gt; é 1% de inspiração e 99% de transpiração. É uma frase sábia e que resgata a realidade de todo sucesso verdadeiro, sempre ancorado por muito trabalho e perseverança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nada adianta ser brilhante se não há predisposição para enfrentar os obstáculos e para gastar horas tentando até acertar. O sucesso não surge por acaso nem é obtido por um passe de mágica. Ao contrário, ele é fruto de um processo de preparação intenso e de muito esforço, boa parte dele gasto em tentativas frustradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você deseja ser um executivo de sucesso, prepare-se para gastar boa parte de sua vida dedicando várias horas por dia em tarefas nem sempre agradáveis; buscando soluções para problemas que muitas vezes parecem desafiar sua capacidade; enfrentando derrotas e frustrações. Enfim, transpirando muito mais do que criando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor não entendam que estou depreciando a importância da criatividade e da auto-confiança. Ao contrário, minha teoria é de que ambas são fruto da disciplina que algumas pessoas possuem em perseverar e manter o ritmo do trabalho, sejam quais forem as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo que reconhece a importância de transpirar leva adiante um número maior de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;idéias&lt;/span&gt;, tornando-se mais criativo. Ao mesmo tempo, ao se expor a um volume maior de dificuldades e desafios, aprende a lidar melhor com o fracasso, a reconhecer o sucesso por acaso e a valorizar os momento em que sua participação realmente fez a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pretende ser um executivo de sucesso, prepare-se para suar muito. Lembre-se que quem mais produz normalmente é quem alcança resultados positivos em maior número, mas nunca se esqueça que para cada sucesso alcançado sempre haverá um conjunto de fracassos. É a capacidade de trabalho contínuo e a perseverança para vencer os obstáculos que diferenciam os grandes executivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre o tema acima, por favor envie um e-mail para paulo.pinho@uol.com.br .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7506109622497418680?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7506109622497418680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/10/importncia-da-transpirao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7506109622497418680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7506109622497418680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/10/importncia-da-transpirao.html' title='A importância da Transpiração'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1900186995892431529</id><published>2008-09-06T18:09:00.002-03:00</published><updated>2009-05-17T15:11:59.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Lidando com a Tristeza</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem como evitar. Há dias em que a tristeza bate a nossa porta e faz com que o coração fique apertado e a respiração curta e sentida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses momentos nossa energia fica limitada e a vontade de enfrentar desafios ou mesmo de comemorar bons resultados nos deixa a sós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficar triste de vez em quando é parte da vida de qualquer pessoa. Pode ser por um problema familiar; a perda de um grande amigo; algum aborrecimento imprevisto; ou mesmo pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;acúmulo&lt;/span&gt; de problemas que enfrentamos de vez em quando. Mas também pode ser por motivos profissionais. A perda de um grande negócio; o não reconhecimento de seu esforço em determinado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;projeto&lt;/span&gt;; ou o adiamento da esperada promoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa qual seja o motivo, a tristeza nos deixa deprimidos e com pouca energia. Ela tira o brilho de nossos olhos e faz com que o prazer de viver se afaste de nós, pelo menos pelo tempo em que está nos dominando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir tristeza de vez em quando é normal e pode até nos ajudar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;refletir&lt;/span&gt; um pouco sobre nossos verdadeiros valores. Se estamos tristes por termos perdido um grande negócio e isso nos deixa desanimados e sem energia é hora de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;refletirmos&lt;/span&gt; um pouco e lembrarmos que um negócio não é a coisa mais importante de nossas vidas. Dessa forma, há situações em que a tristeza nos ajuda a encontrar o caminho para uma vida mais completa e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir tristeza todo o tempo deixa de ser normal e é um sinal de que talvez seja hora de buscar ajuda profissional. Pode ser um sintoma de depressão, doença que pode e deve ser tratada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e quando a tristeza vem de um motivo realmente forte? Quando é resultado de uma perda importante como as que envolvem o relacionamento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;afetivo&lt;/span&gt; ou os grandes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas temos que ser fortes e pacientes. Fortes para não deixar que a tristeza tome conta de nossas vidas e faça com que nossos outros sonhos deixem de ser desejados e perseguidos; pacientes para suportar a dor que a tristeza impõe sem sair ofendendo e magoando a quem está em torno de nós; fortes para chorar mansamente e pacientes para deixar que o tempo faça seu trabalho de curar as feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar sobre lidar com a tristeza é bem mais fácil do que fazê-lo, mas estar preparado e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre as possibilidades sem dúvida ajuda a enfrentar melhor esses momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez que a tristeza tomar seu coração, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;reflita&lt;/span&gt; um pouco sobre sua origem. Primeiro procure entender se ela é por um motivo que realmente faz sentido. Se não for, livre-se dela e concentre sua atenção em coisas mais importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sua conclusão for de que trata-se de algo realmente importante, seja forte e paciente. Espere que o tempo cure as feridas e procure &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre o lado bom de estar passando por essa situação. Por mais difícil que possa parecer, sempre existe um lado bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a dor for muito forte, deixe que as lágrimas ajudem a aliviá-la. Se tiver um amigo em que possa confiar, converse com ele e compartilhe sua dor. A um ditado que diz que o amor quando é compartilhado se multiplica e que a dor compartilhada se dissolve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se após alguns dias a tristeza não resolver dar lugar a um novo ciclo de energia e entusiasmo, procure a ajuda de um profissional. Não é normal ficar triste por muito tempo e é preciso reconhecer que algo pode estar errado com sua saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe de enviar seus comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1900186995892431529?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1900186995892431529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/09/lidando-com-tristeza.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1900186995892431529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1900186995892431529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/09/lidando-com-tristeza.html' title='Lidando com a Tristeza'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5069467131459935499</id><published>2008-06-28T16:36:00.003-03:00</published><updated>2009-05-17T15:12:50.975-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Desenvolvendo Pessoas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece estranho falar em desenvolver pessoas no ambiente corporativo. Afinal, a não ser em casos especiais, estamos falando de lidar com pessoas adultas e que já deveriam estar desenvolvidas física e intelectualmente quando chegam ao mercado de trabalho. Mas a realidade está bem distante dessa visão simplificada e sempre haverá espaço para o desenvolvimento humano e profissional, seja qual for a idade dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolver pessoas não é tarefa fácil e exige perseverança, dedicação e auto-controle. Nem todo executivo está preparado para essa missão e é um grande erro esperar que pessoas sem habilidades específicas sejam capazes de desenvolver pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da constatação de que vários executivos não sabem desenvolver pessoas, isso não significa que eles não possam aprender e desenvolver essa habilidade. Os princípios do desenvolvimento humano são relativamente simples de serem aprendidos e, com algum esforço adicional, serem aplicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, no que consiste a arte de desenvolver pessoas e o que precisa ser aprendido e praticado para ter sucesso nessa área?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento humano é reflexo de vários &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;fatores&lt;/span&gt; e um dos principais deles é o ambiente em que vivemos e as experiências que ele nos permite &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;vivenciar&lt;/span&gt;. Cada experiência nos faz aprender algo novo e confrontar princípios, preferências e valores com a realidade. Com o tempo, aprendemos a reagir de forma diferente aos estímulos do ambiente e nos adaptamos, desenvolvendo comportamentos que aumentem nossas chances de sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder que busca o desenvolvimento de seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;time&lt;/span&gt; precisa criar um ambiente de trabalho que incentive os comportamentos desejados em geral. Além disso, precisa calibrar os desafios para cada indivíduo de forma diferenciada, considerando as características e o grau de maturidade de cada pessoa. Ele mesmo deve ser um exemplo na maioria dos comportamentos desejados, e quando não é o caso, deve explicitar suas fraquezas e investir em seu próprio desenvolvimento de maneira pública e humilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um líder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;desenvolvedor&lt;/span&gt; não é um amigo compreensivo e complacente. Ao contrário, o bom líder é muitas vezes firme em suas colocações e chega a ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;desagradável&lt;/span&gt; em alguns momentos. Seu foco não está no conforto de seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;time&lt;/span&gt; mas no desenvolvimento do mesmo, o que exige esforço e superação. São várias as situações onde o líder precisa ser firme e demonstrar claramente sua insatisfação com os comportamentos indesejáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que é firme e exigente quando percebe comportamentos inadequados, o líder é capaz de ser solidário e compreensivo com as dificuldades e com as derrotas de seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;time&lt;/span&gt;. Para ele o mais importante é o processo, a maneira como as tarefas são feitas e as decisões são tomadas. O resultado é somente o reflexo de todas as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;ações&lt;/span&gt;, combinadas com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fatores&lt;/span&gt; que ele sabe estarem totalmente fora do controle das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um verdadeiro líder, resultados positivos são sempre comemorados mas às vezes devem ser acompanhados de discussões fortes sobre falhas a serem corrigidas. Por outro lado, apesar de serem motivo para lamentação, há situações em que resultados negativos precisam ser acompanhados de palavras de incentivo e verdadeiro reconhecimento do esforço aplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom líder busca antes de tudo seu próprio auto-desenvolvimento. Além de procurar ser uma referência para seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;time&lt;/span&gt;, modelando em si mesmo os comportamentos que deseja desenvolver, o verdadeiro líder reconhece suas fraquezas e trabalha de forma disciplinada e humilde para desenvolver a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser referência, um bom líder é capaz de desafiar seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;time&lt;/span&gt; constantemente. Uma de suas habilidades é reconhecer os limites de cada indivíduo e trabalhar no sentido de ampliá-los através de novos desafios.  A cada novo desafio, ele é capaz de incentivar, apoiar e criticar sem fazer com que seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;time&lt;/span&gt; desista. É a arte de manter a chama do aprendizado acesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, o líder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;desenvolvedor&lt;/span&gt; é capaz de reconhecer o crescimento das pessoas e comemorar sua independência e maturidade. Assim que nota que suas lições de vida não são mais necessárias ou que as habilidades adquiridas por seus liderados podem ser melhor utilizadas em desafios maiores, ele tem a sabedoria de incentivá-los a buscar novos horizontes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim se completa o ciclo de desenvolvimento de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você deseja fazer comentários sobre esse ou outro artigo, por favor envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5069467131459935499?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5069467131459935499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/06/desenvolvendo-pessoas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5069467131459935499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5069467131459935499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/06/desenvolvendo-pessoas.html' title='Desenvolvendo Pessoas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8388739401604461554</id><published>2008-06-03T09:29:00.003-03:00</published><updated>2008-06-13T07:17:29.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Medo dos Treinamentos Comportamentais</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Faz&lt;/span&gt; alguns anos que me dedico ao estudo do comportamento das pessoas no ambiente de trabalho. Durante esse tempo tive a oportunidade de participar como liderado, como líder e como consultor de vários &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;treinamentos&lt;/span&gt; comportamentais. Por experiência própria, posso afirmar que esse tipo de iniciativa, quando conduzida por pessoas competentes, produz impactos profundos no comportamento e na produtividade das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos efeitos positivos que podem ser obtidos com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;treinamentos&lt;/span&gt; comportamentais, ainda existem muitas dúvidas por parte de alguns executivos sobre a eficácia dos mesmos e gostaria de conversar um pouco sobre os motivos para tal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;desconfiança&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro motivo, e para mim o mais importante, está relacionado com o preconceito natural que temos de coisas que não conhecemos bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de sermos seres &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;sociáveis&lt;/span&gt; e de precisarmos conviver com outras pessoas a maior parte de nossa vida é interessante notar que quase nada aprendemos sobre relacionamentos durante nossa vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;acadêmica&lt;/span&gt;. Passamos mais de 15 anos na escola e nada ou quase nada nos é ensinado sobre o comportamento humano e suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;conseqüências&lt;/span&gt; nos relacionamentos e nos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo as iniciativas mais incipientes de treinar o relacionamento e o trabalho em equipe são normalmente boicotadas e mal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;direcionadas&lt;/span&gt;, como o exemplo dos famosos trabalhos em grupo onde é muito comum que uma ou duas pessoas façam todo o trabalho e os outros simplesmente recebam suas notas. Como resultado, uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;atividade&lt;/span&gt; que deveria ajuda a consolidar a importância do trabalho em equipe se transforma em uma demonstração de que o trabalho solitário e mais eficiente e de que os grupos são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;ingerenciáveis&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um verdadeiro milagre que com tão pouco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;treinamento&lt;/span&gt; sobre os temas comportamentais e de relacionamento as empresas ainda consigam obter algum resultado nessas áreas. Somente o fato dos seres humanos serem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;sociáveis&lt;/span&gt; por natureza explica esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;fenômeno&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta dessa ausência quase total de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;treinamento&lt;/span&gt; durante a vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;acadêmica&lt;/span&gt;, não é de se surpreender que pessoas inteligentes e bem formadas sejam uma verdadeira negação no que diz respeito a questões como auto-conhecimento e capacidade de se relacionar com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, é bastante normal que essas pessoas vejam qualquer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;treinamento&lt;/span&gt; nas áreas de comportamento humano como sendo algo distante demais de suas realidades. Mais ou menos como pedir a uma criança de 7 anos que goste de comer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;brocolis&lt;/span&gt; ou alface pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo do desconhecido é para mim o grande bloqueador para que executivos utilizem mais os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;treinamentos&lt;/span&gt; comportamentais em suas estratégias para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;otimizar&lt;/span&gt; os resultados de suas organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só o medo do novo que faz os executivos serem tão tímidos com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;treinamentos&lt;/span&gt; comportamentais. Existe também o trauma de ter sido vítima de profissionais pouco preparados, que fazem trabalhos superficiais ou mesmo apelativos, que pouco ou nada acrescentam de prático no dia a dia profissional das organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativas muito voltadas ao espírito de aventura e à tentativa de convencer que somos capazes de fazer qualquer coisa, basta desejar, são pouco produtivas e muitas vezes trazem mais prejuízos do que benefícios. Além disso, dinâmicas divertidas e lúdicas sobre relacionamentos e comportamentos feitas sem a devida reflexão ao final do processo vão muito pouco além do simples divertimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trabalho de desenvolvimento de pessoas e de equipes deve ser mais completo, incluindo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;atividades&lt;/span&gt; em grupo acompanhadas por rodadas de reflexão sobre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;objetivos&lt;/span&gt; de cada trabalho e sobre as mensagens que se deseja passar. Ele deve ser complementado ainda com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;atividades&lt;/span&gt; de acompanhamento, que permitam as pessoas treinarem suas novas habilidades e observarem os resultados obtidos. Finalmente, perceber que o aprendizado não é uniforme entre as pessoas e que é necessário dar atendimento individualizado aos que apresentam maiores dificuldades é fundamental para o sucesso de um programa de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado podemos ter grandes benefícios trabalhando a questão comportamental, a frustração com um trabalho mal conduzido ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;superficial&lt;/span&gt; pode fazer com que esse tipo de iniciativa seja totalmente banida das práticas de desenvolvimento de uma organização. É muito triste reconhecer isso, mas o fato é que ocorre a todo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos motivos acima serem verdadeiros, não devem ser fortes o suficiente para impedir que as empresas invistam mais em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;treinamentos&lt;/span&gt; comportamentais. Ao contrário, devem ser pontos a considerar no processo de avaliação de alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o bloqueador é o medo do novo e do desconhecido, comece estudando um pouco mais o assunto e buscando referências em empresas que já aplicaram esse tipo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;treinamento&lt;/span&gt; com sucesso. Converse com pessoas que já participaram em processos similares. Entenda que benefícios elas perceberam com o trabalho. Dessa forma você irá reduzir seus receios e ganhar coragem para enfrentar o novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o bloqueador está associado a experiências negativas no passado, procure obter mais referências sobre os fornecedores de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;consultoria&lt;/span&gt; do mercado. Se possível, peça para que eles o apresentem detalhadamente seus planos de trabalho e avalie especialmente os seguintes pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Referências positivas em trabalhos similares em outras empresas;&lt;br /&gt;- Formato e conteúdo dos trabalhos em grupo;&lt;br /&gt;- Experiência dos profissionais envolvidos;&lt;br /&gt;- Processo de acompanhamento das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;atividades&lt;/span&gt; após os encontros em grupo;&lt;br /&gt;- Processo de atendimento personalizado aos indivíduos com maior dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando alguns cuidados você poderá ter uma grande ferramenta de desenvolvimento em suas mãos. Vale a pena tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui comentários sobre esse artigo, por favor envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8388739401604461554?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8388739401604461554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/06/o-medo-dos-treinamentos-comportamentais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8388739401604461554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8388739401604461554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/06/o-medo-dos-treinamentos-comportamentais.html' title='O Medo dos Treinamentos Comportamentais'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-4159807052838625628</id><published>2008-05-27T08:35:00.003-03:00</published><updated>2008-06-13T07:17:29.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Dando e Recebedo Feedback</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar e receber &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;feedback&lt;/span&gt; é extremamente importante na relação entre pessoas e essa habilidade deveria ser ensinada e praticada em todas as escolas do mundo. Infelizmente, essa não é a realidade que vivemos e muitos problemas de comunicação e de relacionamento acabam ocorrendo por conta da incapacidade das pessoas em darem e receberem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;feedback&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma sessão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;feedback&lt;/span&gt; é uma oportunidade única de falar sobre os comportamentos das pessoas que nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;afetam&lt;/span&gt; de forma positiva, e que queremos reforçar, ou que nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;afetam&lt;/span&gt; negativamente, e que gostaríamos que fossem modificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Feedback&lt;/span&gt; não é prestar contas sobre o trabalho nem um processo de avaliação de desempenho. Existem outros mecanismos que cuidam desses temas. Também não se trata de julgar pessoas e suas intenções. Em vez disso, seu foco é nos comportamentos das pessoas e nos impactos positivos ou negativos que os mesmos causam nos relacionamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão ideal é a que considera o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;feedback&lt;/span&gt; cruzado, permitindo que cada um possa expor seus sentimentos sobre os comportamentos da outra pessoa. Isso faz com que a relação seja mais equilibrada e mantenha-se o princípio da reciprocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma sessão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;feedback&lt;/span&gt; é importante tomar alguns cuidados. Abaixo você encontrará algumas dicas de como deve se comportar durante o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao dar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;feedback&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pense antes no que deseja falar e ensaie suas palavras. Se possível, escreva em um papel as principais mensagens que deseja expor à outra pessoa. Isso ajuda a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre o que será dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seja sincero, respeitoso e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;objetivo&lt;/span&gt;. Concentre-se nas coisas mais relevantes e procure deixar os detalhes de lado. Haverá outras oportunidades para conversar no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lembre-se que as únicas razões para se dar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;feedback&lt;/span&gt; são a de reforçar um comportamento desejado já existente ou de modificar um comportamento indesejável. Se sua motivação não for uma dessas, melhor não dar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;feedback&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Inicie a sessão falando de comportamento(s) que você admira na pessoa que está recebendo o seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;feedback&lt;/span&gt;. Explique por que você admira esse(s) comportamento(s) e qual o sentimento que você sente quando ele(s) acontece(m).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em seguida, fale sobre o(s) comportamento(s) da pessoa que lhe incomoda(m) ou que você considera inconveniente(s). Procure dar exemplo(s) recente(s) e bem definido(s) em que cada comportamento ocorreu. Evite julgar a personalidade ou as intenções da pessoa. Em vez disso, concentre-se no(s) comportamento(s) e nos sentimentos que ele(s) causaram em você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Procure dar uma razão pela qual a pessoa que está recebendo o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;feedback&lt;/span&gt; deveria mudar seu(s) comportamento(s). Mostre como ela poderia se beneficiar modificando o(s) comportamento(s) que você acabou de descrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Caso a pessoa reaja, não inicie uma discussão. Em vez disso, reforce sua intenção de ajudar e peça para que a pessoa tome esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;feedback&lt;/span&gt; como um presente que você está dando de coração. Se o presente não for de serventia, ele poderá ser posto de lado depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao receber &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;feedback&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ouça atentamente o que está sendo dito. Abra o coração e receba o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;feedback&lt;/span&gt; com coragem e humildade. Existe sempre algo de bom no que está sendo dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não responda e não reaja ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;feedback&lt;/span&gt;. Você está recebendo um presente e deverá recebê-lo como se recebe um presente. Mesmo que os comentários não lhe pareçam totalmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;corretos&lt;/span&gt; ou justos, aceite-os de mente aberta e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;reflita&lt;/span&gt; com calma sobre ele depois da sessão terminada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Respeite a coragem de quem está dando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;feedback&lt;/span&gt;. A certas coisas que são muito difíceis para a maioria das pessoas e dar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;feedback&lt;/span&gt; está entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se você não entender algo, pode perguntar. Mas controle-se e pergunte apenas para entender o que não ficou claro. Não vale perguntar com a intenção de negar ou de amenizar o que está sendo dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Reflita&lt;/span&gt; sobre o que você ouviu e agradeça a quem está lhe dando o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;feedback&lt;/span&gt;. Mais uma vez, tome-o como um presente dado com o coração por quem realmente se preocupa com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que você já possui um roteiro para uma sessão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;feedback&lt;/span&gt;, que tal se aventurar e praticar na vida real essa habilidade tão importante. Pode ser difícil no início e até soar um pouco artificial, mas com o tempo você irá notar que é mais fácil e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;prazeroso&lt;/span&gt; do que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui comentários sobre esse artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Seus comentários e sugestões são muito importantes para a manutenção desse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-4159807052838625628?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/4159807052838625628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/dando-e-recebedo-feedback.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4159807052838625628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4159807052838625628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/dando-e-recebedo-feedback.html' title='Dando e Recebedo Feedback'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-440480263020142620</id><published>2008-05-20T21:55:00.007-03:00</published><updated>2008-06-13T07:17:10.823-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Derrubando Mitos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre gostei de ler livros sobre negócios, mas confesso que me incomodava a maneira como a maioria das empresas citadas como de sucesso nos livros acabavam se mostrando não tão bem sucedidas assim alguns anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, passei a concentrar minha leitura nas principais mensagens, já que a maioria fazia algum sentido para mim, e deixar de lado as longas histórias sobre como as empresas haviam conseguido sucesso através de estratégias inteligentes e por contar com líderes especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas bem no fundo ficava uma grande dúvida. Se as empresas ditas de sucesso acabavam falhando alguns anos depois dos livros publicados, será que as virtudes relatadas pelos autores como provocadoras desse sucesso eram realmente o que as fazia melhores do que as outras? Será que elas eram realmente melhores do que as outras empresas? E se fossem, o que teria ocorrido para que o sucesso passado se transformasse em fracasso em tão pouco tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi no livro "Derrubando Mitos" de Phil &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Rosenzweig&lt;/span&gt;, publicado pela Editora Globo que encontrei a melhor análise sobre os motivos que levaram a vários livros de negócios cometerem tantas falhas de avaliação sobre o desempenho das empresas e dos motivos que as levavam a serem mais bem sucedidas do que outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro explora nove equívocos que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;freqüentemente&lt;/span&gt; levam profissionais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;renomados&lt;/span&gt; a avaliar de maneira equivocada os motivos que levam a um desempenho superior. Nas próximas linhas, procuro explicar um pouco esses motivos mas para aqueles que se interessarem no assunto, recomendo fortemente a leitura do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro Equívoco: O efeito Aura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refere-se a tendência que temos em avaliar positivamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;fatores&lt;/span&gt; complexos como cultura, liderança, valores e estratégia quando nos referimos a uma organização cujo desempenho seja publicamente considerado superior. O mesmo se aplica no sentido inverso, tornando-nos muito mais críticos em nossas avaliações sobre esses mesmos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;fatores&lt;/span&gt; quando nos referimos a empresas que enfrentam dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito Aura faz com que empresas de alto desempenho nos pareçam mais bonitas e competentes do que realmente são, enquanto empresas de baixo desempenho tenham suas fraquezas enfatizadas e suas virtudes reduzidas de maneira artificial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Equívoco: Correlação e Causalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de haver correlação entre dois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;fatores&lt;/span&gt; não necessariamente quer dizer que um possui relação de causa em relação ao outro. O fato de os empregados de uma empresa com desempenho superior serem mais satisfeitos do que os de uma empresa com desempenho inferior não significa necessariamente que ter empregados satisfeitos faz os resultados melhorarem. A experiência sugere, ao contrário, que o sucesso da empresa tem mais impacto na satisfação dos empregados do que a satisfação dos mesmos nos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificar verdadeiras relações de causalidade não é tarefa fácil, especialmente em áreas relacionadas com as ciências sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro Equívoco: Explicações Simples&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos estudos e livros apontam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;fatores&lt;/span&gt; individuais como cultura, foco no cliente e liderança como determinantes para um desempenho superior, mas as organizações não são tão simples assim. Dezenas ou centenas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;fatores&lt;/span&gt; se combinam e se correlacionam para gerar determinado resultado e os estudos mais sérios demonstram que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fatores&lt;/span&gt; isolados possuem impacto relativamente modesto sobre os resultados de uma organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto Equívoco: Ligar os Pontos Vencedores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;selecionar&lt;/span&gt; um conjunto de empresas vencedoras e identificar o que as mesmas possuem em comum não ajuda a entender as razões do seu sucesso pois não há como compará-las com empresas de menor sucesso. Muitos livros e estudos sobre o desempenho das empresas cometem esse erro e chegam a conclusões pouco confiáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinto Equívoco: A Pesquisa Rigorosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos livros e trabalhos enfatizam sua preocupação em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;coletar&lt;/span&gt; um conjunto amplo de dados sobre as empresas que avaliam. No entanto, se esses dados não forem de boa qualidade e estiverem impregnados pelos efeitos das Auras (Equívoco 1), de nada vale ter rigor no processo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;coleta&lt;/span&gt; e análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexto Equívoco: O Sucesso Duradouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todas as empresas de alto desempenho passam por dificuldade em algum momento de sua história. A promessa de sucesso duradouro, defendida em alguns livros, é atraente mas não é realista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sétimo Equívoco: O Desempenho Absoluto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho de uma empresa é relativo, e não absoluto. Uma empresa pode melhorar seu desempenho e mesmo assim continuar sendo menos competitiva do que a média de mercado. A medida absoluta do desempenho não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;reflete&lt;/span&gt; o sucesso de uma organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oitavo Equívoco: A Ponta Errada do Bastão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser verdade que muitas empresas de sucesso tenham perseguido estratégias altamente focadas, mas isso não significa que estratégias altamente focadas levem necessariamente ao sucesso como é defendido por alguns autores. Uma estratégia inadequada para determinado momento de mercado, ainda que focada, pode ser altamente prejudicial para os resultados de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nono Equívoco: A Física Organizacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de nosso desejo de certeza e de ordem, o desempenho de uma empresa não obedece leis imutáveis e bem definidas como na física. Não é possível prever o resultado de uma organização de maneira precisa a partir da avaliação de determinados &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;fatores&lt;/span&gt;, muito menos quando falamos ao longo de vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima vez que você ler um livro ou um artigo que fale sobre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;fatores&lt;/span&gt; que levam ao sucesso no mundo dos negócios, avalie se o mesmo não está &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;cometendo&lt;/span&gt; um ou mais dos equívocos citados acima. Se estiver, leia-o com uma visão um pouco mais crítica e considere suas conclusões com um pouco mais de cautela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse tema, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-440480263020142620?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/440480263020142620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/derrubando-mitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/440480263020142620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/440480263020142620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/derrubando-mitos.html' title='Derrubando Mitos'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-31923876275598986</id><published>2008-05-06T08:47:00.002-03:00</published><updated>2008-06-13T07:17:10.823-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>A Importância dos Processos nas Organizações</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos já não se houve falar dos departamentos de O&amp;amp;M nas organizações. Para os mais novos, talvez seja inclusive um termo desconhecido, que parece mais uma das &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;diversas&lt;/span&gt; siglas criadas pelas empresas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;consultoria&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&amp;amp;M significa Organização e Métodos, uma área cujo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivo&lt;/span&gt; principal era mapear como as tarefas de uma empresa deveriam ser executadas e organizadas, o que avaliando as dificuldades que encontramos em várias empresas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;atualmente&lt;/span&gt;, sugere que essas áreas deveriam ser recriadas com urgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se a função de organizar e definir métodos de trabalho faz tanto sentido, por que terá desaparecido das empresas? A resposta está provavelmente no rumo que essas estruturas tomaram ao longo do tempo e na sua relação com a tecnologia de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vários anos, os analistas de O&amp;amp;M se especializaram em definir formulários longos e complicados que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;coletavam&lt;/span&gt; informação sobre todas as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;atividades&lt;/span&gt; das empresas. Essa verdadeira paranóia pela burocracia das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;atividades&lt;/span&gt;, fez com que as organizações vissem a área de O&amp;amp;M mais como problema do que como solução, uma área que complicava demais coisas relativamente simples e que dificultava a adaptação da empresa às mudanças de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, a percepção das pessoas sobre as áreas de O&amp;amp;M não deixava de ser correta. A tentativa de documentar e organizar processos complexos era realmente uma tarefa difícil, pois a tecnologia disponível (papel, a máquina de escrever e copiadora) não eram flexíveis e rápidas o suficiente para reagirem às mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, as áreas de O&amp;amp;M foram sendo substituídas pela implantação de sistemas que automatizavam e davam suporte às &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;atividades&lt;/span&gt;. Dessa forma, em vez de definir processos em um manual em papel, os mesmos eram programados em sistemas que forçavam a organização a executar as tarefas na sequência e com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;coleta&lt;/span&gt; de informações que eram necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado a introdução dos sistemas trouxe mais agilidade e maior adesão aos processos, houve um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; que fez com que esse movimento trouxesse algumas dificuldades importantes. O que no início se apresentou como um processo de documentar e automatizar processos nas empresas, de forma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;customizada&lt;/span&gt; para cada organização, aos poucos se tornou uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;padronização&lt;/span&gt; de procedimentos para toda a indústria, representada por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;produtos de software &lt;/span&gt;que pretendiam atender a todo um segmento. Além disso, devido à complexidade associada ao desenvolvimento desses produtos, cada fornecedor se dedicou a uma determinada área de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;atuação&lt;/span&gt;, forçando as empresas a terem vários &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;produtos de software&lt;/span&gt; diferentes, cada um contendo parte dos processos que precisavam ser suportados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi uma torre de babel de sistemas, colados por diversas interfaces como se fossem um mosaico mal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;planejado&lt;/span&gt;. Uma verdadeira confusão de sistemas com dificuldades enormes de integração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do século XX (sinto-me velho em dizer isso) surgiu com força a proposta de implantação dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;ERPs&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Enterprise&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Resource&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Planning&lt;/span&gt;), cuja promessa era resgatar a uniformidade dos processos e coerência dos mesmos ao longo de toda a operação. Além disso, e convenhamos que essa foi a maior razão para a mudança, esses sistemas prometiam evitar o colapso que seria causado nos sistemas pelo famoso bug do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;milênio&lt;/span&gt;. O interessante dessa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;estória&lt;/span&gt; é que o maior &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;vetor&lt;/span&gt; de sucesso da implantação dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;ERPs&lt;/span&gt; (o bug do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;milênio&lt;/span&gt;) talvez tenha sido também o causador das maiores frustrações que vemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o foco na substituição urgente dos sistemas por ambientes novos foi o foco da onda de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;ERPs&lt;/span&gt;, pudemos assistir tristemente empresas gastando milhões de dólares migrando processos mal definidos e fragmentados para novos ambientes computacionais, na melhor das hipóteses da mesma maneira que eram feitos, em alguns casos, piorados pela forma corrida e atrapalhada como foram implantados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passada a febre dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;ERPs&lt;/span&gt;, constatamos hoje que as empresas continuam com sistemas pouco integrados e com processos fragmentados e mal definidos, o que seguramente resulta em pouca eficiência e muita confusão nas organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução para esse problema parece que está começando a despontar no horizonte. Ainda que novamente liderada de forma exagerada pelos fabricantes de software, se inicia uma discussão mais intensa sobre a importância de mapear os processos e de buscar maneiras de implantá-los independentemente da plataforma de software que seja utilizada para suportar as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;atividades&lt;/span&gt; produtivas e administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante, não? Após quase trinta anos de ostracismo, os analistas de processos são chamados de volta para ajudar na tarefa de organizar aquilo que em determinado momento pareceu que seria resolvido com pura tecnologia. Eles ressurgem das cinzas e voltam a ser tratados de maneira digna e até mesmo reverenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos analistas de processos e a todos aqueles que lidam com esse assunto, meu desejo é de que eles reconheçam suas limitações e suas virtudes, que aprendam com os erros do passado, e de que aproveitem essa nova oportunidade que está sendo oferecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários a respeito desse assunto, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-31923876275598986?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/31923876275598986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/importncia-dos-processos-nas-organizaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/31923876275598986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/31923876275598986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/05/importncia-dos-processos-nas-organizaes.html' title='A Importância dos Processos nas Organizações'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-6198377303629920883</id><published>2008-04-23T08:12:00.002-03:00</published><updated>2008-04-29T21:16:40.268-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Crise da Meia Idade</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana recebi a cópia de um artigo publicado na Harvard &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Business&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Review&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Fevereiro&lt;/span&gt; com o qual me identifiquei muito e tenho certeza de que o mesmo acontecerá com vários de vocês. O artigo fala sobre a já famosa crise de meia idade, que assola executivos na faixa dos 40 a0s 50 anos, e é cercada de mitos e fantasias que fazem várias pessoas nessa idade &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;caírem&lt;/span&gt; em armadilhas perigosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos importantes do artigo se refere ao mito de que a jovialidade tem relação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;direta&lt;/span&gt; com as possibilidades de escolher novos caminhos. Essa crença leva as pessoas a acreditarem que mudar e rumo no meio do caminho é uma prerrogativa somente dos mais jovens, que possuem um tempo maior para fazer tentativas, o que imobiliza muitos executivos de meia idade, condenando-os a manter um rumo que não lhes agrada por considerarem-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;inaptos&lt;/span&gt; a tentar novas maneiras de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que os executivos jovens possuem mais tempo para tentar alternativas do que os mais maduros, mas a experiência profissional de 20 anos adicionais dá ao executivo de meia idade muito mais chances de identificar o melhor caminho e de saber o que realmente deseja para sua segunda metade da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, não há nada de errado em considerar uma mudança de rumo na carreira durante a meia idade. Ao contrário, tomar a iniciativa de buscar um novo caminho antes que as circunstâncias o façam é altamente recomendável e evita a situação de ser descartado pelo sistema em algum momento da linha do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mudar exige cuidado e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;planejamento&lt;/span&gt; e está longe da fantasia de que podemos fazer qualquer coisa de nossas vidas apenas com a força do pensamento. É preciso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;refletir&lt;/span&gt; bastante sobre o que desejamos, sobre as reais possibilidades de conseguirmos nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;objetivos&lt;/span&gt; e de como lidaremos com as dificuldades e com os riscos. Mudar é preciso, mas também é necessário aproveitar ao máximo as experiências, o conhecimento e os relacionamentos que foram construídos na primeira metade da jornada. Caso contrário, o executivo se coloca na mesma situação do novato, com a diferença de que tem menos tempo para se recuperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de mudar durante a meia idade é real e legítima. Não é uma crise em si, mas somente um processo de transformação. As crises são provenientes de duas possíveis atitudes extremas que procuro detalhar a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira atitude equivocada é a tentativa de negar que a mudança se faz necessária e a tentativa de se convencer de que tudo continua como antes. É um erro grave e que pode gerar grandes arrependimentos no futuro. Muitos executivos são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;pegos&lt;/span&gt; de surpresa quando são informados pelo sistema que já não interessam mais e que estão dispensados. Alguns entram em depressão, outros chegam a morrer de desgosto. Para evitar o inevitável, alguns executivos  insistem em desafiar seus limites sem considerar que já não possuem mais 20 anos de idade. O resultado pode representar grandes danos à saúde e à família, alguns deles simplesmente irreversíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra atitude extrema e perigosa é a de achar que tudo é possível e se jogar de cabeça em aventuras cheias de fantasia. Esse tipo de comportamento normalmente leva a momentos de muita satisfação ao princípio, mas pode consumir poupanças de uma vida inteira em questão de meses ou anos. No final, todo o esforço de buscar segurança é desperdiçado e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;executivo&lt;/span&gt; é forçado a começar de novo em um momento em que as possibilidades já não são tão promissoras assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está chegando na faixa dos 40 anos, ou mesmo se já passou um pouco dela, pense um pouco sobre o que deseja fazer de sua vida nos próximos 20 anos. Avalie se não é momento de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;iniciar&lt;/span&gt; uma fase de transição, de preparação para uma nova etapa de vida. Pense em coisas como um novo formato de relacionamento com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;trabalho&lt;/span&gt;, mais atenção à saúde e à família, um novo equilíbrio entre trabalho e lazer, enfim, em uma nova maneira de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenha pressa em decidir seu novo rumo. Apenas reserve mais horas do seu tempo para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre seus sentimentos, suas necessidade e seus sonhos. Pense em alternativas, investigue possibilidades e deixe o tempo cuidar do resto. Aos poucos você irá  materializando seus sonhos e suas próprias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;ações&lt;/span&gt; o levarão ao rumo certo. Não se apresse, mas tome o cuidado para não negar seus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-6198377303629920883?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/6198377303629920883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/crise-da-meia-idade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6198377303629920883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6198377303629920883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/crise-da-meia-idade.html' title='A Crise da Meia Idade'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-4502616842723400706</id><published>2008-04-18T18:07:00.002-03:00</published><updated>2008-04-21T16:53:45.434-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>A Montanha Russa das Corporações</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser executivo de uma grande multinacional tem algumas semelhanças interessantes com um passeio de montanha russa e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;idéia&lt;/span&gt; desse artigo e falar sobre algumas delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa com uma vontade enorme de enfrentar um novo desafio. Acabamos de sair de um emprego emocionante e, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;já&lt;/span&gt; nos vemos na longa e disputada fila de uma posição ainda mais desafiadora. A ansiedade e o medo de não suportar as emoções dessa nova &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;atração&lt;/span&gt; nos fazem questionar se deveríamos estar ou não ali. Por um momento pensamos que seria melhor voltar a fila do brinquedo anterior, mas quando olhamos para trás vemos que retornar é impossível e a única opção que resta é continuar em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega o momento da verdade. Somos convidados a entrar na montanha russa e nos posicionarmos em nosso lugar de destaque. O ambiente parece seguro, com barras de segurança e construção bastante sólida, mas os alertas para pessoas com problemas de pressão, coração e outras complicações mais nos fazem pensar se teremos saúde para enfrentar o que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barras de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;proteção&lt;/span&gt; travadas e começa o movimento. No início de maneira bem lenta, como que preparando-nos para os momentos seguintes. A subida é lenta e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tranqüila&lt;/span&gt; mas nos faz pensar em como será a descida. Quanto mais subimos mais nos assusta a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;idéia&lt;/span&gt; de que em algum momento, teremos que descer, e pelo que sabemos de todas as experiências anteriores, a descida será muito mais agitada do que a subida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;inicial&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos chegando ao topo e nos damos conta de que não haverá mais subida. Aos poucos a velocidade vai se reduzindo e os trilhos desaparecem. Na frente vemos apenas o vazio e temos a impressão de que chegamos ao fim da linha. Mas nossa experiência mostra que o final da linha esta longe e que é hora de enfrentar grandes turbulências. Se inicia a primeira descida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns milésimos de segundo nossa viagem se transforma. A lenta e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tranqüila&lt;/span&gt; viagem de subida se transforma em uma descida enlouquecida, turbulenta e agressiva, que nos faz pensar por que razão decidimos entrar nessa brincadeira. O coração dispara, nos sentimos impotentes, totalmente sem controle. Nossa única &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;reação&lt;/span&gt; é de contrair os músculos e esperar que a coisa termine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma boa montanha russa, assim como uma posição de destaque em uma grande empresa, reserva mais emoções e surpresas. Durante alguns minutos, que no mundo corporativo são equivalentes a trimestres, somos chacoalhados daqui para lá e de novo para cá. Damos várias piruetas nas três dimensões do espaço e o tempo parece se dilatar e se contrair conforme a avalanche de emoções invade nossas mentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem momento de pura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;tranqüilidade&lt;/span&gt;, quando estamos subindo e atingindo nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;objetivos&lt;/span&gt;. Em outros momentos nos sentimos totalmente perdidos, sacudindo de um lado para outro, ora subindo ora descendo. Finalmente, os momentos mais alucinados ocorrem quando sofremos as quedas mais violentas. Nos sentimos sem apoio, sem chão, e novamente nos perguntamos sobre o que nos levou a aceitar esse tipo de brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passa e o circuito chega ao fim. É hora de descer e de deixar que outros tomem o nosso lugar naquela montanha russa. Nos sentimos aliviados por termos sobrevivido, e trazemos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;conosco&lt;/span&gt; sentimentos mistos trazidos pelos momentos emocionantes que vivemos. Por um lado pensamos em nunca mais participar de um desafio tão intenso, com tanto sofrimento. Por outro, desejamos experimentar novamente e testar nossa capacidade de desafiar o perigo e as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em terra firme, alguns irão desejar ir para casa e descansar. Outros correrão para a próxima fila, em busca de uma montanha russa ainda mais violenta. Outros ainda irão esperar um pouco, experimentar brinquedos um pouco mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;tranqüilos&lt;/span&gt;, para depois retornar aos mais emocionantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma coisa é certa. Os parques de diversões e as corporações continuarão cheios de pessoas e executivos ávidos por sentirem as sensações fortes que os brinquedos e os empregos causam nas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver algum comentário sobre esse artigo, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-4502616842723400706?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/4502616842723400706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/montanha-russa-das-corporaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4502616842723400706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/4502616842723400706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/montanha-russa-das-corporaes.html' title='A Montanha Russa das Corporações'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1780993708449110237</id><published>2008-04-15T09:56:00.002-03:00</published><updated>2008-04-15T10:36:28.396-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Inovação e Criatividade nas Empresas</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se fala na importância da inovação e da criatividade na capacidade das empresas em se manterem competitivas. Empresas são contratadas para "ensinar" as pessoas a serem criativas. Processos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;seleção&lt;/span&gt; passam a incluir como critério de avaliação a criatividade das pessoas. Discutem-se as condições ideais no ambiente de trabalho que geram maior capacidade de inovação. Enfim, quase todo mundo está buscando maneiras de tornar seu pessoal mais criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as abordagens que encontrei &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;sobre&lt;/span&gt; o tema Criatividade, a que mais gostei é de um autor relativamente pouco conhecido e muito jovem chamado Fábio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Zugman&lt;/span&gt;. Para ele, criatividade é fruto de trabalho e dedicação, com uma pitada de devaneio. O trabalho duro em determinadas áreas do conhecimento humano, aumenta o arsenal de informações que podem ser combinadas entre si para gerar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;idéias&lt;/span&gt; e conceitos novos. O hábito de combinar essas informações de maneiras diferentes, buscando encaixes que façam sentido sem desconsiderar qualquer possibilidade, cria um leque de alternativas, a maioria delas sem sentido, mas que contém uma ou outra combinação que se apresentam como promissoras. Das poucas alternativas promissoras, o acaso e uma dose adicional de inspiração faz com que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;idéias&lt;/span&gt; realmente criativas sejam encontradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro O Mito da Criatividade, Fábio nos faz lembrar da maneira mística com que tratamos as pessoas ditas criativas e como temos uma tendência a atribuir suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;idéias&lt;/span&gt; a um dom divino (talento) ou a um simples golpe de sorte. Reforça ainda a maneira até mesmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;pejorativa&lt;/span&gt; com que nos referimos às pessoas mais criativas, muitas vezes rotuladas como loucas ou estranhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;idéia&lt;/span&gt; de ver a criatividade como resultado de muito trabalho e da habilidade em fazer associações de conhecimentos adquiridos. Me agrada mais ainda a percepção de que para sermos criativos temos que tentar várias alternativas, cometendo mais erros do que acertos e, portanto, aprendendo de maneira acelerada. Acho realmente que o segredo de ser ou não criativo está na combinação desses &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fatores&lt;/span&gt; e recomendo que todos façam alguma reflexão a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se assumirmos que a abordagem acima é verdadeira, o que acredito totalmente, chegamos a conclusão de que qualquer processo em busca de pessoas criativas tem grande chance de fracassar. Em vez de procurar pessoas criativas, talvez seja mais produtivo buscar pessoas que gostem de aprender, que tenham disposição para trabalhar e que não tenham receio de explorar as alternativas possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, essa abordagem reforça a importância de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;atuar&lt;/span&gt; sobre o ambiente em que as pessoas estão inseridas. É muito difícil ser criativo em uma ambiente onde erros não são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;aceitos&lt;/span&gt;, afinal para criar teremos que errar mais do que acertar. Mais difícil ainda será criar em um ambiente onde preferem-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;idéias&lt;/span&gt; comprovadas a novas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;alternativas&lt;/span&gt;. Por fim, pessoas extremamente atarefadas, focadas em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;atividades&lt;/span&gt; repetitivas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;estressantes&lt;/span&gt;, provavelmente terão pouca disponibilidade para estudar novos assuntos e menos ainda para fazer associações entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, me parece demasiado artificial ensinar as pessoas a serem criativas. Prefiro investir na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;conscientização&lt;/span&gt; sobre a importância de aprender sempre; no reconhecimento de que é o manuseio constante desse conhecimento que gera associações boas e más; e na constatação de que o acaso é parte do processo de criação mas não é o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;ator&lt;/span&gt; principal do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui comentários sobre esse tema e queira compartilhar comigo, por favor envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1780993708449110237?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1780993708449110237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/inovao-e-criatividade-nas-empresas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1780993708449110237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1780993708449110237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/inovao-e-criatividade-nas-empresas.html' title='Inovação e Criatividade nas Empresas'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-6094414363825794039</id><published>2008-04-11T08:30:00.003-03:00</published><updated>2008-04-15T10:36:28.396-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Preocupação Versus Pré-ocupação</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo executivo responsável costuma ficar preocupado de vez em quando. A incerteza de atingir os resultados trimestrais, o receio de perder determinado negócio, a insegurança de ser mantido no cargo para o próximo ano são exemplos de preocupações com as quais convivemos em nossas carreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas situações, a preocupação faz com que os executivos tomem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ações&lt;/span&gt; que diminuem a possibilidade de confirmação do que os preocupa. Esse tipo de comportamento ajuda a antecipar possíveis obstáculos no caminho e a identificar maneiras de contorná-los ou enfrentá-los. É uma atitude positiva, que ajuda a obter sucesso e que coloca o controle da situação nas mãos do executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa relação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;direta&lt;/span&gt; entre a preocupação e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ação&lt;/span&gt; que visa minimizá-la me faz preferir chamar esse estado de pré-ocupação, o que me traz a sensação de se ocupar (agir) de forma antecipada. Utilizando essa terminologia, poderíamos dizer que é saudável e recomendável se pré-ocupar pois trata-se de uma antecipação de movimentos que visam reduzir o risco ou minimizar os impactos de eventos não desejáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes a preocupação traz &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;estresse&lt;/span&gt; e frustração ao executivo. Isso acontece quando a antecipação da possibilidade de ocorrência de eventos indesejáveis não é acompanhada de um plano de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ação&lt;/span&gt;, ao contrário, faz com que o seu foco saia do campo da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;ação&lt;/span&gt; e vá para o da especulação. Nesse momento, ele passa da posição de protagonista para a de possível vítima, o que é uma atitude negativa e que não o ajuda a sair da dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um executivo que funciona boa parte de seu tempo no modo de preocupação tem uma tendência a ser mais pessimista e a avaliar as condições em torno de si como mais adversas. Essa atitude o torna mais inseguro e faz com que suas decisões sejam mais demoradas e, muitas vezes, assumindo que o pior será inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, um executivo mais orientado para o modo de pré-ocupação é mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;otimista&lt;/span&gt; e produtivo. Ele percebe os possíveis riscos a seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;objetivos&lt;/span&gt; e trata de lidar com eles de maneira antecipada, procurando alternativas para contornar e suplantar os obstáculos. Essa atitude positiva perante as dificuldades faz com que ele seja mais seguro e mais ágil no seu processo de decisão. Ele sabe que as dificuldades existem mas tem sempre um plano para lidar com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;objetivo&lt;/span&gt; de cunhar novos termos, mas gosto de brincar com a diferença entre os termos preocupação e pré-ocupação por que acho uma boa maneira de perceber a diferença de atitude que podemos ter em relação às possibilidades que o futuro nos reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima vez em que você perceber a possibilidade de um problema a frente, pense se você está se preocupando ou se pré-ocupando. Se a opção for a primeira, melhor mudar de atitude e pensar nas dificuldades de maneira diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver exemplos sobre atitudes de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;preocupação&lt;/span&gt; e de pré-ocupação e quiser compartilhar comigo. Por favor, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Será de grande ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-6094414363825794039?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/6094414363825794039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/preocupao-versus-pr-ocupao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6094414363825794039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6094414363825794039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/preocupao-versus-pr-ocupao.html' title='Preocupação Versus Pré-ocupação'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5912905789713895273</id><published>2008-04-08T08:51:00.002-03:00</published><updated>2008-04-15T10:36:51.497-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Estrelas, Carregadores de Piano e Habitantes</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das grandes empresas tem ou já teve um programa de desenvolvimento de novos talentos. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;idéia&lt;/span&gt; por trás desses programas é identificar o pessoal mais jovem e com grande potencial de desenvolvimento e criar condições para que essas pessoas sejam incentivadas a buscar maiores desafios dentro da própria organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente acho que as empresas devem investir no potencial das pessoas, mas tenho um pouco de preocupação com a maneira como esses programas são concebidos e administrados. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;idéia&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;selecionar&lt;/span&gt; algumas pessoas e rotulá-las como talentos a serem desenvolvidos não me agrada, primeiro por que questiono o benefício para um jovem profissional de ser precocemente chamado de talento, segundo por que percebo um grande impacto negativo sobre aqueles que não são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;selecionados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa discussão me leva a uma analogia que o Professor Pedro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Mandelli&lt;/span&gt; apresentava em suas aulas sobre gestão de pessoas no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;MBA&lt;/span&gt; da Dom Cabral. Ele falava de três categorias de pessoas que coabitavam nas empresas: as estrelas, os carregadores de piano e os habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estrelas são as pessoas que por sua habilidade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;interpessoal&lt;/span&gt;, aliada a determinado grau de competência técnica e/ou administrativa, são reconhecidas como as mais brilhantes e destacadas da organização. Elas podem ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;extremante&lt;/span&gt; competentes ou não, mas sua capacidade de promover suas realizações e de justificar suas falhas é tão bem desenvolvida que são sempre vistas como bem sucedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estrelas costumam ter carreiras meteóricas (desculpem-me pelo trocadilho), chegando a cargos elevados em um tempo relativamente curto. Esse tempo curto de crescimento profissional, abrevia o processo de desenvolvimento e faz com que falhas de formação existentes se tornem cada vez mais evidentes. Não é raro encontrar estrelas que brilham fortemente por alguns anos e depois entram em decadência e são obrigadas a abandonar seus cargos por falta de competência técnica. Isso não quer dizer que essas pessoas não possuem potencial para ocupar cargos mais importantes, elas apenas foram promovidas antes do tempo e são mais vítimas do que vilãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tão brilhantes como as estrelas, mas com capacidade muitas vezes superior ao delas, estão os carregadores de piano. São pessoas comprovadamente competentes, que conhecem bem a  organização, e fazem o possível para manter as coisas funcionando. Em geral são profissionais mais experientes, mas que não tiveram a oportunidade de crescer tão rapidamente na organização. Sua capacidade de manter as coisas em ordem e de vencer os obstáculos do dia a dia faz com que a organização tenha muito medo de movê-los, o que limita sua capacidade de crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Carregadores de Piano são fundamentais para o sucesso da organização. Sem eles, uma empresa está com seus dias contados, mas isso poucas vezes é reconhecido. As empresas deveriam ter mais carregadores de piano e, se possível, trabalhar para que eles também sejam reconhecidos como estrelas. Minha visão é de que qualquer estrela deveria provar ser capaz de carregar o piano, antes de ser alçada à categoria de estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os carregadores de piano querem ser estrelas. Alguns preferem se manter na função de carregadores de piano e não há mal nesse tipo de pensamento. Afinal, não existem cargos altos para todos em uma organização e contar com pessoas que estão satisfeitas com suas atribuições &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;atuais&lt;/span&gt; é muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última categoria de pessoas são os chamados habitantes. São pessoas que definitivamente não são estrelas mas não possuem a mesma tenacidade e competência dos carregadores de piano. Elas fazem o seu trabalho de forma aceitável mas não vão além de determinados limites, estão satisfeitas com sua condição de trabalho, e consideram a empresa como uma forma de manter suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, não há problema em termos vários habitantes nas organizações. Eles são tão importantes quanto os carregadores de piano e as estrelas, principalmente por que realizam tarefas que nenhuma das outras categorias gostaria de realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um organização equilibrada deve possuir algumas estrelas, vários carregadores de piano e muitos habitantes. Além disso, o ideal é que estrelas sejam elevadas a essa categoria somente depois de demonstrarem sua capacidade de carregarem piano. Por sua vez, todos os habitantes devem ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;incentivados&lt;/span&gt; a assumirem posições de carregadores de piano, sem que isso se apresente como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;mandatório&lt;/span&gt; para a permanência na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A analogia acima é interessante para entender como as organizações funcionam e que papel cada um de nós exerce nas mesmas, mas não deixa de ser uma forma de rotular as pessoas e, portanto, seu uso deve ser evitado como instrumento de desenvolvimento organizacional. Por favor, evite sair por aí chamando seus colegas ou subordinados de estrelas, carregadores de piano ou habitantes. Você pode ofender muita gente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que todos nós assumimos os três papéis em alguns momentos. Uma mesma pessoa pode ser uma estrela em determinado assunto e um simples habitante em outro. Da mesma forma, podemos ser estrelas em determinado &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;projeto&lt;/span&gt; e verdadeiros carregadores de piano em outros. Como tudo na vida real, somos parte de um mosaico de cores e tonalidades diferentes, que variam no tempo e no espaço. Nada é fixo e, portanto, rótulos devem ser evitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por conta dos pontos levantados acima que não sou simpático a programas de desenvolvimento de novos talentos. Em princípio, prefiro não rotular pessoas ou grupos, o que está implícito nesse tipo de programa. Mesmo que aceitasse rotular, creio que a tentativa de definir precocemente quem deve ou não ser um talento no futuro é mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;danosa&lt;/span&gt; do que benéfica. Somente o tempo é capaz de dizer quem será capaz de se desenvolver e em que área específica.  Se queremos maximizar nossas chances de encontrar as verdadeiras estrelas, devemos dar a todos a oportunidade de enfrentar desafios e demonstrar sua capacidade de carregar pianos e sua vontade de brilhar na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários ou sugestões sobre esse tema, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5912905789713895273?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5912905789713895273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/estrelas-carregadores-de-piano-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5912905789713895273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5912905789713895273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/04/estrelas-carregadores-de-piano-e.html' title='Estrelas, Carregadores de Piano e Habitantes'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7064673206028119108</id><published>2008-03-31T17:10:00.002-03:00</published><updated>2008-04-15T10:36:28.398-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Por que as Empresas não Crescem?</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;SEBRAE&lt;/span&gt;, 60% das empresas deixam de existir nos primeiros quatro anos de vida. Elas são incapazes de crescer de forma sustentável e acabam deixando de existir quando os investidores atingem seu limite de capacidade de investimento ou de administração de riscos. É a chamada mortalidade infantil das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que podemos dizer de empresas maiores e mais antigas, aquelas que passaram pela fase de mortalidade infantil e foram capazes de alcançar notoriedade no mercado? Será que elas também podem deixar de crescer e até mesmo morrer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em recente pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral, o desempenho das maiores empresas do mercado brasileiro foram analisados por um período de 33 anos (1973 a 2006), tomando por base sua participação no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ranking&lt;/span&gt; das 500 Maiores e Melhores da revista Exame durante esse período. As principais conclusões foram as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;383 empresas (76,6%) deixaram o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ranking&lt;/span&gt; – 22,7% por falência ou fechamento e 45,5% por fusão ou aquisição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;117 empresas (23,4%) conseguiram manter-se no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;ranking&lt;/span&gt;, e tiveram como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;fator&lt;/span&gt; de sobrevivência um crescimento em média 2,5 vezes acima do PIB nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso demonstra na prática que tanto empresas pequenas e jovens quanto empresas maiores e maduras podem sofrer de falta de crescimento. Mais ainda, demonstra que em um período mais longo, a grande maioria das empresas terá problemas de crescimento pelo menos por determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma tentativa de entender os motivos que levaram as empresas a se manter no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;ranking&lt;/span&gt; das maiores e melhores, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;FDC&lt;/span&gt; investigou a história de algumas das empresas analisadas e constatou que a capacidade de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;planejamento&lt;/span&gt; e o processo sucessório foram decisivos para o crescimento continuado das empresas que se mantiveram no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;ranking&lt;/span&gt;. Nem mesmo itens como qualidade do ambiente de trabalho ou capacidade de inovação foram tão importantes quanto a disciplina de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;planejar&lt;/span&gt; o futuro e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;gerenciar&lt;/span&gt; o processo de sucessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao perguntar aos executivos das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;atuais&lt;/span&gt; maiores e melhores quanto o crescimento sustentável é estratégico para suas organizações, A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;FDC&lt;/span&gt; constatou que 90% a 98% dos executivos, dependendo do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;setor&lt;/span&gt; da economia, afirmam ser muito importante e estratégico. Esses mesmos executivos, quando perguntados se suas empresas estão crescendo adequadamente, respondem em sua maioria (91% a 93%) que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais motivos para que o crescimento dessas empresas não ocorra conforme o desejo são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20,0% processos inadequados;&lt;br /&gt;20,0% recursos humanos limitados;&lt;br /&gt;16,9% acesso limitado a capital ou formas de financiamento;&lt;br /&gt;10,8% capacidade operacional limitada;&lt;br /&gt;13,8% acesso limitado a mercados;&lt;br /&gt;7,7% &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;infra&lt;/span&gt;-estrutura de TI inadequada;&lt;br /&gt;6,2% problemas de logística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As próprias respostas comprovam a importância que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;planejamento&lt;/span&gt; tem na geração de crescimento. Os próprios executivos atribuem a falta de crescimento a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;fatores&lt;/span&gt; limitantes que, em sua grande maioria, estão sob sua própria responsabilidade. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Fatores&lt;/span&gt; que poderiam deixar de ser gargalos do crescimento se sua necessidade fosse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;planejada&lt;/span&gt; com antecedência e houvesse um esforço coordenado por desenvolvê-los na medida e no tempo necessário para suportar o crescimento da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez disso, vemos a maioria das empresas concentrando seus esforços na execução de curto prazo, com seus executivos gastando muito mais energia para justificar ou comemorar os resultados do passado do que na construção dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;fatores&lt;/span&gt; que garantirão o crescimento futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a busca da eficiência operacional máxima desvia quase toda a atenção dos executivos para a parcela custos da equação de geração de lucros. Quase nenhum tempo é gasto pensando em maneiras de gerar novas receitas, seja pela busca de novos mercados, seja pelo desenvolvimento de novos produtos e serviços. A necessidade de entregar resultados de curto prazo faz com que todos os esforços sejam concentrados nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;ações&lt;/span&gt; que geram resultados mais rapidamente e o corte de custos desponta como a mais eficiente arma nessa guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco no controle de despesas e na redução e custos dificilmente deixa espaço para o desenvolvimento de recursos humanos ou da capacidade operacional da organização, o que acentua a dificuldade de crescimento, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;realimentando&lt;/span&gt; a necessidade de aumentar ainda mais a eficiência operacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto menos se investe no desenvolvimento de recursos humanos, em capacidade operacional e em novos produtos e soluções, mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;difícil&lt;/span&gt; é crescer, e o resultado pode ser uma redução significativa do crescimento ou até mesmo a redução do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;faturamento&lt;/span&gt;. A empresa fica vulnerável e qualquer oscilação mais importante no cenário &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;econômico&lt;/span&gt; poderá representar o seu desaparecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para garantir crescimento sustentável é necessário investir de forma contínua no desenvolvimento da capacidade operacional e na oferta de produtos e serviços. Novos mercados devem ser explorados e os mercados &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;atuais&lt;/span&gt; devem ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;monitorados&lt;/span&gt; cuidadosamente, avaliando a capacidade da empresa em manter-se competitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ênfase especial deve ser dada no desenvolvimento dos recursos humanos e no processo de sucessão do corpo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;gerencial&lt;/span&gt;.  Deve haver investimento constante no aprimoramento das pessoas e um processo vigoroso de busca e desenvolvimento de novos talentos deve ser prioridade. Executivos devem ser incentivados a desenvolver seus sucessores e sua designação a novos desafios deve estar vinculada a essa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer exige disciplina de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;planejamento&lt;/span&gt; e execução, aliada a capacidade de avaliar o ambiente,  suas oportunidades e ameaças. Não é tarefa fácil mas totalmente possível se os executivos da organização realmente dão prioridade ao tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;fatores&lt;/span&gt; que levam ao crescimento, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Seu comentário será de grande ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7064673206028119108?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7064673206028119108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/por-que-as-empresas-no-crescem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7064673206028119108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7064673206028119108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/por-que-as-empresas-no-crescem.html' title='Por que as Empresas não Crescem?'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1400393977665926358</id><published>2008-03-27T14:52:00.002-03:00</published><updated>2008-03-30T19:48:07.607-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Excelentes Executivos e Péssimos Pais</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos executivos se considera capaz de lidar com várias coisas ao mesmo tempo e se julga um bom administrador de prioridades. Uma breve avaliação de suas agendas e de seus resultados comprova que esses atributos são realmente comuns nas pessoas com maior sucesso em suas carreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se é verdade que esses executivos são capazes de administrar altos volumes de trabalho e, ao mesmo tempo, priorizar o que é mais importante, por que será que existem tantos filhos de executivos que se ressentem da falta de presença de seus pais? Pior ainda, por que tantos executivos são forçados a lidar com verdadeiras rupturas de relacionamento com seus próprios filhos? Sendo os filhos uma de nossas maiores prioridades, não seria incoerente chegar a esse tipo de situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que todos temos limitações em nossa capacidade de administrar responsabilidades e suas prioridades. Por mais organizados que sejamos, a partir de determinado momento, somos incapazes de atender a todas as demandas que surgem e começamos a transbordar, como uma caixa de água que recebe mais líquido do que é capaz de consumir. Ainda que sejamos hábeis em deixar por último as questões menos relevantes, aos poucos somos levados a uma situação em que descartamos também o que é fundamental e é quando os grandes problemas começam a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No exemplo da relação entre o trabalho e os filhos essa limitação fica mais do que clara. A não ser em casos muito especiais, ninguém abandona seus filhos por não considerá-los importantes. Ao contrário, é a importância deles que faz com que muitos executivos trabalhem incansavelmente, sempre em busca de garantir o conforto e a segurança que eles merecem ter. Como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;conseqüência&lt;/span&gt;, convivem pouco com seus próprios filhos, deixando-os com a impressão de não serem tão importantes assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a infância essa ausência e normalmente negligenciada pelos pais, que entendem que no futuro terão mais oportunidades de conviver com seus filhos. A experiência mostra, no entanto, que esse afastamento se aprofunda e, com muita &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;freqüência&lt;/span&gt;, se transforma em mágoa e ressentimento. Quando chega a adolescência, as pequenas decepções se transformam em profundas divergências e o relacionamento entre pai e filho é abalado de forma perigosa e muitas vezes &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;irreversível&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;fenômeno&lt;/span&gt;, que até pouco tempo era quase um "&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;privilégio&lt;/span&gt;" dos homens, está se tornando muito comum também entre as mulheres que colocam maior ênfase em suas carreiras profissionais. Ainda que de forma não intencional, estamos criando uma legião de filhos funcionalmente órfãos em nossa sociedade, e isso não é nada bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que você ache que é capaz de administrar tudo ao mesmo tempo ou que poderá se esforçar um pouco mais agora para aproveitar a convivência com seus filhos no futuro, não se engane. Cada momento de convivência que você deixar de ter no presente será perdido e não retornará nunca mais. Por mais cruel e pessimista que possa parecer essa afirmação, não existe garantia nenhuma de que você terá um futuro a ser compartilhado com o seu filho e cada momento deve ser aproveitado da melhor maneira possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a necessidade de prover conforto e segurança o impelir a trabalhar muito mais do que o desejável, lembre-se de que a criança acompanhada de seu pai se sente mais segura, independente de qual seja o nível de perigo a que esteja submetida. Lembre-se também de que as coisas mais importantes de nossa vida são grátis e não precisam e nem podem ser compradas. Um passeio no parque, uma luta no colchão do quarto, ver as nuvens mudando de formato, sentir o balançar de um colo macio e acolhedor, são experiências muito mais importantes do que qualquer bem material que possa ser comprado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda tem dúvidas, fale com seus colegas mais velhos. Ouça as estórias que eles têm para contar e não subestime a importância desse tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser um bom pai, ou mãe, não é tão difícil assim, mas exige dedicação e tempo disponível. Não é uma questão de colocar seus filhos na lista de prioridades pois eles provavelmente já estão. A questão é colocar a convivência e o relacionamento com eles nessa lista em posição mais alta do que a obtenção pura e simples de bens materiais que os possam dar conforto e segurança.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se você tem comentários sobre esse tema ou alguma estória para contar, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1400393977665926358?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1400393977665926358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/excelentes-executivos-e-pssimos-pais.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1400393977665926358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1400393977665926358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/excelentes-executivos-e-pssimos-pais.html' title='Excelentes Executivos e Péssimos Pais'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-6296576179650986459</id><published>2008-03-12T09:17:00.004-03:00</published><updated>2008-03-30T19:48:07.608-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O Executivo e sua Auto-imagem</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já teve a oportunidade de ouvir sua própria voz em alguma gravação. Se teve, provavelmente se surpreendeu com a diferença entre a gravação e a percepção que você tem sobre sua própria voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma sensação realmente estranha. A diferença entre as vozes é grande e nossa primeira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reação&lt;/span&gt; é de negar que aquela seja nossa voz. No entanto, dependendo da qualidade do gravador, a voz proveniente do aparelho é muito mais próxima da que as outras pessoas ouvem do que a de nossa própria audição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelo semelhante podemos fazer sobre a imagem que criamos de nós mesmos, quando confrontada com a percebida pelas outras pessoas.  Não estou falando aqui da imagem física, mas da que descreve nossas atitudes, nossas virtudes e nossas falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria das pessoas possui uma auto-imagem bastante diferente daquela que percebida pelas pessoas com quem convivem, e isso gera muitos problemas de comunicação e de relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomemos o exemplo de um executivo que se avalie como participativo e democrático. Para ele, não existe decisão em sua organização que não seja amplamente discutida e, portanto, suportada por todos. Sua auto-imagem é de um executivo que valoriza a participação de todos no processo de decisão e cuja decisão final procura sempre atender ao consenso da maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Existe uma grande chance que esse mesmo executivo seja avaliado por seus subordinados o mesmo superiores como sendo autoritário e com capacidade limitada de aceitar a opinião dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que será que cria tamanha desconexão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, está a falta de hábito que a maioria das pessoas tem de "ouvir" sua imagem a partir dos outros. Normalmente ficamos satisfeitos com nossas percepções sobre como nos comportamos e esquecemos de verificar quais foram as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reações&lt;/span&gt; das outras pessoas. Quanto menos nos preocupamos em entender as percepções dos outros, mais nos convencemos de que estamos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;corretos&lt;/span&gt;, até o ponto em que simplesmente recusamos qualquer comentário que negue nossas próprias percepções. Quando chegamos a esse ponto de "surdez", criamos o cenário perfeito para casos como o relatado acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar está a nossa capacidade de desenvolver justificativas para tudo o que incomoda em nosso próprio comportamento. Se somos muito autoritários, dificultando a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;participação&lt;/span&gt; das pessoas nos processos de decisão, preferimos atribuir a ausência de participação à apatia das pessoas ou ao pouco interesse das mesmas. Se recusamos todas as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;idéias&lt;/span&gt; que nos são apresentadas, preferimos acreditar que elas não seriam boas o suficiente do que admitir que não fomos capazes de perceber o seu real valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja por um motivo ou pelo outro, pessoas que deixam de "ouvir" sua imagem através dos outros, se afastam da realidade e perdem uma grande oportunidade de desenvolverem o verdadeiro auto-conhecimento. Em vez disso, criam uma imagem fantasiosa de si mesmos, gerando muitos problemas de relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer a si mesmo é muito importante para o sucesso de qualquer executivo. Mas a única maneira de conhecermos a nós mesmos é através do exercício de perceber a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;reação&lt;/span&gt; dos outros a nossos próprios comportamentos. Somente percebendo o impacto que somos capazes de gerar nas outras pessoas é que somos capazes de avaliar o que realmente somos. Caso contrário, ficaremos para sempre "ouvindo" uma imagem distorcida de nossos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;comportamentos&lt;/span&gt; e atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem algum comentário ou sugestão sobre esse tema, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.b"&gt;paulo.pinho@uol.com.b&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-6296576179650986459?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/6296576179650986459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/o-executivo-e-sua-auto-imagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6296576179650986459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/6296576179650986459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/o-executivo-e-sua-auto-imagem.html' title='O Executivo e sua Auto-imagem'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-518244588029872117</id><published>2008-03-11T07:42:00.002-03:00</published><updated>2008-03-12T09:17:33.994-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carreira'/><title type='text'>Encontrando Velhos Amigos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas semanas tomei a decisão de procurar os grandes amigos que tive durante o período de faculdade. Esse ano completamos 25 anos de formados e achei que seria uma bela oportunidade de nos encontrarmos novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estou em busca da maioria das pessoas e aproveito para divulgar nossa intenção aqui no Blog. Se você foi ou conhece alguém da turma de engenharia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;elétrica&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;UFRJ&lt;/span&gt; que se formou 1983, entre em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;contato&lt;/span&gt; comigo no e-mail &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;. Queremos reunir o maior número possível de pessoas nesse encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar e ainda faltarem muitos amigos para reencontrar, o pessoal que era mais próximo já apareceu e algumas observações já podem ser feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o tempo agiu sobre todos nós. Os jovens de vinte poucos anos que conviveram naquela época, matando aula para beber e jogar conversa fiada nos bares do Rio de Janeiro não existem mais. Se transformaram em quarentões / &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;cinqüentões&lt;/span&gt; com cabelos grisalhos, testas mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;visíveis&lt;/span&gt; e barrigas mais proeminentes. Agora somos respeitáveis senhores de meia idade, demonstrando que o tempo não perdoa e que devemos aproveitar cada momento que nos é concedido em vez de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;desperdiçá&lt;/span&gt;-los preocupando-se em demasia ou e queixando de nossa situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, é visível o sucesso de todos aqueles jovens que tiveram uma formação educacional sólida e que foram incentivados a empreender. Cada um de sua maneira, todos foram bem sucedidos em suas carreiras. São &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;estórias&lt;/span&gt; de sucesso que demonstram a importância de uma boa formação e de uma atitude empreendedora perante a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando as mudanças que o tempo impôs sobre todos nós, me chamou a atenção como ainda somos capazes de brincar e de se divertir da mesma forma que fazíamos nos corredores do fundão. A mesma irreverência ácida continua presente em todos os que faziam parte daquele grupo. As conversas são animadas e recheadas de humor e o alvo principal de nossas críticas continuam sendo nossas próprias caricaturas. O tempo transformou nossos corpos e nos trouxe realização profissional e pessoal, mas ainda temos muito daqueles jovens em nossos corações, e talvez esse seja um de nossos segredos. Que continue assim por pelo menos mais 25 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observo com prazer que ainda somos AMIGOS de verdade. Quase nos perdemos durante mais de duas décadas, trilhamos caminhos totalmente diferentes e vivemos experiências muitas vezes opostas, mas ainda somos verdadeiramente amigos. Apesar de termos sido levados a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;direções&lt;/span&gt; distintas, continuamos conectados pelas lembranças agradáveis daquele tempo em que convivemos intimamente. É uma prova de que amigos verdadeiros são para sempre, não importa o quão distantes eles estejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convivemos intensamente por mais de 5 anos, aproveitando cada momento daquela experiência, aprendendo a nos respeitarmos e a nos amarmos. Fomos capazes de nos desapegarmos do conforto e da previsibilidade daquela convivência para alçarmos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;vôos&lt;/span&gt; maiores e mais solitários. Criamos novos laços de amizade, construímos nossa reputação profissional e social, enfim, amadurecemos. Agora que nos reaproximamos, constatamos que a amizade construída em alguns anos de convivência continua intacta e mais viva do que nunca em cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja essa a maior lição a ser aprendida. Nosso destino é deixar marcas na vida das outras pessoas e a qualidade dessas marcas determina nossa recompensa. Não estamos aqui para ter nem para pertencer e sim para deixar e receber percepções e lembranças. Assim como um pássaro, que pousa na mão aberta do treinador habilidoso de forma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;espontânea&lt;/span&gt; e se debate na mão fechada do leigo, as amizades verdadeiras estão sempre presentes nas mentes dos verdadeiros amigos, mas se afastam daqueles que tentam artificialmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;mantê&lt;/span&gt;-las. Por esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;motivo&lt;/span&gt;, agradeço a todos os amigos que tenho pela oportunidade de tê-los marcado e pela honra de carregar marcas deixadas por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-518244588029872117?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/518244588029872117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/encontrando-velhos-amigos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/518244588029872117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/518244588029872117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/encontrando-velhos-amigos.html' title='Encontrando Velhos Amigos'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-3796362901157192584</id><published>2008-03-05T08:20:00.005-03:00</published><updated>2008-03-11T07:42:00.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Pessoas versus Papéis e Circunstâncias</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum termos pessoas a quem confiamos totalmente e outras das quais desconfiamos sem pestanejar. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Refletir&lt;/span&gt; sobre o que nos leva a agir dessa maneira e sobre quando e até onde devemos acreditar em nossa intuição é o que pretendo fazer nesse artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está sentado em uma cadeira confortável, em frente a uma bela mesa e com algumas regalias em relação à maioria, é provável que acredite ter razoável capacidade de relacionamento com outras pessoas. Como para se relacionar bem com as pessoas é preciso conhecê-las, assumo que você se considera capaz de perceber intenções e comportamentos e partirei dessa premissa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui faço uma ressalva para o seu auto-desenvolvimento. Ser bem sucedido não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;sinônimo&lt;/span&gt; de saber se relacionar com as pessoas tampouco de conhecê-las verdadeiramente. Se você quer saber o quanto é capaz de se relacionar com os outros, esqueça o que você pensa de si mesmo e procure saber o que os outros pensam de você, principalmente os colegas e os subordinados. Existem várias maneiras de fazer isso e um exemplo são os famosos instrumentos de avaliação 360.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornando ao ponto, se partirmos do pressuposto que você tem habilidade para identificar se uma pessoa é confiável ou não, então você saberá quando confiar e quando desconfiar dela, certo? A experiência mostra que não é bem assim e por vários motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, no mundo profissional recebemos a missão de defender interesses de nossas organizações. Essa missão nem sempre está alinhada com a maneira como pensamos ou como decidiríamos se fôssemos totalmente independentes. Cada profissional defende os interesses de sua organização e se comporta, ainda que alinhado com seus valores e princípios, de maneira a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;otimizar&lt;/span&gt; os interesses da parte que representa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não reconhecer que existem conflitos e alinhamento de interesses nas relações comerciais é simplificar demais o relacionamento, o que pode levar a situações difíceis. Por mais confiáveis que as pessoas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;sejam&lt;/span&gt;, devemos reconhecer que seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;objetivos&lt;/span&gt; profissionais nem sempre estarão alinhados com a amizade ou a afinidade que temos com essas pessoas. Por outro lado, por menos confiáveis que as pessoas nos pareçam, interesses profissionais comuns podem ser suficientes para que uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;transação&lt;/span&gt; justa e boa para as duas partes ocorra, mesmo sem haver qualquer tipo de afinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário separar o modo como as pessoas funcionam de seus papéis nas organizações. Por mais que certas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ações&lt;/span&gt; pareçam atitudes pouco confiáveis, é necessário filtrar a influência das circunstâncias nas atitudes das pessoas sob pena de sermos extremamente injustos e demasiadamente implacáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sabedoria popular utiliza um ditado para dizer que a ocasião faz o ladrão. Essa afirmação traz um certo desconforto a qualquer um que tenha como norma seguir os seus valores, mas a verdade é que as circunstâncias têm uma influência muito grande sobre a forma como nos comportamos. Elas funcionam com as forças do vento, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;afetam&lt;/span&gt; a velocidade e a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;direção&lt;/span&gt; de um avião em movimento. Apesar da enorme potência de suas turbinas e da alta tecnologia de navegação, qualquer avião está sujeito a acidentes por conta delas. Assim como com os aviões, estamos sujeitos às forças das circunstâncias e aos efeitos nocivos e benéficos que elas trazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender a grande força que as circunstâncias possuem não significa aceitar que elas devem definir nossos comportamentos. Assim como no caso dos aviões, quanto mais forte for o compromisso com nossos valores e mais habilidade tivermos para enfrentar situações difíceis, mais próximos estaremos do comportamento ideal. No entanto, é fundamental compreender que somos falíveis e que temos limites em todos os aspectos de nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber separar a essência das pessoas das circunstâncias que a cercam não é tarefa fácil. Ao longo da vida iremos cometer vários erros de julgamento e não há nada de mal nesse fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, preocupar-se com essa realidade e trabalhar no sentido de lidar melhor com essa dualidade é um dos exercícios mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;efetivos&lt;/span&gt; de crescimento humano e profissional, pois nos ajuda a reconhecer que a virtude e a fraqueza está presente em todos nós; que não somos perfeitos e, portanto, estamos sujeitos a falhar e a decepcionar nossos amigos; que existem coisas que estão além do nosso controle; e que julgar traz mais malefícios do que benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver comentários sobre esse tema, não deixe de enviar um e-mail para mim. Meu endereço é &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-3796362901157192584?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/3796362901157192584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/pessoas-versus-papis-e-circusntncias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3796362901157192584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/3796362901157192584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/pessoas-versus-papis-e-circusntncias.html' title='Pessoas versus Papéis e Circunstâncias'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8954626769778905152</id><published>2008-03-02T07:42:00.004-03:00</published><updated>2008-03-05T17:59:06.118-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Saber Ouvir</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tive a oportunidade de falar sobre a tendência dos executivos em se acharem certos na maioria das ocasiões. Apesar de não parecer politicamente correta, essa características traz vários benefícios a sua carreira, pois aumenta sua auto-estima e o faz ser mais assertivo em suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;idéias&lt;/span&gt; durante negociações ou quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;enfrentam&lt;/span&gt; situações de crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não são somente coisas boas que a auto-confiança exagerada traz para o mundo corporativo. Na maioria das vezes, ela vem acompanhada de uma diminuição forte na capacidade de ouvir e aceitar a opinião dos outros, o que faz com que as decisões do dia a dia sejam demasiadamente centradas na opinião do próprio executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por melhor e mais preparado que seja o executivo, decidir sem levar em consideração a opinião de outras pessoas aumenta sua possibilidade de falhar e diminui suas chances de ser mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;efetivo&lt;/span&gt;. Além disso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;corroe&lt;/span&gt; sua relação com as pessoas que o cercam e vai tornando-o isolado e mal visto pela maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar como a não capacidade de ouvir de executivos bem sucedidos é suavizada por muitos e entendida como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;assertividade&lt;/span&gt;, capacidade de liderança e determinação. É como se as pessoas se recusassem a acreditar que uma falha aparentemente tão grave simplesmente não pudesse ser parte de um executivo que alcança sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber ouvir é uma das características que ao meu ver separa o verdadeiro grande executivo dos diversos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;factóides&lt;/span&gt; que andam a solta no mercado. Simplesmente me recuso a acreditar que uma pessoa que tenha dificuldades em ouvir e aceitar outras opiniões possa ser classificada como um grande executivo, mesmo que sejam exemplos que apareçam nos meios de comunicação mais respeitados. Para mim, esses indivíduos devem seu grande sucesso a uma ou mais pessoas que, por debaixo das luzes da ribalta, passam os dias arrumando a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;bagunça&lt;/span&gt; que tais personalidades criam na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvir é uma das formas mais eficazes de aprender e de absorver novos esquemas de pensamento. É uma oportunidade de sair da prisão imposta por nossos próprios paradigmas e de ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;contato&lt;/span&gt; com novas formas de pensar e de perceber as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom ouvinte abre sua mente e faz com que a informação recebida essa seja a matéria prima principal de seus pensamentos durante um diálogo. Em vez de buscar argumentos para negar o que acaba de ouvir, se concentra em entender o que está sendo dito e em correlacionar essa informação com suas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;idéias&lt;/span&gt; e conceitos já estabelecidos. Em vez de responder imediatamente, o bom ouvinte &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;reflete&lt;/span&gt; sobre o que acabou de ouvir, faz perguntas para entender melhor o que ainda não lhe parece claro, e acolhe as novas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;idéias&lt;/span&gt; e conceitos, mesmo que ainda não pareçam totalmente coerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom ouvinte aprende com os outros e não somente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;consigo&lt;/span&gt; mesmo. Ele tem mais oportunidades de evitar erros do que aquele que simplesmente não ouve ou filtra demasiadamente o que ouve. Mesmo quando erra está mais predisposto a reconhecer e até mesmo compreender seus erros, pois conta não somente com sua capacidade de observação mas também de todos aos quais escuta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;ativamente&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber ouvir não é tarefa fácil. Nossas mentes são em geral muito barulhentas e agitadas e é natural que sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;predileção&lt;/span&gt; seja por exteriorizar os pensamentos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;idéias&lt;/span&gt; que nelas borbulham intensamente. Um boa forma de auxiliar o processo de audição passa por acalmar nossas mentes e controlar o ímpeto de falar sempre que ouvimos alguma coisa. O silêncio e a reflexão são irmãos e nos ajudam a aumentar nossa capacidade de ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procure se observar durante os diálogos de seu dia a dia no trabalho. Repare se você está realmente ouvindo o que os outros dizem, ou simplesmente preparando sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;próxima&lt;/span&gt; fala. Se isso estiver acontecendo, procure mudar seu jeito de conversar e dê mais prioridade ao processo de ouvir do que ao de falar. Abaixo passo algumas dicas que tenho utilizado com algum sucesso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Procure não responder a tudo que ouve. Em vez disso, tente pensar no que acaba de ouvir e procure encontrar algum sentido no que está sendo dito, mesmo que ao princípio pareça não haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Se você não entendeu bem o que foi dito, pergunte. Mas pergunte para entender, e não para afirmar algo ou para levar a conversa a outro assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Antes de tomar uma decisão, crie o hábito de validá-la com algumas pessoas. Sem mesmo dizer o que pensa em fazer, pergunte o que elas fariam em seu lugar e quais os motivos que a fariam decidir dessa maneira. Você vai se surpreender com informações relevantes que nem passaram pela sua cabeça durante o processo de decisão. Depois disso, discuta com elas suas intenções e não tenha medo de reformar suas decisões se parecer fazer sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Quando notar que pensou algo de maneira errada ou que esqueceu de alguma informação que acaba de ouvir, procure ser sincero e compartilhar sua falha com seus interlocutor. O exercício de reconhecer publicamente que ter ouvido o fez mudar de opinião alivia a tensão de errar e reforça a importância de ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Se observe e perceba como as coisas ficam mais fáceis quando se ouve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem outras sugestões sobre como ouvir melhor ou comentários sobre os efeitos de não ouvir na carreira dos executivos envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8954626769778905152?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8954626769778905152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/saber-ouvir.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8954626769778905152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8954626769778905152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/03/saber-ouvir.html' title='Saber Ouvir'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7204019957920273839</id><published>2008-02-26T08:54:00.002-03:00</published><updated>2008-03-02T07:42:29.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><title type='text'>Crescer ou Morrer</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já foi o tempo em que a maioria das empresas eram constituídas e passavam de gerações para gerações crescendo lentamente ou, em muitos casos, mantendo-se do mesmo tamanho por décadas. A realidade de hoje é muito diferente e até mesmo pequenos comércios tradicionais como padarias, farmácias e restaurantes, aos poucos vão se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tansformando&lt;/span&gt; em cadeias de lojas espalhadas por todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que existam alguns negócios que sobrevivem mais ou menos do mesmo tamanho por &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;décadas&lt;/span&gt;, a verdade é que a máxima crescer ou morrer está cada dia mais presente no dia a dia do empresariado. O mais impressionante é que não existe um tamanho &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;pré&lt;/span&gt;-definido a partir do qual a empresa poderia ser considerar segura, ao contrário, as maiores empresas do mundo continuam sofrendo a pressão para continuarem crescendo sob o risco de acabarem engolidas pela concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a expressão morrer seja muito forte para descrever o que acontece com as empresas que não crescem na velocidade esperada. Em vez disso elas são absorvidas por empresas mais ousadas ou poderosas, que aceitam o desafio de buscar taxas de crescimento maiores ou que preferem comprar os concorrentes a partir para uma luta sangrenta pela disputa de uma fatia de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é mais antigo na área de informática com certeza se lembra da Digital, empresa fundada em 1957 e que era conhecida pelos potentes computadores na área de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;processamento&lt;/span&gt; científico e de engenharia e por sua vanguarda na área de redes de comunicação. Pois essa senhora foi comprada em 1998 pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Compaq&lt;/span&gt;, empresa que foi fundada em 1982 (25 anos depois) e que em apenas 16 anos foi capaz de levantar o capital de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;US&lt;/span&gt;$ 9.6&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Bi&lt;/span&gt; necessário para viabilizar essa operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos anos depois, a própria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Compaq&lt;/span&gt; foi vítima do canibalismo corporativo. Em um movimento de aquisição hostil, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;HP&lt;/span&gt; tomou controle da estrela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Compaq&lt;/span&gt;, pagando a fabulosa cifra de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;US&lt;/span&gt;$ 25 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Bi&lt;/span&gt; pela concorrente, movimento que ajudou a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;HP&lt;/span&gt; a ultrapassar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;tradicional&lt;/span&gt; IBM e tornar-se a maior empresa de informática do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a coisa não pára por aí. Empresas como IBM, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;HP&lt;/span&gt;, Microsoft continuam em busca de novas oportunidades de compra de forma a viabilizar a entrada ou fortalecimento em novos mercados ou mesmo a manutenção da liderança em mercados já dominados por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona muito parecido com a natureza. Os maiores e mais fortes se alimentam dos menores e mais fracos. Entre os menores, sobrevivem por mais tempo os que são mais ágeis ou que se camuflam de forma mais eficiente. A primeira categoria se traduz em empresas que crescem rapidamente, de tal forma que seus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;acionistas&lt;/span&gt; continuam a acreditar que faz mais sentido continuar crescendo do que realizar seus lucros e vender a empresa. A segunda é representada por empresas de nicho, especializadas em mercados menores, interessantes o suficiente para remunerar os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;acionistas&lt;/span&gt; mas pequenas demais para despertar a voracidade das grandes corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carnificina, assim como na natureza, não é somente um predicado das grandes corporações. Empresas menores também consideram a possibilidade de comprar outras empresas para acelerar seu crescimento, o que faz com que a intensidade de fusões e aquisições seja ainda maior no segmento de empresas pequenas e médias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe uma diferença entre a natureza e o mundo corporativo que torna o jogo mais emocionante e promissor. As empresas não possuem código genético que limite seus tamanhos, habilidades e tempo de vida. Elas podem crescer indefinidamente, mudar de mercado, desenvolver novos produtos e soluções, e seu tempo de vida depende da competência de seu corpo gestor ao longo dos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;HP&lt;/span&gt; poderosa e aparentemente indestrutível de hoje já foi uma frágil iniciativa de dois brilhantes engenheiros, isso há quase 70 anos atrás. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Estória&lt;/span&gt; similar se aplica a outros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;fenômenos&lt;/span&gt; de crescimento ainda mais impressionantes como a Microsoft (1975) e a Google (1996), demonstrando que no mundo corporativo não existe o mesmo nível de determinismo que se observa na natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer executivo deve estar atento às realidades apresentadas acima. Não importa se você é empresário ou empregado, pertencente a uma empresa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;recem&lt;/span&gt;-formada ou a uma corporação centenária e de grande porte. A máxima crescer ou morrer estará presente todo. Não é uma opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem exemplos de empresas que cresceram rapidamente ou que morreram por não crescer o suficiente, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-7204019957920273839?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/7204019957920273839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/crescer-ou-morrer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7204019957920273839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/7204019957920273839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/crescer-ou-morrer.html' title='Crescer ou Morrer'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-1028423735986003176</id><published>2008-02-22T22:23:00.002-03:00</published><updated>2008-02-26T08:54:04.576-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Inércia e os Executivos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inércia é um termo da física que traduz a característica dos corpos que possuem massa em se manter em velocidade constante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;quando&lt;/span&gt; não são submetidos a qualquer tipo de força. Por conta da inércia, um corpo parado continuará dessa maneira até que seja submetido a uma força que o faça se mover. Da mesma forma, um corpo em movimento continuará a se mover em linha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reta&lt;/span&gt; indefinidamente se nenhuma força o fizer mudar de velocidade ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;direção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo real existe sempre a presença de pelo menos uma força, o atrito. Dessa forma, um corpo em movimento que não tenha nenhuma outra força aplicada sobre ele irá se desacelerar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;gradativamente&lt;/span&gt; até parar totalmente. Por outro lado, mesmo que apliquemos uma força sobre um corpo para que ele se mova, o ganho de velocidade será retardado pela força de atrito, cujo efeito é sempre de reduzir a velocidade do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto maior a massa do corpo, mais inércia ele terá, e mais força será necessária para fazê-lo acelerar ou desacelerar. Um corpo de massa muito grande como um navio cargueiro precisará da aplicação de uma força enorme para que se coloque em movimento e sua aceleração será lenta e gradual. Por outro lado, mesmo depois que os motores sejam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;desativados&lt;/span&gt;, o cargueiro seguirá em movimento por um período longo e sua desaceleração será muito lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações são como grandes cargueiros. A massa das organizações pode ser representada por sua estrutura organizacional, sua velocidade é medida através dos resultados financeiros, e a força que a movimenta vem da capacidade de trabalho das pessoas que nela trabalham. O atrito pode ser representado pelos movimentos da concorrência, cujo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetivo&lt;/span&gt; é sempre reduzir sua velocidade, e pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ineficiência&lt;/span&gt; interna, que faz com que parte da energia aplicada seja perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a massa das grandes corporações é muito grande, as variações e movimento são lentas e graduais. Além disso, sujeitas a forças externas de grande magnitude, o movimento das organizações não é função &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;direta&lt;/span&gt; de suas capacidades de gerar energia. Uma organização extremamente potente em um mercado altamente competitivo pode acelerar lentamente, enquanto uma organização relativamente fraca pode ter aceleração expressiva ser estiver em um mercado menos competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A não consideração dos conceitos de inércia e atrito na gestão das organizações tem levado muitos executivos a cometerem erros graves durante a condução dos negócios. Demasiadamente focados nos resultados de curto prazo, esses executivos perdem a capacidade de perceber a dinâmica das forças que movem a organização e passam a interpretar os indicadores de resultado de forma equivocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São comuns os exemplos de executivos sendo premiados por resultados que na verdade foram gerados pelo trabalho dos que os antecederam. Muitas vezes esses executivos estão destruindo o que foi arduamente construído, mas os resultados de curto prazo gerados pela inércia do que foi feito anteriormente e pelo ganho de velocidade que ainda perdura por algum tempo faz com que a corporação os veja como verdadeiros heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, estratégias brilhantes e vencedoras são abandonadas por não se perceber que a inércia precisa ser vencida antes que os resultados sejam notados. Grandes movimento acabam sendo substituídos por estratégias medíocres que, por herdarem a inércia dos esforços anteriores, são avaliadas injustamente como as geradoras do resultado finalmente obtido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo executivo deveria ter uma aula sobre dinâmica e a importância dos conceitos de inércia e de atrito. Esse tipo de aprendizado ajudaria a evitar grandes enganos e a resgatar muitas injustiças do mundo corporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você possui exemplos de enganos ou injustiças provenientes do não conhecimento sobre a influência da inércia nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;corporações&lt;/span&gt;, envie um e-mail para &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-1028423735986003176?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/1028423735986003176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/inrcia-e-os-executivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1028423735986003176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/1028423735986003176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/inrcia-e-os-executivos.html' title='A Inércia e os Executivos'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-8850481208245465314</id><published>2008-02-18T20:52:00.006-03:00</published><updated>2008-02-23T19:23:11.785-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Importância da Diversidade</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muitos anos as empresas buscaram maneiras de identificar o perfil ideal em função do cargo a ser preenchido. Para isso, vários instrumentos de avaliação foram desenvolvidos, sempre tentanto classificar pessoas em categorias de personalidade, de preferências e até mesmo de competências. Era só preencher um questionário com algumas perguntas e, pronto, estava definido se uma pessoa era ou não adequada a determinada função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente trabalhei com vários desses instrumentos e posso afirmar que são razoavelmente precisos (mas não perfeitos) para identificar traços de personalidade ou preferências. No entanto, falham vigorosamente na hora de definir quem tem maior ou menor chance de sucesso em determinada função. Em vários anos de experiência contratando pessoas para diversas funções minha conclusão é de que a personalidade e as preferências são informações pouco relevantes para definir a adequação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de parecer intuitivo que determinados traços de personalidade se ajustam melhor a determinados cargos, o que vemos na prática é um mosaico de personalidades presentes nos principais cargos das empresas. E não estou estou falando aqui de quaisquer pessoas, mas somente daquelas que podemos considerar bem sucedidas em seus cargos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área de vendas, por exemplo, é normal que se deseje pessoas com personalidade mais forte e extrovertida, que sejam mais móveis e flexíveis. Apesar disso, já conheci vendedores excelentes extremamente tímidos e disciplinados, ao mesmo tempo que tive que demitir vários que tinham o chamado perfil ideal exatamente pela forma inadequada com que utilizavam essas características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do fato de não ser efetivo na previsão dos resultados, o processo de seleção com foco na personalidade traz um efeito colateral que me incomoda muito. Ele aumenta o risco de tornar demasiado homogêneo o quadro de pessoas da empresa, diminuindo as possibilidades de termos opiniões e perspectivas diferentes frente aos obstáculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mundo cada vez mais complexo, a capacidade de inovar e de desafiar a forma comum de fazer as coisas torna-se um diferencial competitivo importante. Se por um lado, pessoas parecidas tendem a pensar de forma similar, reforçando umas as outras e dando a impressão de maior harmonia e sinergia, por outro lado, pessoas diferentes provocam mais opções de pensamento e aumentam as possibilidades de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que uma empresa seja realmente competitiva e flexível, aberta a novas idéias e conceitos, é importante que a diversidade seja incentivada em todos os níveis. Seja a diversidade de idéias, de cultura, de formação, ou de personalidade, quanto maior for a multiplicidade de padrões, mais facilidade a empresa terá em se adaptar às mudanças cada vez mais rápidas do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma questão importante sobre a diversidade está associada a forma como a cultura da empresa lida com ela. Empresas que pregam linhas de pensamento muito rígidas e dão muita prioridade ao alinhamento de idéias, correm maior risco de se tornarem pouco flexíveis e de atenuarem a diversidade natural de seus funcionários. Para essas empresas, é importante que suas mensagens corporativas incluam o incentivo a novas idéias e que a liderança seja disciplinada no exercício de acolhê-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dê uma olhada em torno de você e avalie se está cercado de pessoas realmente diferentes ou de um exército de pessoas parecidas. Se sua realidade estiver mais próxima da segunda opção, talvez seja hora de rever a maneira como sua organização seleciona pessoas e lida com a diversidade de idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe de enviar seus comentários e sugestões. São eles que me fazem melhorar esse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-8850481208245465314?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/8850481208245465314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/importncia-da-diversidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8850481208245465314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/8850481208245465314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/importncia-da-diversidade.html' title='A Importância da Diversidade'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-5610219263955086476</id><published>2008-02-16T09:24:00.003-02:00</published><updated>2008-02-18T20:52:06.273-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minha História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>As Pessoas são Capazes de Mudar?</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muitos anos em minha vida de executivo achei que as pessoas não poderiam mudar seus comportamentos de forma significativa. Tal maneira de pensar me dava agilidade no processo de seleção e de avaliação de pessoas, pois sabia o que fazer com elas no momento em que detectava comportamentos, que sob meu ponto de vista, eram inaceitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar dos anos, acabei conhecendo pessoas que me surpreenderam e mudaram seus comportamentos de tal maneira, que minha teoria sobre esse tema desmoronou completamente. Passei a perceber que estamos mudando o tempo todo e que as condições do ambiente e nossa motivação interna são muito importantes para que essa mudança ocorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um pouco de reflexão a respeito do tema, me dei conta com algo que me incomodou por alguns anos. A própria crença de que as pessoas não mudam havia sido uma grande mudança em minha forma de pensar. Durante a adolescência passei por uma história de grandes mudanças e acreditava que as pessoas eram capazes de serem o que quizessem. Me incomodava notar que havia perdido essaa crença na capacidade das pessoas em se transformarem. Precisava descobrir o que havia provocado aquela mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase da adolescência é transformação pura, um período em que pensamos ser capazes e mudar a tudo e a todos, onde os limites deixam de existir e a busca de novas fronteiras e experiências é a prioridade de nossas vidas. Mas esse período também é finito e aos poucos a vontade de buscar novos caminhos e de vencer novos desafios vai se transformando na crença de que os caminhos que trilhamos e a forma como pensamos e elaboramos conceitos é a única e melhor maneira de se fazer as coisas. É como se iniciássemos uma grande reforma de nosso ser na adolescência e ao final concluíssemos, ao nos tornarmos adultos, que essa reforma seria definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se posso generalizar o pensamento acima para todos, mas pelo menos comigo as coisas foram dessa maneira. Fui me convencendo que existem pessoas capazes de se comportar de maneira positiva e de se comprometer com resultados e objetivos e que outras jamais chegarão lá. Acabei perdendo a capacidade de entender que transformação e vida são quase sinônimos e que a verdade estava justamente no oposto de minha crença, ou seja, as pessoas são incapazes de serem as mesmas para sempre e esse é um dos aspectos mais fascinantes da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que me fez recuperar a consciência e reconhecer a força da mudança? Acho que foram as derrotas que sofri ao longo dos anos. Elas me ajudaram a perceber que muitas das minhas crenças eram infundadas e precisavam de reforma urgente. Fui aos poucos compreendendo que a reforma que havia feito na adolescência era somente o início de um processo que deveria durar por toda minha vida e que, assim como eu, os outros também tinham o direito e o dever como seres humanos de mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecer que as pessoas são capazes de mudar seus comportamentos me fez mais paciente e otimista comigo mesmo e com as outras pessoas. Ao mesmo tempo, me fez lembrar que mesmo as pessoas mais eficientes e desenvolvidas estão sujeitas a falhar e não se deve esperar a perfeição nem condenar alguém por ter cometido um grande erro. Esse reconhecimento me fez esperar menos das pessoas e ser mais responsável pelos resultados bons e maus. Também me ajudou a lidar melhor com o fracasso e com o sucesso, que deixaram de ser um rótulo grudado nas pessoas para ocupar o lugar mais singelo de evento circunstancial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão é uma só. As pessoas não somente são capazes de mudar, elas também são incapazes de se manterem as mesmas. Mudança e vida são praticamente sinônimos e reconhecer isso pode fazer a diferença na hora de liderar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem algum comentário o sugestão, não deixe de enviar um e-mail para o endereço &lt;a href="mailto:paulo.pinho@uol.com.br"&gt;paulo.pinho@uol.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1996777262010731503-5610219263955086476?l=serexecutivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://serexecutivo.blogspot.com/feeds/5610219263955086476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/as-pessoas-so-capazes-de-mudar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5610219263955086476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1996777262010731503/posts/default/5610219263955086476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://serexecutivo.blogspot.com/2008/02/as-pessoas-so-capazes-de-mudar.html' title='As Pessoas são Capazes de Mudar?'/><author><name>Paulo Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06468018665942803695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1996777262010731503.post-7555956191335978662</id><published>2008-02-11T09:11:00.002-02:00</published><updated>2008-03-05T17:58:33.876-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Coisas, Pessoas e Relacionamentos</title><content type='html'>Olá,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mundo cada vez mais orientado a resultados, são inúmeros os mecanismos para medir a performance financeira das organizações. DREs, EBITDA, ROA, EVA são alguns dos acrônimos mais utilizados em apresentações de resultados a acionistas e representam métodos bastante eficientes quando o objetivo é saber como anda a saúde financeira de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que a saúde financeira é suficiente para avaliar o real potencial de uma empresa? O resultado passado na área financeira ajuda a prever os resultados futuros ou a definir estratégias para construí-lo? A resposta a essas perguntas incomoda e nos faz pensar se pelo menos parte do tempo gasto em medições e avaliações financeiras não deveria ser dedicado a outro tipo de observações e análises.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma organização é formada basicamente de três grandes entidades: as coisas, as pessoas e os relacionamentos entre elas. Os métodos financeiros de avaliação de resultados colocam seu foco em uma dessas entidades, a coisa, mas não levam em consideração as outras duas. Dessa forma, medimos de forma precisa como as coisas estão caminhando, mas nada sabemos como as pessoas ou a comunidade (relacionamentos) estão evoluindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa com excelentes resultados financeiros pode estar a beira de um motim sem que se perceba esse sintoma quando avaliamos somente os mecanismos de monitoração financeiros. Ao mesmo tempo, uma empresa com resultados ainda pobres pode contar com um nível de comprometimento e energia tão altos que é quase certo afirmar que melhores resultados são uma questão de meses, mas novamente os mecanismos de monitoramento financeiros não nos permitem observar esses fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As observações acima nos levam a necessidade de criar novos mecanismos de monitoração de performance, que sejam mais abrangentes e que nos permitam medir a eficiência das organizações não somente em gerar coisas (resultados financeiros). É igualmente importante avaliar a capacidade da organização de propiciar bem estar nas pessoas que dela fazem parte e de fazer com que elas se sintam parte de algo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não existem mecanismos com adoção ampla e uniforme para medir a eficiência das organizações em sua capacidade de gerar bem estar e senso de pertencer nas pessoas, mas existem vários instrumentos que podem ajudar nesse processo. Pesquisas de clima, pesquisas de satisfação, encontros com o presidente e grupos de trabalho são alguns desses instrumentos e devem ser incentivados em qualquer organização que esteja em busca de otimizar sua performance global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os instrumentos de monitoração financeira, os relacionados com a capacidade de gerar bem estar e senso de pertencer também são falhos e facilmente manipuláveis. Na verdade, por tratarem de um tema menos tangível, tendem a ser ainda mais vulneráveis ao mau uso por parte de executivos que buscam mais recompensas do que resultados verdadeiros. A chave para que funcionem adequadamente é a mesma que tenho repetido em vários artigos nesse blog: a disciplina de manter-se adere
