Olá pessoal,
Desde que comecei a escrever nesse blog vejo que o número de leitores cresce a cada mês. No início eram algumas dezenas de visitas por mês e hoje já passam de 300 por semana, mais de 1000 por mês. Ainda assim é pouco para que eu possa investir um pouco mais no conteúdo e nos recursos de interatividade que gostaria de disponibilizar e por isso gostaria de fazer o pedido abaixo:
1) Se você gostou do conteúdo desse blog, me ajude a divulgá-lo. Você pode enviar um e-mail para seus amigos dando o endereço e pedindo para que eles acessem, colocar o link desse blog em seu site, blog, twitter, orkut, ou qualquer outra ferramenta de divulgação. Qualquer ajuda será mais do que bem-vinda.
2) Procurem visitar o blog com um pouco mais de frequência e, sempre que possível, me enviem e-mails com comentários e sugestões de artigos. A interatividade com vocês é o meu maior incentivo pois demonstra que as pessoas estão realmente obtendo valor do que escrevo.
3) Sempre que visitarem o site, procurem sair dele clicando em um dos anunciantes. Isso me ajuda a recuperar parte dos custos que tenho para mantê-lo.
Um Grande Abraço e obrigado antecipadamente pela ajuda,
Paulo Pinho
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sábado, 19 de setembro de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Homenagem a um Amigo
Olá,
Essa semana recebi uma notícia triste. Um amigo próximo, Antonio Camacho, faleceu.
Tratava-se de um grande cara. Amigo de todos, honesto, trabalhador e, acima de tudo, extremamente comprometido com o trabalho e com os colegas.
Pois é... Ele já não está mais entre nós.
Sua partida me fez lembrar novamente como é importante manter o contato com os amigos. Me fez sentir tristeza de não ter incluído ele em minhas ligações de final de ano. Me fez pensar em como perdemos tempo com coisas tão pequenas, quando outras tão importantes são deixadas de lado.
No dia de hoje, gostaria de fazer uma homenagem a esse grande cara, que nos deu a oportunidade de conviver com ele por um breve período. Que Deus receba sua alma de braços abertos e que sua próxima etapa seja cheia de luz.
Amém.
PP
Essa semana recebi uma notícia triste. Um amigo próximo, Antonio Camacho, faleceu.
Tratava-se de um grande cara. Amigo de todos, honesto, trabalhador e, acima de tudo, extremamente comprometido com o trabalho e com os colegas.
Pois é... Ele já não está mais entre nós.
Sua partida me fez lembrar novamente como é importante manter o contato com os amigos. Me fez sentir tristeza de não ter incluído ele em minhas ligações de final de ano. Me fez pensar em como perdemos tempo com coisas tão pequenas, quando outras tão importantes são deixadas de lado.
No dia de hoje, gostaria de fazer uma homenagem a esse grande cara, que nos deu a oportunidade de conviver com ele por um breve período. Que Deus receba sua alma de braços abertos e que sua próxima etapa seja cheia de luz.
Amém.
PP
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Véspera de Natal
Olá,
O Natal sempre foi uma data muito esperada por mim. A sensação de ver a família reunida, os cheiros das comidas típicas da ocasião, os presentes tão esperados durante os meses anteriores, e o simbolismo em torno da data me fazem ver o Natal como a data mais importante do ano.
Mas nem todas as sensações trazidas pelo Natal são tão prazerosas assim. Por vezes, os presentes recebidos nos deixam uma estranha sensação de frustração por não terem sido aquilo que esperávamos. As reuniões familiares nem sempre são somente harmonia e em muitas situações o que era para ser uma festa se transforma em dor e sofrimento. Em alguns casos, a falta de um ente querido torna inviável qualquer tipo de comemoração.
Mesmo assim, o Natal ainda desperta fascínio na grande maioria das pessoas e a pergunta que fica é por que?
Minha opinião é de que o segredo do Natal está no turbilhão de emoções que ele desperta nas pessoas. Sejam agradáveis ou não, a verdade é que na época do Natal todos somos tocados de alguma maneira com a poderosa energia das emoções.
Durante todo o ano somos tomados de várias emoções. Sentimos angústia quando o trânsito nos atrasa mais de uma hora; raiva da pessoa que nos ofende; tristeza ao vermos uma criança pedindo dinheiro no sinal de trânsito. Por outro lado, sentimos prazer quando recebemos velhos amigos, quando conquistamos uma vitória profissional, ou quando percebemos que as pessoas estão felizes. Mas é na época do Natal que essas emoções se apresentam de forma mais evidente e tocam mais profundamente.
A razão do Natal aumentar nossa capacidade de sentir e refletir sobre as emoções está associada a preparação que ocorre em torno dessa data. Os enfeites espalhados pela cidade, as mensagens de amor e esperança que são divulgadas por toda parte, os eventos de confraternização que são organizados, tudo isso faz com que nos aproximemos de nossa natureza humana, saindo do automatismo que nos domina ao longo do ano.
Não importa se as emoções vividas são agradáveis ou não, mas o Natal nos faz viver mais itensamente. Ele potencializa nossos sentidos e nos torna mais atentos ao que está acontecendo e mais abertos para dar e receber. Saber aproveitar o momento de Natal é uma atitude de extrema sabedoria. Uma oportunidade única de acelerarmos nosso crescimento, de resolvermos velhas pendências e de buscarmos novas energias para um novo ano.
É nesse contexto que gostaria de desejar a todos um Natal cheio de emoções que nos façam refletir sobre nossas vidas e nossa missão na Terra.
Um Grande Abraço,
PP
O Natal sempre foi uma data muito esperada por mim. A sensação de ver a família reunida, os cheiros das comidas típicas da ocasião, os presentes tão esperados durante os meses anteriores, e o simbolismo em torno da data me fazem ver o Natal como a data mais importante do ano.
Mas nem todas as sensações trazidas pelo Natal são tão prazerosas assim. Por vezes, os presentes recebidos nos deixam uma estranha sensação de frustração por não terem sido aquilo que esperávamos. As reuniões familiares nem sempre são somente harmonia e em muitas situações o que era para ser uma festa se transforma em dor e sofrimento. Em alguns casos, a falta de um ente querido torna inviável qualquer tipo de comemoração.
Mesmo assim, o Natal ainda desperta fascínio na grande maioria das pessoas e a pergunta que fica é por que?
Minha opinião é de que o segredo do Natal está no turbilhão de emoções que ele desperta nas pessoas. Sejam agradáveis ou não, a verdade é que na época do Natal todos somos tocados de alguma maneira com a poderosa energia das emoções.
Durante todo o ano somos tomados de várias emoções. Sentimos angústia quando o trânsito nos atrasa mais de uma hora; raiva da pessoa que nos ofende; tristeza ao vermos uma criança pedindo dinheiro no sinal de trânsito. Por outro lado, sentimos prazer quando recebemos velhos amigos, quando conquistamos uma vitória profissional, ou quando percebemos que as pessoas estão felizes. Mas é na época do Natal que essas emoções se apresentam de forma mais evidente e tocam mais profundamente.
A razão do Natal aumentar nossa capacidade de sentir e refletir sobre as emoções está associada a preparação que ocorre em torno dessa data. Os enfeites espalhados pela cidade, as mensagens de amor e esperança que são divulgadas por toda parte, os eventos de confraternização que são organizados, tudo isso faz com que nos aproximemos de nossa natureza humana, saindo do automatismo que nos domina ao longo do ano.
Não importa se as emoções vividas são agradáveis ou não, mas o Natal nos faz viver mais itensamente. Ele potencializa nossos sentidos e nos torna mais atentos ao que está acontecendo e mais abertos para dar e receber. Saber aproveitar o momento de Natal é uma atitude de extrema sabedoria. Uma oportunidade única de acelerarmos nosso crescimento, de resolvermos velhas pendências e de buscarmos novas energias para um novo ano.
É nesse contexto que gostaria de desejar a todos um Natal cheio de emoções que nos façam refletir sobre nossas vidas e nossa missão na Terra.
Um Grande Abraço,
PP
sábado, 20 de dezembro de 2008
Olhando a crise de forma diferente
Olá,
Hoje pela manhã me dei conta de que não ainda não comentei os efeitos da crise na carreira e na vida pessoal dos executivos. É certo que no Brasil estamos prevendo um impacto menor do que em outros países, mas mesmo assim me chamou a atenção o fato de não ter dado atenção a um evento tão presente no dia a dia das discussões dos executivos.
Minha primeira avaliação foi de que não concentrei minhas atenções no assunto por não ter sido verdadeiramente impactado por ela. Depois, com um pouco de reflexão concluí que essa afirmação estava longe de ser verdadeira. Como a maioria dos executivos acima dos quarenta anos, possuo parte de minhas reservas financeiras aplicadas no mercado de renda variável. Não dá para dizer que perder 40% do valor dessas aplicações é um impacto desprezível.
Mesmo com a constatação de que fui realmente impactado pela crise, a verdade é que continuo não me sentindo preocupado com o futuro. Ao contrário, tenho a esperança realista de que a perda percebida será recuperada em 2 ou 3 anos e estou avaliando seriamente a possibilidade de aumentar meus investimentos no mercado de ações.
De onde vem tanta esperança e tranqüilidade? Acho que vem de minha nova maneira de viver e gostaria de contar um pouco para vocês as mudanças pelas quais tenho passado nos últimos quatro anos. Talvez essa informação possa ajudar alguns de vocês a procurarem um pouco mais de paz e tranqüilidade.
Minha carreira como executivo começou há pouco mais de 20 anos, quando fui convidado para a minha primeira posição de gerência. Naquela época, com cerca de 26 anos, tomei a oportunidade como única e me entreguei de corpo e alma ao papel de executivo.
Em menos de 4 anos me tornei diretor de uma importante empresa nacional da área de tecnologia, ainda durante o período de reserva de mercado. Sem dúvida, uma carreira de sucesso em um mercado altamente competitivo. Mas o sucesso como executivo não veio sem custo...
Fui me tornando um cara durão, extremamente orientado a resultados, daqueles que pouco comemorava e sempre estava insatisfeito com o estado das coisas. Apesar de em geral ser admirado como líder, era muitas vezes odiado pela maneira direta e brutalmente franca com que colocava minhas opiniões sobre as pessoas e as situações. Sem dúvida conseguia fazer as pessoas produzirem muito, mas hoje tenho a consciência de que poderia ter conseguido o mesmo ou mais um pouco sem causar tanto desconforto e sofrimento.
Na área da saúde tive meus maiores prejuízos. Engordei mais de 20Kg em cerca de 10 anos, tive alguns sustos com dores no peito e sou usuário de remédios para a pressão arterial desde os 35 anos de idade.
Mesmo sendo odiado por muitos e acumulando problemas de saúde mantive meu ritmo por um bom tempo. Afinal, as coisas continuavam dando certo e o sucesso financeiro e profissional é uma boa maneira de esquecer os fracassos pessoais.
Foi aí que a vida começou a me ensinar algumas coisas importantes.
O primeiro ensinamento veio da própria vida profissional. Depois de vários anos de sucesso contínuo, vieram os primeiros anos de dificuldade. As metas profissionais, antes sempre atingidas, passaram a ser um sonho impossível de atingir e a frustração de não atingi-las um pesadelo diário.
Foram alguns anos de luta intensa em busca de resultados melhores, em um projeto que parecia impossível de ser concluído. Talvez os piores e mais importantes anos de minha vida profissional e pessoal. Assim como uma chapa de metal, que sob a intensa pressão de uma prensa vai tomando novas formas, também fui sendo moldado pelas dificuldades que enfrentei.
Aos poucos fui aprendendo que gritar com as pessoas era menos efetivo do que apenas conversar. Aprendi que há coisas que não podemos mudar, não importa o quão fortes e poderosos sejamos. Aprendi também que a vida era muito mais do que o trabalho e que a família não pode ser colocada em segundo plano indefinidamente.
O aprendizado trouxe de volta alguns valores que havia deixado para trás. A vontade de estar mais próximo da família e dos amigos ficou mais forte. O prazer de observar a natureza e sentir o vento no rosto voltou a me visitar. Os momentos de reflexão sobre a vida e seu sentido passaram a ser mais freqüentes, realimentando o processo de transformação.
Hoje tenho uma vida muito diferente. Deixei a posição de executivo profissional para tocar meus próprios negócios, o que me dá muito mais prazer. Tenho tempo de ir ao Ibirapuera diariamente para caminhar e refletir sobre a vida. Passo mais tempo com a família e com os amigos.
O dinheiro, o sucesso profissional e o poder deixaram de ser meus maiores objetivos. Ao contrário, minha saúde e o relacionamento familiar são hoje minhas metas principais. No campo profissional, a realização de construir meus próprios empreendimentos superou em muito a disputa por poder que vivia nas empresas em que trabalhei.
O estresse diário e crescente foi substituído por uma tranqüilidade perene, que quase me faz esquecer como era ruim viver estressado. A preocupação e ansiedade excessiva por pequenas coisas foi substituída pela busca paciente e persistente de coisas mais importantes como o auto-conhecimento e as verdadeiras amizades.
Talvez seja esse o segredo de minha pouca preocupação com a crise econômica. Afinal, o que de importante ela pode tirar de nós?
Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para paulo.pinho@uol.com.br.
Abraços,
PP
Hoje pela manhã me dei conta de que não ainda não comentei os efeitos da crise na carreira e na vida pessoal dos executivos. É certo que no Brasil estamos prevendo um impacto menor do que em outros países, mas mesmo assim me chamou a atenção o fato de não ter dado atenção a um evento tão presente no dia a dia das discussões dos executivos.
Minha primeira avaliação foi de que não concentrei minhas atenções no assunto por não ter sido verdadeiramente impactado por ela. Depois, com um pouco de reflexão concluí que essa afirmação estava longe de ser verdadeira. Como a maioria dos executivos acima dos quarenta anos, possuo parte de minhas reservas financeiras aplicadas no mercado de renda variável. Não dá para dizer que perder 40% do valor dessas aplicações é um impacto desprezível.
Mesmo com a constatação de que fui realmente impactado pela crise, a verdade é que continuo não me sentindo preocupado com o futuro. Ao contrário, tenho a esperança realista de que a perda percebida será recuperada em 2 ou 3 anos e estou avaliando seriamente a possibilidade de aumentar meus investimentos no mercado de ações.
De onde vem tanta esperança e tranqüilidade? Acho que vem de minha nova maneira de viver e gostaria de contar um pouco para vocês as mudanças pelas quais tenho passado nos últimos quatro anos. Talvez essa informação possa ajudar alguns de vocês a procurarem um pouco mais de paz e tranqüilidade.
Minha carreira como executivo começou há pouco mais de 20 anos, quando fui convidado para a minha primeira posição de gerência. Naquela época, com cerca de 26 anos, tomei a oportunidade como única e me entreguei de corpo e alma ao papel de executivo.
Em menos de 4 anos me tornei diretor de uma importante empresa nacional da área de tecnologia, ainda durante o período de reserva de mercado. Sem dúvida, uma carreira de sucesso em um mercado altamente competitivo. Mas o sucesso como executivo não veio sem custo...
Fui me tornando um cara durão, extremamente orientado a resultados, daqueles que pouco comemorava e sempre estava insatisfeito com o estado das coisas. Apesar de em geral ser admirado como líder, era muitas vezes odiado pela maneira direta e brutalmente franca com que colocava minhas opiniões sobre as pessoas e as situações. Sem dúvida conseguia fazer as pessoas produzirem muito, mas hoje tenho a consciência de que poderia ter conseguido o mesmo ou mais um pouco sem causar tanto desconforto e sofrimento.
Na área da saúde tive meus maiores prejuízos. Engordei mais de 20Kg em cerca de 10 anos, tive alguns sustos com dores no peito e sou usuário de remédios para a pressão arterial desde os 35 anos de idade.
Mesmo sendo odiado por muitos e acumulando problemas de saúde mantive meu ritmo por um bom tempo. Afinal, as coisas continuavam dando certo e o sucesso financeiro e profissional é uma boa maneira de esquecer os fracassos pessoais.
Foi aí que a vida começou a me ensinar algumas coisas importantes.
O primeiro ensinamento veio da própria vida profissional. Depois de vários anos de sucesso contínuo, vieram os primeiros anos de dificuldade. As metas profissionais, antes sempre atingidas, passaram a ser um sonho impossível de atingir e a frustração de não atingi-las um pesadelo diário.
Foram alguns anos de luta intensa em busca de resultados melhores, em um projeto que parecia impossível de ser concluído. Talvez os piores e mais importantes anos de minha vida profissional e pessoal. Assim como uma chapa de metal, que sob a intensa pressão de uma prensa vai tomando novas formas, também fui sendo moldado pelas dificuldades que enfrentei.
Aos poucos fui aprendendo que gritar com as pessoas era menos efetivo do que apenas conversar. Aprendi que há coisas que não podemos mudar, não importa o quão fortes e poderosos sejamos. Aprendi também que a vida era muito mais do que o trabalho e que a família não pode ser colocada em segundo plano indefinidamente.
O aprendizado trouxe de volta alguns valores que havia deixado para trás. A vontade de estar mais próximo da família e dos amigos ficou mais forte. O prazer de observar a natureza e sentir o vento no rosto voltou a me visitar. Os momentos de reflexão sobre a vida e seu sentido passaram a ser mais freqüentes, realimentando o processo de transformação.
Hoje tenho uma vida muito diferente. Deixei a posição de executivo profissional para tocar meus próprios negócios, o que me dá muito mais prazer. Tenho tempo de ir ao Ibirapuera diariamente para caminhar e refletir sobre a vida. Passo mais tempo com a família e com os amigos.
O dinheiro, o sucesso profissional e o poder deixaram de ser meus maiores objetivos. Ao contrário, minha saúde e o relacionamento familiar são hoje minhas metas principais. No campo profissional, a realização de construir meus próprios empreendimentos superou em muito a disputa por poder que vivia nas empresas em que trabalhei.
O estresse diário e crescente foi substituído por uma tranqüilidade perene, que quase me faz esquecer como era ruim viver estressado. A preocupação e ansiedade excessiva por pequenas coisas foi substituída pela busca paciente e persistente de coisas mais importantes como o auto-conhecimento e as verdadeiras amizades.
Talvez seja esse o segredo de minha pouca preocupação com a crise econômica. Afinal, o que de importante ela pode tirar de nós?
Se você tiver comentários sobre esse ou outro artigo, escreva para paulo.pinho@uol.com.br.
Abraços,
PP
terça-feira, 11 de março de 2008
Encontrando Velhos Amigos
Olá,
Há algumas semanas tomei a decisão de procurar os grandes amigos que tive durante o período de faculdade. Esse ano completamos 25 anos de formados e achei que seria uma bela oportunidade de nos encontrarmos novamente.
Ainda estou em busca da maioria das pessoas e aproveito para divulgar nossa intenção aqui no Blog. Se você foi ou conhece alguém da turma de engenharia elétrica da UFRJ que se formou 1983, entre em contato comigo no e-mail paulo.pinho@uol.com.br. Queremos reunir o maior número possível de pessoas nesse encontro.
Apesar e ainda faltarem muitos amigos para reencontrar, o pessoal que era mais próximo já apareceu e algumas observações já podem ser feitas.
Em primeiro lugar, o tempo agiu sobre todos nós. Os jovens de vinte poucos anos que conviveram naquela época, matando aula para beber e jogar conversa fiada nos bares do Rio de Janeiro não existem mais. Se transformaram em quarentões / cinqüentões com cabelos grisalhos, testas mais visíveis e barrigas mais proeminentes. Agora somos respeitáveis senhores de meia idade, demonstrando que o tempo não perdoa e que devemos aproveitar cada momento que nos é concedido em vez de desperdiçá-los preocupando-se em demasia ou e queixando de nossa situação.
Em segundo lugar, é visível o sucesso de todos aqueles jovens que tiveram uma formação educacional sólida e que foram incentivados a empreender. Cada um de sua maneira, todos foram bem sucedidos em suas carreiras. São estórias de sucesso que demonstram a importância de uma boa formação e de uma atitude empreendedora perante a vida.
Considerando as mudanças que o tempo impôs sobre todos nós, me chamou a atenção como ainda somos capazes de brincar e de se divertir da mesma forma que fazíamos nos corredores do fundão. A mesma irreverência ácida continua presente em todos os que faziam parte daquele grupo. As conversas são animadas e recheadas de humor e o alvo principal de nossas críticas continuam sendo nossas próprias caricaturas. O tempo transformou nossos corpos e nos trouxe realização profissional e pessoal, mas ainda temos muito daqueles jovens em nossos corações, e talvez esse seja um de nossos segredos. Que continue assim por pelo menos mais 25 anos.
Observo com prazer que ainda somos AMIGOS de verdade. Quase nos perdemos durante mais de duas décadas, trilhamos caminhos totalmente diferentes e vivemos experiências muitas vezes opostas, mas ainda somos verdadeiramente amigos. Apesar de termos sido levados a direções distintas, continuamos conectados pelas lembranças agradáveis daquele tempo em que convivemos intimamente. É uma prova de que amigos verdadeiros são para sempre, não importa o quão distantes eles estejam.
Convivemos intensamente por mais de 5 anos, aproveitando cada momento daquela experiência, aprendendo a nos respeitarmos e a nos amarmos. Fomos capazes de nos desapegarmos do conforto e da previsibilidade daquela convivência para alçarmos vôos maiores e mais solitários. Criamos novos laços de amizade, construímos nossa reputação profissional e social, enfim, amadurecemos. Agora que nos reaproximamos, constatamos que a amizade construída em alguns anos de convivência continua intacta e mais viva do que nunca em cada um de nós.
Talvez seja essa a maior lição a ser aprendida. Nosso destino é deixar marcas na vida das outras pessoas e a qualidade dessas marcas determina nossa recompensa. Não estamos aqui para ter nem para pertencer e sim para deixar e receber percepções e lembranças. Assim como um pássaro, que pousa na mão aberta do treinador habilidoso de forma espontânea e se debate na mão fechada do leigo, as amizades verdadeiras estão sempre presentes nas mentes dos verdadeiros amigos, mas se afastam daqueles que tentam artificialmente mantê-las. Por esse motivo, agradeço a todos os amigos que tenho pela oportunidade de tê-los marcado e pela honra de carregar marcas deixadas por eles.
Um grande abraço.
PP
Há algumas semanas tomei a decisão de procurar os grandes amigos que tive durante o período de faculdade. Esse ano completamos 25 anos de formados e achei que seria uma bela oportunidade de nos encontrarmos novamente.
Ainda estou em busca da maioria das pessoas e aproveito para divulgar nossa intenção aqui no Blog. Se você foi ou conhece alguém da turma de engenharia elétrica da UFRJ que se formou 1983, entre em contato comigo no e-mail paulo.pinho@uol.com.br. Queremos reunir o maior número possível de pessoas nesse encontro.
Apesar e ainda faltarem muitos amigos para reencontrar, o pessoal que era mais próximo já apareceu e algumas observações já podem ser feitas.
Em primeiro lugar, o tempo agiu sobre todos nós. Os jovens de vinte poucos anos que conviveram naquela época, matando aula para beber e jogar conversa fiada nos bares do Rio de Janeiro não existem mais. Se transformaram em quarentões / cinqüentões com cabelos grisalhos, testas mais visíveis e barrigas mais proeminentes. Agora somos respeitáveis senhores de meia idade, demonstrando que o tempo não perdoa e que devemos aproveitar cada momento que nos é concedido em vez de desperdiçá-los preocupando-se em demasia ou e queixando de nossa situação.
Em segundo lugar, é visível o sucesso de todos aqueles jovens que tiveram uma formação educacional sólida e que foram incentivados a empreender. Cada um de sua maneira, todos foram bem sucedidos em suas carreiras. São estórias de sucesso que demonstram a importância de uma boa formação e de uma atitude empreendedora perante a vida.
Considerando as mudanças que o tempo impôs sobre todos nós, me chamou a atenção como ainda somos capazes de brincar e de se divertir da mesma forma que fazíamos nos corredores do fundão. A mesma irreverência ácida continua presente em todos os que faziam parte daquele grupo. As conversas são animadas e recheadas de humor e o alvo principal de nossas críticas continuam sendo nossas próprias caricaturas. O tempo transformou nossos corpos e nos trouxe realização profissional e pessoal, mas ainda temos muito daqueles jovens em nossos corações, e talvez esse seja um de nossos segredos. Que continue assim por pelo menos mais 25 anos.
Observo com prazer que ainda somos AMIGOS de verdade. Quase nos perdemos durante mais de duas décadas, trilhamos caminhos totalmente diferentes e vivemos experiências muitas vezes opostas, mas ainda somos verdadeiramente amigos. Apesar de termos sido levados a direções distintas, continuamos conectados pelas lembranças agradáveis daquele tempo em que convivemos intimamente. É uma prova de que amigos verdadeiros são para sempre, não importa o quão distantes eles estejam.
Convivemos intensamente por mais de 5 anos, aproveitando cada momento daquela experiência, aprendendo a nos respeitarmos e a nos amarmos. Fomos capazes de nos desapegarmos do conforto e da previsibilidade daquela convivência para alçarmos vôos maiores e mais solitários. Criamos novos laços de amizade, construímos nossa reputação profissional e social, enfim, amadurecemos. Agora que nos reaproximamos, constatamos que a amizade construída em alguns anos de convivência continua intacta e mais viva do que nunca em cada um de nós.
Talvez seja essa a maior lição a ser aprendida. Nosso destino é deixar marcas na vida das outras pessoas e a qualidade dessas marcas determina nossa recompensa. Não estamos aqui para ter nem para pertencer e sim para deixar e receber percepções e lembranças. Assim como um pássaro, que pousa na mão aberta do treinador habilidoso de forma espontânea e se debate na mão fechada do leigo, as amizades verdadeiras estão sempre presentes nas mentes dos verdadeiros amigos, mas se afastam daqueles que tentam artificialmente mantê-las. Por esse motivo, agradeço a todos os amigos que tenho pela oportunidade de tê-los marcado e pela honra de carregar marcas deixadas por eles.
Um grande abraço.
PP
sábado, 16 de fevereiro de 2008
As Pessoas são Capazes de Mudar?
Olá,
Durante muitos anos em minha vida de executivo achei que as pessoas não poderiam mudar seus comportamentos de forma significativa. Tal maneira de pensar me dava agilidade no processo de seleção e de avaliação de pessoas, pois sabia o que fazer com elas no momento em que detectava comportamentos, que sob meu ponto de vista, eram inaceitáveis.
Com o passar dos anos, acabei conhecendo pessoas que me surpreenderam e mudaram seus comportamentos de tal maneira, que minha teoria sobre esse tema desmoronou completamente. Passei a perceber que estamos mudando o tempo todo e que as condições do ambiente e nossa motivação interna são muito importantes para que essa mudança ocorra.
Com um pouco de reflexão a respeito do tema, me dei conta com algo que me incomodou por alguns anos. A própria crença de que as pessoas não mudam havia sido uma grande mudança em minha forma de pensar. Durante a adolescência passei por uma história de grandes mudanças e acreditava que as pessoas eram capazes de serem o que quizessem. Me incomodava notar que havia perdido essaa crença na capacidade das pessoas em se transformarem. Precisava descobrir o que havia provocado aquela mudança.
A fase da adolescência é transformação pura, um período em que pensamos ser capazes e mudar a tudo e a todos, onde os limites deixam de existir e a busca de novas fronteiras e experiências é a prioridade de nossas vidas. Mas esse período também é finito e aos poucos a vontade de buscar novos caminhos e de vencer novos desafios vai se transformando na crença de que os caminhos que trilhamos e a forma como pensamos e elaboramos conceitos é a única e melhor maneira de se fazer as coisas. É como se iniciássemos uma grande reforma de nosso ser na adolescência e ao final concluíssemos, ao nos tornarmos adultos, que essa reforma seria definitiva.
Não sei se posso generalizar o pensamento acima para todos, mas pelo menos comigo as coisas foram dessa maneira. Fui me convencendo que existem pessoas capazes de se comportar de maneira positiva e de se comprometer com resultados e objetivos e que outras jamais chegarão lá. Acabei perdendo a capacidade de entender que transformação e vida são quase sinônimos e que a verdade estava justamente no oposto de minha crença, ou seja, as pessoas são incapazes de serem as mesmas para sempre e esse é um dos aspectos mais fascinantes da vida.
Mas o que me fez recuperar a consciência e reconhecer a força da mudança? Acho que foram as derrotas que sofri ao longo dos anos. Elas me ajudaram a perceber que muitas das minhas crenças eram infundadas e precisavam de reforma urgente. Fui aos poucos compreendendo que a reforma que havia feito na adolescência era somente o início de um processo que deveria durar por toda minha vida e que, assim como eu, os outros também tinham o direito e o dever como seres humanos de mudar.
Reconhecer que as pessoas são capazes de mudar seus comportamentos me fez mais paciente e otimista comigo mesmo e com as outras pessoas. Ao mesmo tempo, me fez lembrar que mesmo as pessoas mais eficientes e desenvolvidas estão sujeitas a falhar e não se deve esperar a perfeição nem condenar alguém por ter cometido um grande erro. Esse reconhecimento me fez esperar menos das pessoas e ser mais responsável pelos resultados bons e maus. Também me ajudou a lidar melhor com o fracasso e com o sucesso, que deixaram de ser um rótulo grudado nas pessoas para ocupar o lugar mais singelo de evento circunstancial.
A conclusão é uma só. As pessoas não somente são capazes de mudar, elas também são incapazes de se manterem as mesmas. Mudança e vida são praticamente sinônimos e reconhecer isso pode fazer a diferença na hora de liderar.
Se você tem algum comentário o sugestão, não deixe de enviar um e-mail para o endereço paulo.pinho@uol.com.br.
PP
Durante muitos anos em minha vida de executivo achei que as pessoas não poderiam mudar seus comportamentos de forma significativa. Tal maneira de pensar me dava agilidade no processo de seleção e de avaliação de pessoas, pois sabia o que fazer com elas no momento em que detectava comportamentos, que sob meu ponto de vista, eram inaceitáveis.
Com o passar dos anos, acabei conhecendo pessoas que me surpreenderam e mudaram seus comportamentos de tal maneira, que minha teoria sobre esse tema desmoronou completamente. Passei a perceber que estamos mudando o tempo todo e que as condições do ambiente e nossa motivação interna são muito importantes para que essa mudança ocorra.
Com um pouco de reflexão a respeito do tema, me dei conta com algo que me incomodou por alguns anos. A própria crença de que as pessoas não mudam havia sido uma grande mudança em minha forma de pensar. Durante a adolescência passei por uma história de grandes mudanças e acreditava que as pessoas eram capazes de serem o que quizessem. Me incomodava notar que havia perdido essaa crença na capacidade das pessoas em se transformarem. Precisava descobrir o que havia provocado aquela mudança.
A fase da adolescência é transformação pura, um período em que pensamos ser capazes e mudar a tudo e a todos, onde os limites deixam de existir e a busca de novas fronteiras e experiências é a prioridade de nossas vidas. Mas esse período também é finito e aos poucos a vontade de buscar novos caminhos e de vencer novos desafios vai se transformando na crença de que os caminhos que trilhamos e a forma como pensamos e elaboramos conceitos é a única e melhor maneira de se fazer as coisas. É como se iniciássemos uma grande reforma de nosso ser na adolescência e ao final concluíssemos, ao nos tornarmos adultos, que essa reforma seria definitiva.
Não sei se posso generalizar o pensamento acima para todos, mas pelo menos comigo as coisas foram dessa maneira. Fui me convencendo que existem pessoas capazes de se comportar de maneira positiva e de se comprometer com resultados e objetivos e que outras jamais chegarão lá. Acabei perdendo a capacidade de entender que transformação e vida são quase sinônimos e que a verdade estava justamente no oposto de minha crença, ou seja, as pessoas são incapazes de serem as mesmas para sempre e esse é um dos aspectos mais fascinantes da vida.
Mas o que me fez recuperar a consciência e reconhecer a força da mudança? Acho que foram as derrotas que sofri ao longo dos anos. Elas me ajudaram a perceber que muitas das minhas crenças eram infundadas e precisavam de reforma urgente. Fui aos poucos compreendendo que a reforma que havia feito na adolescência era somente o início de um processo que deveria durar por toda minha vida e que, assim como eu, os outros também tinham o direito e o dever como seres humanos de mudar.
Reconhecer que as pessoas são capazes de mudar seus comportamentos me fez mais paciente e otimista comigo mesmo e com as outras pessoas. Ao mesmo tempo, me fez lembrar que mesmo as pessoas mais eficientes e desenvolvidas estão sujeitas a falhar e não se deve esperar a perfeição nem condenar alguém por ter cometido um grande erro. Esse reconhecimento me fez esperar menos das pessoas e ser mais responsável pelos resultados bons e maus. Também me ajudou a lidar melhor com o fracasso e com o sucesso, que deixaram de ser um rótulo grudado nas pessoas para ocupar o lugar mais singelo de evento circunstancial.
A conclusão é uma só. As pessoas não somente são capazes de mudar, elas também são incapazes de se manterem as mesmas. Mudança e vida são praticamente sinônimos e reconhecer isso pode fazer a diferença na hora de liderar.
Se você tem algum comentário o sugestão, não deixe de enviar um e-mail para o endereço paulo.pinho@uol.com.br.
PP
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Balanço de Fim de Ano
Olá,
Estamos terminando mais um ano. Para alguns foi um ano memorável, com muitas realizações e boas lembranças. Para outros, um ano que querem esquecer e que pareceu trazer somente problemas e dificuldades. A diferença entre esses dois grupos? A forma como percebem a vida.
Pelo menos no início de sua carreira, todo executivo tende a pertencer ao primeiro grupo. Reforçando suas percepções positivas e tratando de neutralizar as negativas. Isso os torna mais fortes e os ajuda a enfrentar os desafios do dia a dia. Eles se concentram menos no possível sofrimento da derrota e mais nas delícias da vitória. São pessoas otimistas, que acreditam em si mesmas e nos outros e que possuem brilho nos olhos.
Mas ao longo da carreira, muitos se tornam mais amargos e negativos. Os eventos bons lhes parecem mais raros e pouco importantes, deixando espaço para o mau humor, o pessimismo e as lamúrias sobre carreira, colegas e a empresa. Alguns se tornam verdadeiros tiranos, como se procurassem amansar sua própria dor e frustração fazendo com que os outros sintam o mesmo. Outros vão se acomodando em seus lugares e, aos poucos, vão perdendo o brilho e se entregando ao sistema.
Faça um balanço de como foi o seu último ano e procure se classificar em um dos dois gupos descritos acima. Se você concluir que está mais próximo do segundo grupo, o dos que tiveram um péssimo ano, reflita um pouco sobre o que o faz pensar assim e trabalhe para deixar essa perspectiva com urgência. Não importa quantos problemas você enfrentou, nem mesmo a gravidade desses problemas, você acaba de VIVER mais um ano e precisa comemorar o que de bom aconteceu. PONTO FINAL !!!!
Está difícil comemorar alguma coisa, então dê uma olhada para o horizonte e veja como é imenso o mundo em que vivemos. Não consegue ver o horizonte pois está no meio de uma cidade grande, saia na rua e observe as pessoas e o movimento da cidade. Veja como há pessoas tristes e pessoas alegres e que a diferença entre elas é somente sua atitude perante os fatos.
Agora sente-se em um lugar tranqüilo e procure lembrar das coisas boas que aconteceram durante esse ano. No início pode parecer um exercício estranho e pouco produtivo, mas não desista, continue pensando no que de bom aconteceu. Comece por pequenas coisas que venham a sua lembrança e que o tenham feito se sentir bem. Depois procure lembrar de fatos mais relevantes e dos detalhes que o agradaram. Quando estiver se sentindo melhor, reflita sobre os fatos que lhe pareceram péssimos e procure algo de bom que eles tenham trazido a sua vida. Você vai se surpreender com os efeitos de ver as coisas de maneira diferente.
Sei que alguns de vocês devem estar sentindo-se lendo um livro de auto-ajuda, mas realmente não e importo com isso. Apesar do termo se muito batido e de haver muita gente escrevendo livros dessa natureza somente para fazer dinheiro, temos que reconhecer que ajudar alguém é sempre importante e se for a si mesmo, mais importante ainda. Por isso, auto-ajuda é fundamental em nossa vida e devemos praticá-la o tempo todo.
Desejo a todos vocês um excelente ano de 2008. Que as coisas que pareceram ruins durante 2007 sejam percebidas de forma positiva em 2008 e que as já percebidas positivamente em 2007 sejam ainda melhores em 2008.
Um Grande Abraço,
Paulo Pinho
Estamos terminando mais um ano. Para alguns foi um ano memorável, com muitas realizações e boas lembranças. Para outros, um ano que querem esquecer e que pareceu trazer somente problemas e dificuldades. A diferença entre esses dois grupos? A forma como percebem a vida.
Pelo menos no início de sua carreira, todo executivo tende a pertencer ao primeiro grupo. Reforçando suas percepções positivas e tratando de neutralizar as negativas. Isso os torna mais fortes e os ajuda a enfrentar os desafios do dia a dia. Eles se concentram menos no possível sofrimento da derrota e mais nas delícias da vitória. São pessoas otimistas, que acreditam em si mesmas e nos outros e que possuem brilho nos olhos.
Mas ao longo da carreira, muitos se tornam mais amargos e negativos. Os eventos bons lhes parecem mais raros e pouco importantes, deixando espaço para o mau humor, o pessimismo e as lamúrias sobre carreira, colegas e a empresa. Alguns se tornam verdadeiros tiranos, como se procurassem amansar sua própria dor e frustração fazendo com que os outros sintam o mesmo. Outros vão se acomodando em seus lugares e, aos poucos, vão perdendo o brilho e se entregando ao sistema.
Faça um balanço de como foi o seu último ano e procure se classificar em um dos dois gupos descritos acima. Se você concluir que está mais próximo do segundo grupo, o dos que tiveram um péssimo ano, reflita um pouco sobre o que o faz pensar assim e trabalhe para deixar essa perspectiva com urgência. Não importa quantos problemas você enfrentou, nem mesmo a gravidade desses problemas, você acaba de VIVER mais um ano e precisa comemorar o que de bom aconteceu. PONTO FINAL !!!!
Está difícil comemorar alguma coisa, então dê uma olhada para o horizonte e veja como é imenso o mundo em que vivemos. Não consegue ver o horizonte pois está no meio de uma cidade grande, saia na rua e observe as pessoas e o movimento da cidade. Veja como há pessoas tristes e pessoas alegres e que a diferença entre elas é somente sua atitude perante os fatos.
Agora sente-se em um lugar tranqüilo e procure lembrar das coisas boas que aconteceram durante esse ano. No início pode parecer um exercício estranho e pouco produtivo, mas não desista, continue pensando no que de bom aconteceu. Comece por pequenas coisas que venham a sua lembrança e que o tenham feito se sentir bem. Depois procure lembrar de fatos mais relevantes e dos detalhes que o agradaram. Quando estiver se sentindo melhor, reflita sobre os fatos que lhe pareceram péssimos e procure algo de bom que eles tenham trazido a sua vida. Você vai se surpreender com os efeitos de ver as coisas de maneira diferente.
Sei que alguns de vocês devem estar sentindo-se lendo um livro de auto-ajuda, mas realmente não e importo com isso. Apesar do termo se muito batido e de haver muita gente escrevendo livros dessa natureza somente para fazer dinheiro, temos que reconhecer que ajudar alguém é sempre importante e se for a si mesmo, mais importante ainda. Por isso, auto-ajuda é fundamental em nossa vida e devemos praticá-la o tempo todo.
Desejo a todos vocês um excelente ano de 2008. Que as coisas que pareceram ruins durante 2007 sejam percebidas de forma positiva em 2008 e que as já percebidas positivamente em 2007 sejam ainda melhores em 2008.
Um Grande Abraço,
Paulo Pinho
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Dia de Natal
Olá,
Chegamos ao dia 24 de Dezembro. Esse dia desperta emoções variadas nas pessoas. Alguns se preparam e se reunem, buscando mais contato com aqueles que amam. Outros lembram-se com tristeza daqueles que temporariamente ou definitivamente não podem mais ver. Alguns esperam ansiosamente que chegue, outros que passe. Alguns choram de alegria ou tristeza, outros não entendem porquê alguns choram.
Não importa se você gosta ou não do Natal, a verdade é que essa época faz com que as pessoas pensem mais umas nas outras e em si mesmas. É uma época de reflexão, onde cada um busca de forma mais ativa significado para a vida. Época em que pensamos um pouco mais sobre o que é realmente importante em nossas vidas.
Aproveitando esse momento de reflexão, minha mensagem aos que visitam esse blog é de que se aproximem da paz e da felicidade um pouco mais nesse Natal. Que aproveitem para ficar um pouco consigo mesmos e pensar no significado de suas vidas e em como fazer com que ele não seja diluído pelo dia a dia agitado que vivemos.
Desejo a todos um feliz dia de Natal, com muita paz, harmonia e reflexão.
Um Grande Abraço,
Paulo Pinho
Chegamos ao dia 24 de Dezembro. Esse dia desperta emoções variadas nas pessoas. Alguns se preparam e se reunem, buscando mais contato com aqueles que amam. Outros lembram-se com tristeza daqueles que temporariamente ou definitivamente não podem mais ver. Alguns esperam ansiosamente que chegue, outros que passe. Alguns choram de alegria ou tristeza, outros não entendem porquê alguns choram.
Não importa se você gosta ou não do Natal, a verdade é que essa época faz com que as pessoas pensem mais umas nas outras e em si mesmas. É uma época de reflexão, onde cada um busca de forma mais ativa significado para a vida. Época em que pensamos um pouco mais sobre o que é realmente importante em nossas vidas.
Aproveitando esse momento de reflexão, minha mensagem aos que visitam esse blog é de que se aproximem da paz e da felicidade um pouco mais nesse Natal. Que aproveitem para ficar um pouco consigo mesmos e pensar no significado de suas vidas e em como fazer com que ele não seja diluído pelo dia a dia agitado que vivemos.
Desejo a todos um feliz dia de Natal, com muita paz, harmonia e reflexão.
Um Grande Abraço,
Paulo Pinho
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Agradecimento
Olá Pessoal,
Gostaria de agradecer aos primeiros visitantes desse blog. Será um prazer tê-los como visitantes sempre que possível.
Espero que vocês gostem do conteúdo e que meus artigos tenham algum valor para vocês.
Se gostarem, por favor, me ajudem a divulgá-lo enviando o link para amigos.
Um grande abraço,
Paulo Pinho
Gostaria de agradecer aos primeiros visitantes desse blog. Será um prazer tê-los como visitantes sempre que possível.
Espero que vocês gostem do conteúdo e que meus artigos tenham algum valor para vocês.
Se gostarem, por favor, me ajudem a divulgá-lo enviando o link para amigos.
Um grande abraço,
Paulo Pinho
domingo, 25 de novembro de 2007
O Retorno
Olá Pessoal,
Pelo jeito não tivemos muito movimento durante o último ano. Mas é hora de voltar e conversar sobre temas novos.
Hoje quero falar um pouco sobre o que faz com que alguns profissionais tenham mais sucesso que outros.
Pode parecer que o oportunismo e a politicagem sejam o único caminho para crescer em uma empresa, mas não é bem assim. Competência, dedicação e disponibilidade para aproveitar as oportunidades são fundamentais para que se tenha sucesso.
Em mais de 20 anos de carreira, conheci muita gente oportunista que teve algum sucesso. Mas não foram eles que despertaram minha admiração ou foram mais longe em suas carreiras. Ao contrário, muitos deles tiveram sucesso apenas temporário e alguns tiveram um fim não muito honrado. Mesmo aqueles que foram bem sucedidos em sua carreiras, não serviram de referência para muita gente.
Nesse mesmo período conheci alguns profissionais que me encantaram. Pessoas que exalavam competência e com uma capacidade de trabalho que muitas vezes parecia infinita. Parte do segredo deles? Uma vontade insaciável por aprender coisas novas, energia focada em seus objetivos e disponibilidade para enfrentar novos desafios.
Se você estiver pensando em ser um profissional respeitado, aproveite cada momento do seu dia para aprender coisas novas, dedique toda sua energia nos projetos em que estiver participando, e não tenha medo de enfrentar novos desafios. É claro que existem muitos outros atributos, mas começar por esses três já representa uma grande vantagem.
Se você tiver alguma sugestão ou comentário, não deixe de enviar.
Pelo jeito não tivemos muito movimento durante o último ano. Mas é hora de voltar e conversar sobre temas novos.
Hoje quero falar um pouco sobre o que faz com que alguns profissionais tenham mais sucesso que outros.
Pode parecer que o oportunismo e a politicagem sejam o único caminho para crescer em uma empresa, mas não é bem assim. Competência, dedicação e disponibilidade para aproveitar as oportunidades são fundamentais para que se tenha sucesso.
Em mais de 20 anos de carreira, conheci muita gente oportunista que teve algum sucesso. Mas não foram eles que despertaram minha admiração ou foram mais longe em suas carreiras. Ao contrário, muitos deles tiveram sucesso apenas temporário e alguns tiveram um fim não muito honrado. Mesmo aqueles que foram bem sucedidos em sua carreiras, não serviram de referência para muita gente.
Nesse mesmo período conheci alguns profissionais que me encantaram. Pessoas que exalavam competência e com uma capacidade de trabalho que muitas vezes parecia infinita. Parte do segredo deles? Uma vontade insaciável por aprender coisas novas, energia focada em seus objetivos e disponibilidade para enfrentar novos desafios.
Se você estiver pensando em ser um profissional respeitado, aproveite cada momento do seu dia para aprender coisas novas, dedique toda sua energia nos projetos em que estiver participando, e não tenha medo de enfrentar novos desafios. É claro que existem muitos outros atributos, mas começar por esses três já representa uma grande vantagem.
Se você tiver alguma sugestão ou comentário, não deixe de enviar.
Escolhendo o Caminho
Uma das coisas mais difíceis da vida é a escolha da profissão. Pior que isso, minha experiência mostra que nossas escolhas acadêmicas muitas vezes passam longe do destino final de nossas vidas profissionais.
Quando pequeno queria ser cientista. Era fascinado por filmes de ficção científica, adorava aulas de ciência e devorava enciclopédias em busca de assuntos relacionados com tecnologia. Queria ser cientista.
O tempo passou e o sonho de ser cientista foi se transformando em um projeto racional de ser engenheiro. Afinal, quanto ganharia um cientista? Provavelmente muito menos do que um engenheiro (doce engano). Seria muito mais seguro fazer o que todos faziam, ser médico ou engenheiro. Como não gostava de sangue, minha opção foi fácil. Serei engenheiro.
O tempo passa, vou avançando na escola e chego no último ano do segundo grau. Surge então a primeira grande dúvida: que engenharia escolher. Naquela época eram poucas as opções mas já foi o suficiente para me deixar muito confuso. Poderia optar pela engenharia tradicional, que icluía as opções civil, mecânica, elétrica e eletrônica, ou buscar coisas novas como química, naval, produção, telecomunicações ou agronômica.
Minha curiosidade fez considerar essa coisa nova chamada engenharia agronômica. Vasculho minhas enciclopédias e não encontro nada. Leio os jornais e fico estusiasmado. Parece uma coisa futurista, bem perto do sonho antigo de ser cientista. Tomo uma "decisão", vou fazer agronomia.
A primeira pessoa com quem divido meus planos é meu pai. Falo sobre tudo o que a agronomia representará no futuro. Conto casos de profissionais que já despontam na área e mostro com gráficos como um engenheiro agronômico possui mais chances do que qualquer outro de conseguir sucesso.
A resposta foi frustrante. Ele me olha assustado, diz que não concorda e faz a seguinte afirmação:
- Meu filho, você está ficando louco. Gasto uma fortuna para te manter no melhor colégio do Rio de Janeiro e você me diz que vai ser agrônomo. O que você vai fazer com a HP21C que eu te dei de presente, contar repolhos?
Foi uma ducha de água fria. Minha animação ficou abaixo do nível do mar. Me senti o maior idiota do mundo, mas resolvi ir em frente. Meu pai era uma pessoa simples e não muito culta.
Ele não era mesmo capaz de ver o futuro, pensei.
Os meses passam e chega o dia de me inscrever. Com convicção pego o formulário e começo a preenchê-lo. Ponho nome, endereço, dados demográficos... É hora de colocar o código da profissão. Encontro no manual de preenchimento o grupo de engenharia. Lá estão os códigos das diversas opções. Os repolhos começam a gritar em minha cabeça. E se der errado, o que meu pai vai dizer? Será que eu vou gostar dessa coisa? Como vai ser estudar na universidade rural? Meu Deus, o que devo fazer?
O resultado vocês já devem imaginar. Opto pelo mais seguro, fazer engenharia tradicional. O resto é fácil escolher, da escola mais famosa para a menos relevante. Está decidido, vou ser engenheiro.
Já na universidade tenho que tomar uma nova decisão. Qual das engenharias escolher. Civil, mecânica, elétrica ou eletrônica são as opções. Não tenho a menor idéia de qual escolha fazer e tomo uma decisão muito importante. Escolho copiar meus colegas mais chegados, serei engenheiro elétrico.
O curso vai chegando no seu quarto ano e, novamente é hora de optar. Quais são as opções? Engenharia de potência, de controles ou uma coisa estranha chamada de nuclear.
Que tal ser engenheiro nuclear? Eles prometem um estágio no final do curso e quase uma garantia de emprego no Instituto de Engenharia Nuclear. Seria realizar o sonho de trabalhar na área científica, continuar sendo engenheiro e conseguir um emprego seguro em uma das autarquias nacionais. Não dá outra, vou ser engenheiro nuclear.
Minha formatura vem em seguida. O estágio se transforma em emprego e sou alocado em uma área nova chamada DEIC, Departamento de Informática e Computação. Apesar de todas as escolhas anteriores, é neste momento que minha carreira começa a se definir. Essa tal de informática me encanta. Fico horas e horas na frente de um terminal e os bits e bytes se tornam minha grande diversão.
Mas nem tudo é diversão. Apesar de adorar o assunto informática, aos poucos me dou conta de que não consigo conviver com duas coisas. A primeira é a morosidade e a falta de desafios de uma autarquia. A segunda é a falta que me faz conversar com pessoas. Durante os quase quatro anos que trabalho no IEN, engordo mais de 20 quilos e sou advertido duas vezes por atrapalhar os colegas com conversas e brincadeiras "incompatíveis" com o ambiente profissional.
Tomo uma decisão. Vou sair e procurar um lugar em que possa ter mais desafios.
continua no próximo capítulo...
Quando pequeno queria ser cientista. Era fascinado por filmes de ficção científica, adorava aulas de ciência e devorava enciclopédias em busca de assuntos relacionados com tecnologia. Queria ser cientista.
O tempo passou e o sonho de ser cientista foi se transformando em um projeto racional de ser engenheiro. Afinal, quanto ganharia um cientista? Provavelmente muito menos do que um engenheiro (doce engano). Seria muito mais seguro fazer o que todos faziam, ser médico ou engenheiro. Como não gostava de sangue, minha opção foi fácil. Serei engenheiro.
O tempo passa, vou avançando na escola e chego no último ano do segundo grau. Surge então a primeira grande dúvida: que engenharia escolher. Naquela época eram poucas as opções mas já foi o suficiente para me deixar muito confuso. Poderia optar pela engenharia tradicional, que icluía as opções civil, mecânica, elétrica e eletrônica, ou buscar coisas novas como química, naval, produção, telecomunicações ou agronômica.
Minha curiosidade fez considerar essa coisa nova chamada engenharia agronômica. Vasculho minhas enciclopédias e não encontro nada. Leio os jornais e fico estusiasmado. Parece uma coisa futurista, bem perto do sonho antigo de ser cientista. Tomo uma "decisão", vou fazer agronomia.
A primeira pessoa com quem divido meus planos é meu pai. Falo sobre tudo o que a agronomia representará no futuro. Conto casos de profissionais que já despontam na área e mostro com gráficos como um engenheiro agronômico possui mais chances do que qualquer outro de conseguir sucesso.
A resposta foi frustrante. Ele me olha assustado, diz que não concorda e faz a seguinte afirmação:
- Meu filho, você está ficando louco. Gasto uma fortuna para te manter no melhor colégio do Rio de Janeiro e você me diz que vai ser agrônomo. O que você vai fazer com a HP21C que eu te dei de presente, contar repolhos?
Foi uma ducha de água fria. Minha animação ficou abaixo do nível do mar. Me senti o maior idiota do mundo, mas resolvi ir em frente. Meu pai era uma pessoa simples e não muito culta.
Ele não era mesmo capaz de ver o futuro, pensei.
Os meses passam e chega o dia de me inscrever. Com convicção pego o formulário e começo a preenchê-lo. Ponho nome, endereço, dados demográficos... É hora de colocar o código da profissão. Encontro no manual de preenchimento o grupo de engenharia. Lá estão os códigos das diversas opções. Os repolhos começam a gritar em minha cabeça. E se der errado, o que meu pai vai dizer? Será que eu vou gostar dessa coisa? Como vai ser estudar na universidade rural? Meu Deus, o que devo fazer?
O resultado vocês já devem imaginar. Opto pelo mais seguro, fazer engenharia tradicional. O resto é fácil escolher, da escola mais famosa para a menos relevante. Está decidido, vou ser engenheiro.
Já na universidade tenho que tomar uma nova decisão. Qual das engenharias escolher. Civil, mecânica, elétrica ou eletrônica são as opções. Não tenho a menor idéia de qual escolha fazer e tomo uma decisão muito importante. Escolho copiar meus colegas mais chegados, serei engenheiro elétrico.
O curso vai chegando no seu quarto ano e, novamente é hora de optar. Quais são as opções? Engenharia de potência, de controles ou uma coisa estranha chamada de nuclear.
Que tal ser engenheiro nuclear? Eles prometem um estágio no final do curso e quase uma garantia de emprego no Instituto de Engenharia Nuclear. Seria realizar o sonho de trabalhar na área científica, continuar sendo engenheiro e conseguir um emprego seguro em uma das autarquias nacionais. Não dá outra, vou ser engenheiro nuclear.
Minha formatura vem em seguida. O estágio se transforma em emprego e sou alocado em uma área nova chamada DEIC, Departamento de Informática e Computação. Apesar de todas as escolhas anteriores, é neste momento que minha carreira começa a se definir. Essa tal de informática me encanta. Fico horas e horas na frente de um terminal e os bits e bytes se tornam minha grande diversão.
Mas nem tudo é diversão. Apesar de adorar o assunto informática, aos poucos me dou conta de que não consigo conviver com duas coisas. A primeira é a morosidade e a falta de desafios de uma autarquia. A segunda é a falta que me faz conversar com pessoas. Durante os quase quatro anos que trabalho no IEN, engordo mais de 20 quilos e sou advertido duas vezes por atrapalhar os colegas com conversas e brincadeiras "incompatíveis" com o ambiente profissional.
Tomo uma decisão. Vou sair e procurar um lugar em que possa ter mais desafios.
continua no próximo capítulo...
O Começo
Olá Pessoal,
A idéia de criar este Blog surgiu quando fazia uma retrospectiva de minha vida profissional. Com mais de 20 anos atuando em posições gerenciais, tive a oportunidade de viver muitas situações desafiadoras. Recordá-las me fez sentir que esta experiência poderia ter maior importância. Decidi então escrever algumas dessas histórias, sempre com um foco nas lições que aprendi.
Espero que vocês gostem das histórias e que elas inspirem seus pensamentos e ações.
Por favor, deixem seus comentários. Vale qualquer coisa, da crítica mais pesada ao elogio mais reverente. Peço apenas que sejam verdadeiros.
Um grande abraço,
Paulo Pinho
A idéia de criar este Blog surgiu quando fazia uma retrospectiva de minha vida profissional. Com mais de 20 anos atuando em posições gerenciais, tive a oportunidade de viver muitas situações desafiadoras. Recordá-las me fez sentir que esta experiência poderia ter maior importância. Decidi então escrever algumas dessas histórias, sempre com um foco nas lições que aprendi.
Espero que vocês gostem das histórias e que elas inspirem seus pensamentos e ações.
Por favor, deixem seus comentários. Vale qualquer coisa, da crítica mais pesada ao elogio mais reverente. Peço apenas que sejam verdadeiros.
Um grande abraço,
Paulo Pinho
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