Olá,
Hoje gostaria de escrever para você que é bem sucedido e que tem se destacado em sua carreira. É bem provável que, como outros executivos de sucesso, você tenha perdido parte de sua humildade inicial e, consequentemente, da capacidade de ouvir os outros ativamente.
É fundamental lembrar que o sucesso não é garantido nem eterno e que, por mais competência que tenha, você não é infalível. Estar atento às pessoas que lhe admiram e dar espaço para que elas manifestem suas preocupações e conselhos, vai ajudar a evitar perdas maiores quando essa hora acontecer.
Não há nada de errado em ser auto-confiante e em acreditar na sua capacidade de vencer desafios, mas é preciso reconhecer que nem sempre as coisas acontecem como queremos ou planejamos. É nessa hora que identificamos os profissionais arrogantes de sucesso efêmero e os humildes de sucesso consistente.
Para os primeiros a derrota é rapidamente atribuída a terceiros, como se sua pretensa perfeição os impedisse de falhar. Eles não conseguem admitir suas falhas e preferem assumir o papel de vítimas da incompetência alheia. A arrogância não os permite reconhecer que pelo menos parte da responsabilidade pelo fracasso é deles mesmos.
Para os últimos, a derrota é uma oportunidade de aprendizado. Eles reconhecem que não foram capazes de prever todos os riscos do processo. Aceitam sua parte de responsabilidade pelo fracasso e ajudam aos outros a entenderem as suas. Curam suas próprias feridas e do time com dignidade e coragem, acreditando que podem fazer melhor da próxima vez. A humildade faz com que eles aprendam com os seus próprios erros.
A diferença entre esses profissionais? A humildade de reconhecer que não são infalíveis e de que o sucesso e o fracasso nunca dependem somente de uma pessoa.
Reflita um pouco sobre suas atitudes recentes e veja quanto de cada lado você tem hoje comparado com o início de sua carreira. Se a arrogância está ocupando espaço no seu comportamento, é hora de começar a treinar sua humildade. Acredite, você vai gostar
Não deixe de enviar comentários e sugestões. Eles me ajudam muito a definir o conteúdo deste blog.
PP
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Controle Emocional
Olá,
Muito se fala sobre a importância de termos controle sobre nossas emoções. Como se fosse fácil interromper ou alterar em poucos segundos a composição da inundação bioquímica que dispara as emoções mais fortes em nossas vidas.
É verdade que temos algum controle sobre nossas emoções. Se sabemos que determinada situação nos deixa com raiva ou tristes, podemos nos afastar desse tipo de ocorrência e evitar que a emoção venha. Mas uma vez que estejamos imersos no ambiente que dispara a emoção, nossa habilidade de evitá-la é muito limitada e não há nada de errado nisso.
Somente com muita reflexão e auto-conhecimento, processos que são longos e que normalmente demandam a ajuda de um terapeuta ou de um coach, é que conseguimos desconstruir alguns dos gatilhos que disparam as emoções e torná-las mais amenas.
Se por um lado é difícil controlar a ocorrência das emoções, por outro lado somos responsáveis por nossas ações sob a influência das mesmas. Sentir raiva deve ser considerado normal até certo ponto, principalmente quando estamos em situações muito adversas, mas é preciso manter a racionalidade e não deixar que a raiva nos coloque no modo automático de reação.
Uma boa forma de lidar com esse tema é refletir sobre as conseqüências de nossos comportamentos sempre que a emoção aflora e nos deixa fora de controle. Uma pergunta poderosa a ser feita para si mesmo é o que perdemos ou ganhamos por ter reagido de determinada maneira, e como poderia ter sido o desenrolar da estória caso nosso comportamento fosse diferente.
O exercício de refletir em cada passagem, e de reconhecer os impactos que nossas ações e atitudes causam no ambiente, aumenta nossa capacidade de utilizar as emoções de maneira mais produtiva ou, em algumas situações, de forma menos negativa.
Na próxima vez que você notar que a emoção está impactando seus objetivos, pense menos em controlá-la e mais em como fazer com que suas ações sejam positivas. A própria sensação de estar com o controle da situação, vai ajudar a fazer com que as emoções pareçam mais controladas.
Não deixe de fazer seu comentário ou de dar sugestões.
PP
Muito se fala sobre a importância de termos controle sobre nossas emoções. Como se fosse fácil interromper ou alterar em poucos segundos a composição da inundação bioquímica que dispara as emoções mais fortes em nossas vidas.
É verdade que temos algum controle sobre nossas emoções. Se sabemos que determinada situação nos deixa com raiva ou tristes, podemos nos afastar desse tipo de ocorrência e evitar que a emoção venha. Mas uma vez que estejamos imersos no ambiente que dispara a emoção, nossa habilidade de evitá-la é muito limitada e não há nada de errado nisso.
Somente com muita reflexão e auto-conhecimento, processos que são longos e que normalmente demandam a ajuda de um terapeuta ou de um coach, é que conseguimos desconstruir alguns dos gatilhos que disparam as emoções e torná-las mais amenas.
Se por um lado é difícil controlar a ocorrência das emoções, por outro lado somos responsáveis por nossas ações sob a influência das mesmas. Sentir raiva deve ser considerado normal até certo ponto, principalmente quando estamos em situações muito adversas, mas é preciso manter a racionalidade e não deixar que a raiva nos coloque no modo automático de reação.
Uma boa forma de lidar com esse tema é refletir sobre as conseqüências de nossos comportamentos sempre que a emoção aflora e nos deixa fora de controle. Uma pergunta poderosa a ser feita para si mesmo é o que perdemos ou ganhamos por ter reagido de determinada maneira, e como poderia ter sido o desenrolar da estória caso nosso comportamento fosse diferente.
O exercício de refletir em cada passagem, e de reconhecer os impactos que nossas ações e atitudes causam no ambiente, aumenta nossa capacidade de utilizar as emoções de maneira mais produtiva ou, em algumas situações, de forma menos negativa.
Na próxima vez que você notar que a emoção está impactando seus objetivos, pense menos em controlá-la e mais em como fazer com que suas ações sejam positivas. A própria sensação de estar com o controle da situação, vai ajudar a fazer com que as emoções pareçam mais controladas.
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PP
Pontualidade
Olá,
A cultura brasileira não valoriza muito a pontualidade e ainda é comum vermos horários de eventos e reuniões serem definidos já considerando um atraso médio de 30 minutos a 1 hora. Acontece que vivemos em um mundo que se acelera a cada dia, aumentando a produtividade das pessoas e, conseqüentemente, o valor das horas trabalhadas.
Um evento ou reunião que "rouba" uma hora de cada participante pode custar um bom dinheiro para a organização, além de gerar desconforto e criar uma imagem de descaso com as pessoas que participam do evento.
Tomemos como exemplo uma empresa de consultoria que cobra R$ 300,00 por hora trabalhada de seus consultores. Se esses consultores participarem de 4 reuniões diárias e cada uma delas apresentar um atraso médio de 1/2 hora, ao final do dia teremos uma perda de 2 horas de trabalho de cada consultor. Em 22 dias úteis de trabalho por mês, acumulamos 44 horas perdidas por consultor, totalizando uma perda de receita de R$ 13.200,00 ou aumento equivalente no custo mensal desse profissional.
Durante minha vida como executivo, tive a oportunidade de trabalhar em empresas multinacionais por mais de 10 anos e presenciei várias vezes o incômodo que geramos a nossos colegas de outros países cada vez que não cumprimos com os horários definidos. Tenho que confessar, inclusive, que fui causador desse incômodo várias vezes e não me orgulho nada de tê-lo feito.
Não pense que os estrangeiros são chatos e não entendem as dificuldades de trânsito ou o excesso de trabalho que temos no dia a dia. Ao contrário, leve em consideração que eles, assim como nós, também sofrem com o trânsito e com o excesso de trabalho e é justamente por isso que valorizam mais o seu tempo disponível.
Na próxima vez que você tiver um compromisso, procure se antecipar um pouco e evite chegar atrasado. Você será mais bem visto pelos colegas e estará ajudando a melhorar a produtividade e a imagem de sua empresa e de nosso País.
Envie seu comentário ou sugestão. Ele é muito importante para melhorar o conteúdo desse site.
PP
A cultura brasileira não valoriza muito a pontualidade e ainda é comum vermos horários de eventos e reuniões serem definidos já considerando um atraso médio de 30 minutos a 1 hora. Acontece que vivemos em um mundo que se acelera a cada dia, aumentando a produtividade das pessoas e, conseqüentemente, o valor das horas trabalhadas.
Um evento ou reunião que "rouba" uma hora de cada participante pode custar um bom dinheiro para a organização, além de gerar desconforto e criar uma imagem de descaso com as pessoas que participam do evento.
Tomemos como exemplo uma empresa de consultoria que cobra R$ 300,00 por hora trabalhada de seus consultores. Se esses consultores participarem de 4 reuniões diárias e cada uma delas apresentar um atraso médio de 1/2 hora, ao final do dia teremos uma perda de 2 horas de trabalho de cada consultor. Em 22 dias úteis de trabalho por mês, acumulamos 44 horas perdidas por consultor, totalizando uma perda de receita de R$ 13.200,00 ou aumento equivalente no custo mensal desse profissional.
Durante minha vida como executivo, tive a oportunidade de trabalhar em empresas multinacionais por mais de 10 anos e presenciei várias vezes o incômodo que geramos a nossos colegas de outros países cada vez que não cumprimos com os horários definidos. Tenho que confessar, inclusive, que fui causador desse incômodo várias vezes e não me orgulho nada de tê-lo feito.
Não pense que os estrangeiros são chatos e não entendem as dificuldades de trânsito ou o excesso de trabalho que temos no dia a dia. Ao contrário, leve em consideração que eles, assim como nós, também sofrem com o trânsito e com o excesso de trabalho e é justamente por isso que valorizam mais o seu tempo disponível.
Na próxima vez que você tiver um compromisso, procure se antecipar um pouco e evite chegar atrasado. Você será mais bem visto pelos colegas e estará ajudando a melhorar a produtividade e a imagem de sua empresa e de nosso País.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Tecnologia e Mudança

Olá,
Observar a revolução tecnológica dos últimos anos ajuda a entender o processo de mudança acelerada que vivemos e a aceitar que não adianta reagir a essa realidade.
A foto ao lado mostra um disco rígido lançado em 1956 pela IBM. Era um grande armário com 1 tonelada, capaz de armazenar a impressionante marca de 5 Mbytes de informação.
Atualmente um notebook pode ser configurado com um disco rígido com capacidade em torno de 180 Gbytes, pesando algo em torno de 200g.
Se fizermos a relação entre os dois, concluímos que a capacidade de armazenamento por quilograma aumentou em 185 Milhões de vezes em 50 anos, o que impressiona mesmo quem convive com a tecnologia no seu dia a dia.
Na próxima vez que você achar que uma mudança é drástica demais para ser absorvida, ou que uma idéia inovadora e meio desengonçada nunca vai dar em nada, pense nesse exemplo e imagine como se sentem hoje as pessoas que não acreditavam na massificação da informática.
Faça seu comentário ou sugestão. Eles são fundamentais para aprimorar o conteúdo desse blog.
PP
Líderes Tiranos - Matéria sobre o tema
Olá,
Recentemente escrevi sobre os líderes tiranos e seus efeitos sobre as pessoas. Navegando pela internet encontrei essa matéria da Época que vale a pena ler.
Matéria ==> http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75027-6012-430,00.html
Como vocês poderão ler na matéria, os líderes tiranos podem ser muito mais aterrorizadores do que se imagina.
PP
Recentemente escrevi sobre os líderes tiranos e seus efeitos sobre as pessoas. Navegando pela internet encontrei essa matéria da Época que vale a pena ler.
Matéria ==> http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75027-6012-430,00.html
Como vocês poderão ler na matéria, os líderes tiranos podem ser muito mais aterrorizadores do que se imagina.
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Comunicação nas Empresas
Olá,
A boa qualidade de comunicação em uma organização é crucial para que as coisas funcionem adequadamente. No entanto, é mais fácil encontrar exemplos de má comunicação do que o contrário na maioria delas.
A seguir vou falar sobre algumas das origens dos problemas de comunicação nas empresas para que você possa identificá-las e, se possível, atuar sobre as mesmas.
O medo do castigo => Se os funcionários tem medo de serem repreendidos por dizerem algo errado no momento errado, eles simplesmente preferem se calar. Esse fenômeno não se restringe ao pessoal mais simples e em algumas organizações é comum encontrar gerentes e até mesmo diretores com medo de dizerem o que pensam. Se você está criando medo na sua organização, não espere que haja boa comunicação.
O medo de magoar => Muitas vezes nos deixamos levar pelo medo de magoar os outros e perdemos a oportunidade de atuar em problemas sérios. É o caso daquela peça publicitária que está horrível mas que foi apresentada por nosso melhor amigo. Ou daquele projeto que está atrasado mas é responsabilidade da pessoa mais sensível do departamento.
É claro que não devemos magoar as pessoas, mas lembre-se que deixar alguém cometer erros sem alertá-lo sobre os mesmos pode gerar conseqüências piores para esse indivíduo, inclusive a perda de seu emprego.
As disputas políticas => As empresas são ambientes políticos por natureza, e assim como na política social, a comunicação é fortemente afetada pelos interesses pessoais de cada indivíduo. É preciso ter muita disciplina e aplicar fortemente os valores para que se evite distorções na comunicação com objetivos puramente pessoais. Preste atenção em seus próprios pensamentos e verifique se seus objetivos estão alinhados com a agenda da organização ou somente com a sua. Se for o segundo caso, pense em rever sua posição.
A avaliação de óbvio => Tenho uma grande amiga que repete incessantemente que as pessoas não possuem letreiro na testa informando o que querem ou sentem. O que pode parecer óbvio para um indivíduo pode simplesmente não estar sendo considerado como uma possibilidade para outro. Falar sobre o óbvio é tão importante quando falar sobre as coisas mais elaboradas e pode reduzir em muito os problemas de comunicação.
A falta de audição => Falar para quem não quer ouvir é desanimador e, infelizmente, uma tarefa comum na maioria das organizações. Apesar de termos recebido dois ouvidos e uma boca, insistimos em utilizar mais a segunda. O resultado é que ouvimos muito menos do que deveríamos, gerando grandes problemas de comunicação. Procure ser mais atento ao que as outras pessoas dizem. Ouça de verdade, prestando atenção, e acolhendo o que é dito. Você vai ver como a comunicação irá melhorar.
Existem vários outros fatores que prejudicam a comunicação entre as pessoas. Mas como é melhor "ouvir" do que "falar", gostaria de ouvir um pouco sobre o que vocês pensam sobre esse assunto. Por favor, enviem seus comentários e me ajudem a melhorar o conteúdo desse blog.
PP
A boa qualidade de comunicação em uma organização é crucial para que as coisas funcionem adequadamente. No entanto, é mais fácil encontrar exemplos de má comunicação do que o contrário na maioria delas.
A seguir vou falar sobre algumas das origens dos problemas de comunicação nas empresas para que você possa identificá-las e, se possível, atuar sobre as mesmas.
O medo do castigo => Se os funcionários tem medo de serem repreendidos por dizerem algo errado no momento errado, eles simplesmente preferem se calar. Esse fenômeno não se restringe ao pessoal mais simples e em algumas organizações é comum encontrar gerentes e até mesmo diretores com medo de dizerem o que pensam. Se você está criando medo na sua organização, não espere que haja boa comunicação.
O medo de magoar => Muitas vezes nos deixamos levar pelo medo de magoar os outros e perdemos a oportunidade de atuar em problemas sérios. É o caso daquela peça publicitária que está horrível mas que foi apresentada por nosso melhor amigo. Ou daquele projeto que está atrasado mas é responsabilidade da pessoa mais sensível do departamento.
É claro que não devemos magoar as pessoas, mas lembre-se que deixar alguém cometer erros sem alertá-lo sobre os mesmos pode gerar conseqüências piores para esse indivíduo, inclusive a perda de seu emprego.
As disputas políticas => As empresas são ambientes políticos por natureza, e assim como na política social, a comunicação é fortemente afetada pelos interesses pessoais de cada indivíduo. É preciso ter muita disciplina e aplicar fortemente os valores para que se evite distorções na comunicação com objetivos puramente pessoais. Preste atenção em seus próprios pensamentos e verifique se seus objetivos estão alinhados com a agenda da organização ou somente com a sua. Se for o segundo caso, pense em rever sua posição.
A avaliação de óbvio => Tenho uma grande amiga que repete incessantemente que as pessoas não possuem letreiro na testa informando o que querem ou sentem. O que pode parecer óbvio para um indivíduo pode simplesmente não estar sendo considerado como uma possibilidade para outro. Falar sobre o óbvio é tão importante quando falar sobre as coisas mais elaboradas e pode reduzir em muito os problemas de comunicação.
A falta de audição => Falar para quem não quer ouvir é desanimador e, infelizmente, uma tarefa comum na maioria das organizações. Apesar de termos recebido dois ouvidos e uma boca, insistimos em utilizar mais a segunda. O resultado é que ouvimos muito menos do que deveríamos, gerando grandes problemas de comunicação. Procure ser mais atento ao que as outras pessoas dizem. Ouça de verdade, prestando atenção, e acolhendo o que é dito. Você vai ver como a comunicação irá melhorar.
Existem vários outros fatores que prejudicam a comunicação entre as pessoas. Mas como é melhor "ouvir" do que "falar", gostaria de ouvir um pouco sobre o que vocês pensam sobre esse assunto. Por favor, enviem seus comentários e me ajudem a melhorar o conteúdo desse blog.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Iphone no Brasil
Olá,
A maioria dos executivos gosta de estar atualizado tecnologicamente e uma das novidades mais cobiçadas do momento é o misto de telefone e computador da Apple, o Iphone.
Como existe muita dúvida sobre a possibilidade ou não de utilizá-los no Brasil, estou escrevendo essa mensagem para dividir com vocês minha própria experiência.
Recentemente comprei um Iphone nos EUA e estou utilizando-o na rede Claro perfeitamente. O processo de desbloqueio foi relativamente fácil e o único inconveniente até o momento é ter que esperar algumas semanas antes de atualizar o firmware do aparelhinho cada vez que a Apple libera uma nova versão.
Apesar de estar utilizando a rede da Claro, conheço outras pessoas que estão utilizando a rede da TIM sem problemas. Ainda não tenho nenhum testemunho sobre a rede da Vivo, mas entendo que não deve haver problemas.
Se você quiser saber mais sobre o processo de desbloqueio do Iphone, recomendo os seguintes sites:
http://www.iphonesimfree.com/
http://www.hacktehiphone.com/
No mais só tenho elogios ao produto. É realmente o estado da arte em tecnologia e sua interface com usuário é fantástica. Se você gosta de tecnologia, possui alguma habilidade com software, e tem como comprar esse brinquedinho, vá em frente. Você não vai se arrepender.
PP
A maioria dos executivos gosta de estar atualizado tecnologicamente e uma das novidades mais cobiçadas do momento é o misto de telefone e computador da Apple, o Iphone.
Como existe muita dúvida sobre a possibilidade ou não de utilizá-los no Brasil, estou escrevendo essa mensagem para dividir com vocês minha própria experiência.
Recentemente comprei um Iphone nos EUA e estou utilizando-o na rede Claro perfeitamente. O processo de desbloqueio foi relativamente fácil e o único inconveniente até o momento é ter que esperar algumas semanas antes de atualizar o firmware do aparelhinho cada vez que a Apple libera uma nova versão.
Apesar de estar utilizando a rede da Claro, conheço outras pessoas que estão utilizando a rede da TIM sem problemas. Ainda não tenho nenhum testemunho sobre a rede da Vivo, mas entendo que não deve haver problemas.
Se você quiser saber mais sobre o processo de desbloqueio do Iphone, recomendo os seguintes sites:
http://www.iphonesimfree.com/
http://www.hacktehiphone.com/
No mais só tenho elogios ao produto. É realmente o estado da arte em tecnologia e sua interface com usuário é fantástica. Se você gosta de tecnologia, possui alguma habilidade com software, e tem como comprar esse brinquedinho, vá em frente. Você não vai se arrepender.
PP
Mudanças
Olá,
Falar sobre mudanças na vida atual parece chover no molhado já que presenciamos grandes e pequenas mudanças todos os dias. No entanto, minha experiência mostra que a maioria de nós reage de forma inesperada quando as mudanças nos afetam diretamente e, por isso, resolvi escrever um pouco sobre o tema.
É importante entender que a mudança é inerente a percepção que temos do mundo e da vida. Só é possível notar movimentos por que algo mudou de lugar, de cor, de cheiro, de intensidade. Se nada mudasse, nada existiria.
Mas por que alguma coisa que faz parte de nossas vidas pode ser tão rejeitada em determinadas situações?
A verdade é que todos nós criamos um mundo ideal em nossas mentes e, inconscientemente, trabalhamos para que esse mundo seja a verdade. Nada há de errado neste processo. Ele nos ajuda a manter o rumo e a guiar nossas ações, sendo uma das habilidades mais importantes para o progresso humano. O problema ocorre quando nosso mundo ideal se cristaliza de tal maneira em nossas mentes que impede que aceitemos os desvios que se apresentam durante o caminho.
Quando isso acontece, a expectativa pela situação idealizada se torna tão forte que temos dificuldade em aceitar os fatos e reagimos a qualquer coisa que se afaste do mundo ideal que criamos.
Até determinado nível é totalmente normal reagir a mudanças. Não somos folhas de árvores deixadas ao vento. Somos seres humanos dotados de livre arbítrio e capazes de gerar nossas próprias mudanças. Por esse motivo, se os acontecimentos nos afastam de nosso mundo ideal é saudável reagir e tentar ajustar o caminho dos fatos. Não há nada de errado nisso.
Ocorre que algumas mudanças estão fora de nosso controle, e é aí que mora o perigo. Muitas vezes somos incapazes de reconhecer que não temos força para mudar algumas coisas e nos colocamos em posição de uma missão impossível. Outras vezes, a mudança inevitável nos traz tanto desconforto que preferimos negá-la, criando uma ilusão em torno do fato.
Saber reconhecer as mudanças sobre as quais temos controle e aquelas sobre as quais nada podemos fazer é parte da sabedoria necessária para se ter uma vida mais equilibrada e feliz. É preciso olhar a mudança com um pouco mais de distância; refletir sobre suas causas e suas conseqüências; entender no que somos afetados e quais são as ameaças e oportunidades que surgem com a mudança; e finalmente, o que podemos e o que não podemos fazer no novo cenário.
PP
Falar sobre mudanças na vida atual parece chover no molhado já que presenciamos grandes e pequenas mudanças todos os dias. No entanto, minha experiência mostra que a maioria de nós reage de forma inesperada quando as mudanças nos afetam diretamente e, por isso, resolvi escrever um pouco sobre o tema.
É importante entender que a mudança é inerente a percepção que temos do mundo e da vida. Só é possível notar movimentos por que algo mudou de lugar, de cor, de cheiro, de intensidade. Se nada mudasse, nada existiria.
Mas por que alguma coisa que faz parte de nossas vidas pode ser tão rejeitada em determinadas situações?
A verdade é que todos nós criamos um mundo ideal em nossas mentes e, inconscientemente, trabalhamos para que esse mundo seja a verdade. Nada há de errado neste processo. Ele nos ajuda a manter o rumo e a guiar nossas ações, sendo uma das habilidades mais importantes para o progresso humano. O problema ocorre quando nosso mundo ideal se cristaliza de tal maneira em nossas mentes que impede que aceitemos os desvios que se apresentam durante o caminho.
Quando isso acontece, a expectativa pela situação idealizada se torna tão forte que temos dificuldade em aceitar os fatos e reagimos a qualquer coisa que se afaste do mundo ideal que criamos.
Até determinado nível é totalmente normal reagir a mudanças. Não somos folhas de árvores deixadas ao vento. Somos seres humanos dotados de livre arbítrio e capazes de gerar nossas próprias mudanças. Por esse motivo, se os acontecimentos nos afastam de nosso mundo ideal é saudável reagir e tentar ajustar o caminho dos fatos. Não há nada de errado nisso.
Ocorre que algumas mudanças estão fora de nosso controle, e é aí que mora o perigo. Muitas vezes somos incapazes de reconhecer que não temos força para mudar algumas coisas e nos colocamos em posição de uma missão impossível. Outras vezes, a mudança inevitável nos traz tanto desconforto que preferimos negá-la, criando uma ilusão em torno do fato.
Saber reconhecer as mudanças sobre as quais temos controle e aquelas sobre as quais nada podemos fazer é parte da sabedoria necessária para se ter uma vida mais equilibrada e feliz. É preciso olhar a mudança com um pouco mais de distância; refletir sobre suas causas e suas conseqüências; entender no que somos afetados e quais são as ameaças e oportunidades que surgem com a mudança; e finalmente, o que podemos e o que não podemos fazer no novo cenário.
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domingo, 2 de dezembro de 2007
Gerentes Gregários
Olá,
Assim como muitos novos gerentes são promovidos por sua competência técnica, outros são pelo seu bom relacionamento com os colegas e superiores. Nada há de errado em valorizar o bom relacionamento de um profissional com as outras pessoas, mas se essa for a maior prioridade desse indivíduo, problemas podem surgir.
O gerente que prioriza o relacionamento em detrimento da busca pelos objetivos é chamado de gerente gregário. Para ele o mais importante é manter um ambiente cordial e amistoso, seja qual for o tamanho da crise.
Como gerentes não podemos esquecer que nosso maior objetivo é produzir resultado para a organização. É claro que as pessoas são importantes e devem ser respeitadas e valorizadas, mas não se pode confundir bom relacionamento profissional com protecionismo, favorecimento ou complacência, todos em nome do bom relacionamento.
Um bom gerente deve ser respeitoso e comprometido com os membros de seu time mas também precisa ser firme e objetivo, deixando claro que sua prioridade é fazer com que o time busque os resultados necessários. Os membros do time que colaborarem e estiverem alinhados com os objetivos comuns receberão o reconhecimento de todos, aqueles que não se adequarem serão orientados, advertidos e, eventualmente, retirados do time.
Se para você é difícil dizer não aos caprichos de seus funcionários, e isso está impactando os resultados de seu departamento ou divisão, é hora de repensar seu comportamento. Você pode estar ultrapassando a fronteira do respeito e caminhando em direção ao gerenciamento gregário. É hora de parar e refletir sobre seu objetivo maior para organização: produzir resultados.
Deixe seu comentário e me ajude a melhorar esse blog.
PP
Assim como muitos novos gerentes são promovidos por sua competência técnica, outros são pelo seu bom relacionamento com os colegas e superiores. Nada há de errado em valorizar o bom relacionamento de um profissional com as outras pessoas, mas se essa for a maior prioridade desse indivíduo, problemas podem surgir.
O gerente que prioriza o relacionamento em detrimento da busca pelos objetivos é chamado de gerente gregário. Para ele o mais importante é manter um ambiente cordial e amistoso, seja qual for o tamanho da crise.
Como gerentes não podemos esquecer que nosso maior objetivo é produzir resultado para a organização. É claro que as pessoas são importantes e devem ser respeitadas e valorizadas, mas não se pode confundir bom relacionamento profissional com protecionismo, favorecimento ou complacência, todos em nome do bom relacionamento.
Um bom gerente deve ser respeitoso e comprometido com os membros de seu time mas também precisa ser firme e objetivo, deixando claro que sua prioridade é fazer com que o time busque os resultados necessários. Os membros do time que colaborarem e estiverem alinhados com os objetivos comuns receberão o reconhecimento de todos, aqueles que não se adequarem serão orientados, advertidos e, eventualmente, retirados do time.
Se para você é difícil dizer não aos caprichos de seus funcionários, e isso está impactando os resultados de seu departamento ou divisão, é hora de repensar seu comportamento. Você pode estar ultrapassando a fronteira do respeito e caminhando em direção ao gerenciamento gregário. É hora de parar e refletir sobre seu objetivo maior para organização: produzir resultados.
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PP
Gerentes Heróicos
Olá,
Uma boa parte dos novos gerentes são promovidos por sua competência técnica, o que em si não é um problema. Ocorre que a maioria deles não sabe como delegar ou como fazer com que sua equipe produza sem que ele tenha que se envolver em todos os detalhes. Isso sim terá conseqüências dramáticas.
Enquanto as coisas estão sob controle, e o gerente consegue suportar o volume de trabalho, o ambiente fica mais ou menos tranqüilo. Os novos gerentes passam a trabalhar mais, bem mais; a equipe fica meio adormecida, mas vai tocando a vida; e a empresa acha que resolveu seus problemas de gestão da área.
O problema surge quando a complexidade se avoluma ou quando uma crise séria acontece. O gerente, em processo de estresse crescente, trabalha mais do que é capaz de suportar. Nas situações em que lhe falta conhecimento específico para decidir, a falta e confiança em seu time o faz preferir correr o risco de decidir sozinho ou, o que é pior, adiar decisões. Ao mesmo tempo, critica duramente sua equipe por não ser capaz de entregar resultados e se justifica perante a organização declarando a incompetência do time. A equipe, por sua vez, reclama da morosidade imposta pelo novo chefe e pela falta de liberdade. Ela simplesmente se exime da responsabilidade, colocando no chefe a culpa de todos os problemas.
As origens do problema? Não confiar na competência técnica da equipe e querer estar presente em cada decisão do grupo. O nome desse gerente, Gerente Heróico.
Se você tem uma tendência a achar que seu time não está preparado para tomar decisões ou para assumir responsabilidades, pare e pense um pouco. Pode ser que o mal esteja mais em você do que no time e que o real problema seja sua incapacidade em acreditar que os outros também podem ser competentes.
Mesmo que seu time seja menos preparado do que você para determinadas tarefas, avalie a balança de custo benefício. A não ser que se trate de uma decisão de extrema importância, daquelas que podem afetar profundamente a organização, deixe que o time treine suas próprias habilidades.
Aja como um pai cauteloso, que ensina seu filho a caminhar. Fique próximo; esteja pronto para ajudá-los em caso de quedas; mas mantenha-os caminhando e assumindo seus próprios destinos.
Lembre-se que é melhor um gerente mediano mantido do que um heróico demitido.
Não deixe de enviar seus comentários. Eles me ajudam a melhorar o conteúdo desse blog.
PP
Uma boa parte dos novos gerentes são promovidos por sua competência técnica, o que em si não é um problema. Ocorre que a maioria deles não sabe como delegar ou como fazer com que sua equipe produza sem que ele tenha que se envolver em todos os detalhes. Isso sim terá conseqüências dramáticas.
Enquanto as coisas estão sob controle, e o gerente consegue suportar o volume de trabalho, o ambiente fica mais ou menos tranqüilo. Os novos gerentes passam a trabalhar mais, bem mais; a equipe fica meio adormecida, mas vai tocando a vida; e a empresa acha que resolveu seus problemas de gestão da área.
O problema surge quando a complexidade se avoluma ou quando uma crise séria acontece. O gerente, em processo de estresse crescente, trabalha mais do que é capaz de suportar. Nas situações em que lhe falta conhecimento específico para decidir, a falta e confiança em seu time o faz preferir correr o risco de decidir sozinho ou, o que é pior, adiar decisões. Ao mesmo tempo, critica duramente sua equipe por não ser capaz de entregar resultados e se justifica perante a organização declarando a incompetência do time. A equipe, por sua vez, reclama da morosidade imposta pelo novo chefe e pela falta de liberdade. Ela simplesmente se exime da responsabilidade, colocando no chefe a culpa de todos os problemas.
As origens do problema? Não confiar na competência técnica da equipe e querer estar presente em cada decisão do grupo. O nome desse gerente, Gerente Heróico.
Se você tem uma tendência a achar que seu time não está preparado para tomar decisões ou para assumir responsabilidades, pare e pense um pouco. Pode ser que o mal esteja mais em você do que no time e que o real problema seja sua incapacidade em acreditar que os outros também podem ser competentes.
Mesmo que seu time seja menos preparado do que você para determinadas tarefas, avalie a balança de custo benefício. A não ser que se trate de uma decisão de extrema importância, daquelas que podem afetar profundamente a organização, deixe que o time treine suas próprias habilidades.
Aja como um pai cauteloso, que ensina seu filho a caminhar. Fique próximo; esteja pronto para ajudá-los em caso de quedas; mas mantenha-os caminhando e assumindo seus próprios destinos.
Lembre-se que é melhor um gerente mediano mantido do que um heróico demitido.
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